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Existem dois (ou mais) Ryan Murphys, e a gente não sabe disso?

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Ryan Murphy. Este cidadão é uma das almas mais enigmáticas da TV norte-americana. Não sabemos direito a sua origem, do que ele se alimenta (bom, imaginamos…) e com que tipo de entidade esse cara fez pacto para ter o sucesso que tem. Só sabemos que ele é um gênio. Do bem, ou do mal, você decide. Mas que é gênio, eu não tenho mais dúvidas!

A pergunta é: será que existem dois Ryan Murphys, com personalidades, objetivos e gostos distintos? Ou será que existem mais? Desafiando tudo e todos, colocando o dedo na cara da sociedade, e entregando séries que vão do céu ao inferno no gosto de todos os tipos de fãs de séries, temos aqui um ser que precisa ser estudado com cuidado e com critério. Até mesmo para entender porque alguns nos Estados Unidos afirmam categoricamente que ele é o futuro da televisão nos Estados Unidos. Vejamos.

A primeira grande série de sucesso de Murpy na televisão NÃO foi Nip/Tuck (FX), como você suspeitam. Acreditem, se quiser, mas Murphy começou de baixo, como todo mundo. E sua primeira série de sucesso foi a comédia juvenil Popular (The WB). Depois de brincar com os supostos dramas adolescentes em busca de popularidade no colegial, aí sim, Murphy começou a trabalhar as suas bizarrices que envolviam cirurgias plásticas, serial killers brasileiros e fantasias sexuais com anões no FX.

Eu gostava de Nip/Tuck, até a quarta temporada. Depois disso, a série se perdeu inacreditavelmente, se tornando apenas a retratação das fantasias sexuais do próprio Murphy. Mas, tudo bem. Eu nem imaginava que o que estava por vir seria muito mais peculiar e inusitado. Confesso que esse Ryan Murphy de Nip/Tuck me deixa com um baita pé atrás até hoje. E olha que ainda não estou falando de sua série mais famosa, que hoje passa na Fox.

Glee.

Glee é a série que Ryan Murphy (ao lado de Brad Falchuk) decidiu fazer para ganhar dinheiro, e não há nenhum pecado nisso. Por outro lado, também é a série que faz muita gente amaldiçoar o nosso protagonista desse post. Veja bem, o problema de Glee não é a série em si. A série cumpre com o seu papel de atrair o público adolescente, e fazer com que as vendas das faixas/álbuns musicais no iTunes quebrem diversos recordes.

Por outro lado, a série praticamente não tem roteiro, não tem história, os seus personagens (em sua maioria) são descartáveis e insuportáveis, e a série chega na sua quarta temporada com argumentos imbecis, como “fazer mais um episódio em homenagem à Britney Spears” e “todos os casais da série terminando os seus relacionamentos em um único episódio”.

E todo mundo já sacou isso. Da série multipremiada da primeira temporada, Glee praticamente caiu no esquecimento pela crítica. Mas… quem disse que Ryan Murphy liga para isso?

Ele consegue expandir o seu império e domínio sobre o seu público-alvo com um reality show derivado da série adolescente. The Glee Project é o reality mais roteirizado da história da TV (se é que isso é possível). Mesmo não tendo nenhum tipo de intervenção popular na decisão do vencedor, e tudo se concentrando na decisão final da “rainha má da TV”, a competição para descobrir qual vai ser o novo “loser” a fazer parte do elenco de Glee é um grande sucesso, e praticamente fez com que todos conhecessem o então desconhecido canal de TV a cabo norte-americano Oxygen. E isso, com toda a cretinice de Murphy nos premiando. Ou seja… coisa de gênio.

E não para por aí. Como se ele não pudesse mais nos surpreender… ele mostra para todo mundo que é capaz de escrever séries de elevada qualidade. No drama, e na comédia.

