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Durante a sua coletiva na Television Critics Association summer press tour, a CEO da CBS, Nina Tassler, informou aos jornalistas presentes que a 12ª temporada de Two and a Half Men pode abordar a experiência de um casamento gay. E tudo começa com uma crise existencial de Walden (Ashton Kutcher).

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Segundo Tassler, Walden vai querer encontrar um maior sentido à sua vida depois de passar por um problema de saúde. Então, ele decide adotar um filho. Vai descobrir que o processo de adoção para pessoas solteiras é algo muito complicado. Logo, ele vai ter a ideia de propor à Alan (Jon Cryer) um casamento arranjado, para que eles possam adotar essa criança como um casal gay.

Tassler entende que essa é uma grande saída do criador da série, Chuck Lorre, e que esse plot será algo muito positivo para abordar os direitos civis dos homossexuais no país. Ela não está preocupada se isso pode eventualmente “irritar” as entidades que representam a comunidade LGBT nos EUA.

Tassler também confirmou que a CBS não estão tendo qualquer tipo de conversa com Charlie Sheen sobre uma eventual volta do ator à série. Vale lembrar que depois da demissão de Sheen após ofender publicamente Lorre e executivos da CBS/Warner Bros, o personagem Charlie Harper foi “morto”, atropelado por um trem.

A decisão de explorar a adoção de crianças por casais gays – e um potencial casamento gay – aparece depois de Amber Tamblyn entrar para o elenco regular da série, interpretando a filha bastarda de Harper – que é lésbica.

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