Mesmo mostrando sua rotina nas redes sociais e os últimos procedimentos estéticos, Virginia Fonseca tem sido alvo de críticas por parte dos internautas. Isso porque na semana passada, a influenciadora apareceu em uma matéria divulgada pela Revista Piauí que revelou os valores que ela recebia com a Esportes da Sorte e mencionou o “cachê das desgraça alheia”.
A matéria aponta que Virginia recebeu um adiantamento de R$ 50 milhões da casa de apostas e recebia 30% dos valores perdidos por jogadores que se cadastravam com o seu código na plataforma. Isso acabou gerando uma série de vídeos e comentários a respeito de sua postura ao longo do último fim de semana.
Confira um deles:
@lalassousaa Que venham os comentários que eu tenho inveja! #esportedasorte #virginiafonsecaaa #virginia #carlinhosmaia
Posteriormente, Virgínia firmou um contrato anual de R$ 29 milhões com a Blaze. A matéria também cita Carlinhos Maia, que mantém um contrato com a mesma, garantindo um rendimento anual de R$ 40 milhões. O humorista já deu declarações polêmicas afirmando que as pessoas “jogam porque querem”, ignorando as críticas por parte dos internautas.
Até o momento, a influenciadora não se pronunciou sobre o caso, embora muitos internautas questionem e pedem pelo seu posicionamento. Alguns seguidores relatam estar decepcionados com Virginia, que segue mostrando sua rotina nos stories.
Empresas de Virginia buscam se livrar de ação judicial
Isadora Alves Cardoso Baptista deu início a uma ação contra a Savi Cosméticos, We Pink Participações, Virginia Influencer Ltda e Samara Cahanovich Martins, após uma reclamação originada por uma consumidora. A ação foi motivada pela aquisição de três produtos no site da marca de cosméticos de Virginia que, segundo a autora, não foram entregues nem tiveram o valor reembolsado.
isadora requisitou judicialmente o reembolso de R$ 113,07 pagos pelos produtos, além de uma indenização de R$ 10 mil por danos morais. Entretanto, a We Pink Participações e a Savi Cosméticos, em sua defesa, declararam que o fundamento do processo havia se tornado inválido, pois os produtos foram entregues à consumidora após o início da ação. As empresas também sustentaram que a ação deveria ter sido direcionada contra a transportadora responsável pela entrega, e não contra elas.
Além disso, a Virginia Influencer Ltda, empresa associada à esposa de Zé Felipe, afirmou que não possuía qualquer envolvimento com os fatos que deram origem à demanda judicial. Da mesma forma, Samara Cahanovich, esposa de um dos sócios das empresas, teve menor participação no caso e solicitou sua exclusão do rol de réus.
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