Começando por American Horror Story (FX), que é a sua leitura dos grandes filmes de terror norte-americanos (e, em alguns casos, mais um pouco dos fetiches sexuais de Murphy). No começo, eu mesmo achei aquilo uma comédia bizarra, sem o menor sentido. Uma viagem de drogado mesmo.

Porém, conforme a primeira temporada (ou série, já que o mesmo qualifica a produção como “uma história diferente por temporada”) foi avançando, a história se demonstrou minimamente diferente daquilo que estamos vendo na TV de hoje. E a segunda temporada (American Horror Story Asylum) é simplesmente um espetáculo, mostrando um salto de qualidade no roteiro, na produção e na direção que tornam essa uma das melhores coisas que estão na TV hoje.

Por fim, The New Normal (NBC), que considero a melhor estreia de comédia da temporada, e uma das melhores comédias no ar. Murphy aqui é audacioso, inteligente, irreverente, sarcástico e humano ao contar a não convencional história do casal gay, que decide ter um filho com uma mãe de aluguel, que por sua vez, é neta de uma das mulheres mais conservadoras e preconceituosas que existem. A série trata de temas polêmicos, de uma forma moderna, irreverente e divertida, com um diálogo ágil e muito bem construído. É recomendado para audiências de todas as idades, que pensam de forma diferente sobre diferentes aspectos da vida.

Então… como você pode ver, existem pelo menos dois Ryan Murphys na TV dos Estados Unidos. E os dois ditam algumas regras na TV atual. O cara já ganhou um Emmy pelo conjunto de sua obra, que não tem 15 anos de vida. Imagina o que ele pode fazer nos próximos anos.

Ou seja, goste ou não dele, fato é que… Ryan Murphy é gênio. #fato

Audiência nos EUA: 09 de outubro de 2012

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As noites de terças nunca mudam: as franquias NCIS seguem dominantes, o que ajuda a novata Vegas, entregando uma noite perfeita para a CBS toda a semana.

Terça-feira, 09 de outubro de 2012

Ranking
Programa > Canal > Audiência > demo 18-49

  1. NCIS (CBS), 18.09 mi (3.3)
  2. NCIS: Los Angeles (CBS), 15.10 mi (2.9)
  3. The Voice (NBC), 11.93 mi (4.4)
  4. Vegas (CBS), 11.78 mi (2)
  5. Dancing with the Stars (ABC), 8.24 mi (2.1)
  6. Go On (NBC), 6.95 mi (2.8)
  7. Private Practice (ABC), 6.05 mi (1.6)
  8. New Girl (Fox), 4.99 mi (2.7)
  9. Parenthood (NBC), 4.99 mi (2)
  10. The New Normal (NBC), 4.96 mi (2)
  11. Raising Hope (Fox), 4.11 mi (1.8)
  12. The Mindy Project (Fox), 3.57 mi (1.9)
  13. Ben and Kate (Fox), 3.33 mi (1.5)
  14. Hart of Dixie (CW), 1.20 mi (0.4)
  15. Dr. Horrible (CW), 0.57 mi (0.2)

*em negrito: venceram no horário.

Em alta: The New Normal mais uma vez derrotou o seu adversário direto no horário, The Mindy Project. The Voice, com a demo 18-49 mais alta da noite.
Em baixa: todas as comédias da Fox, que registraram a lanterna no horário. Em especial, Ben and Kate, com uma demo de apenas 1.5, e audiência mais baixa das séries do canal nas terças. Já corre certo risco de cancelamento.

Via SpoilerTV

Audiência nos EUA: 02 de outubro de 2012

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Terça-feira, 02 de outubro de 2012

Top 10

  1. NCIS (CBS), 18.50 mi (3.6)
  2. NCIS: Los Angeles (CBS), 14.87 mi (3.1)
  3. Vegas (CBS), 12.07 mi (2.1)
  4. The Voice (NBC), 8.22 mi (2.9)
  5. Dancing with the Stars (ABC), 8.21 mi (1.3)
  6. Private Practice (ABC), 6.12 mi (1.6)
  7. Go On (NBC), 6.00 mi (2.2)
  8. New Girl (Fox), 5.07 mi (2.8)
  9. The New Normal (NBC), 4.61 mi (1.7)
  10. Parenthood (NBC), 4.48 mi (1.7)

*em negrito = venceu no seu horário

Destaque positivo: a franquia NCIS, que segue sendo a mais vista dos Estados Unidos.
Destaque negativo: Ben and Kate (Fox), que está com uma demo de apenas 1.6, e baixos 3.26 milhões. Para uma série estreante, precisa melhorar na audiência.

Via SpoilerTV

[Reviews] 22-09-2012: The New Normal e Go On seguem muito bem, obrigado!

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Tem alguém na NBC que está muito feliz. Duas de suas novas comédias, The New Normal e Go On, conseguem se estabelecer como comédias promissoras, e em alguns casos, surpreendendo positivamente, melhorando de forma considerável em relação aos pilotos de suas produções. Particularmente, as duas séries tiveram os seus melhores episódios na última semana, oferecendo boas perspectivas de futuro.

Começando por The New Normal (S01E03, Baby Clothes). Disparado, o melhor episódio até então da nova comédia de Ryan Murphy. Ótimas piadas, mesmo com um argumento central que pode parecer desinteressante para algumas pessoas, mas com o mesmo objetivo de abordar temas que boa parte dos norte-americanos nem querem chegar perto de discutir (casamento gay, paternidade de homossexuais, sexualidade precoce, etc).

Pela primeira vez a série falou isso de forma mais clara e direta, levantando questões que valem a discussão. Exemplo: a “cultura do ódio”, que parece disseminar em nossa sociedade, e que lentamente começa a contaminar aqueles que não são adeptos à tal prática. As pessoas não respeitam as diferenças. São apenas “tolerantes” com tais diferenças, apenas para não se fazerem de “vilãs” para seus filhos e os outros membros da sociedade. Porém, de forma velada, seguem transmitindo os valores do “não respeito” ao que é diferente.

Mais: existem regras para violência física, para o desrespeito e discriminação aos deficientes, mas em relação a outros grupos, isso não acontece. De fato, os seres humanos não são iguais e, na prática, não possuem direitos iguais. E o desafio de David e Bryan é criar seu filho (ou filha, ainda não se sabe) de forma onde ele terá que “driblar” essas dificuldades e intolerâncias (que ficam disfarçadas em um “estou tentando ser legal com você”), e ao mesmo tempo, dar a segurança para que essa criança tenha orgulho da família que tem.

Estou me segurando para não mandar spoilers, mas o que posso adiantar é que, pelo menos por enquanto, The New Normal faz um grande trabalho. Melhrou muito em relação ao piloto. É claro que fico ainda com um pé atrás por ser o Ryan Murphy, e por saber o que ele fez com séries como Nip/Tuck e Glee. Quero saber se ele vai manter essa coragem toda de abordar tais temas, mantendo a linha do humor e sarcasmo, mas falando sério quando preciso. Se conseguir, certamente vai colher os frutos do bom trabalho.

The New Normal mantém uma média de 6 milhões de telespectadores por episódio desde a estreia, o que é um bom sinal para o seu começo.

Go On segue também em uma melhora. Aos poucos, vamos conhecendo melhor os personagens, e o foco mesmo vai ser a vida de Ryan King e a dinâmica com o seus novos amigos do grupo de ajuda. Fato é que Ryan ainda está na fase de “negação” em relação à morte de sua esposa (imagino eu que, quando ele alcançar a “aceitação”, a série acaba), e precisa lidar com isso constantemente, até mesmo pela sua sanidade mental. Não que ele esteja ficando louco, mas acordar todas as noites, no mesmo horário, não é algo saudável.

Mas o mais legal em Go On é que, além de percebermos que precisa mesmo ter alguém que saiba escrever para Matthew Perry (um dos criadores da série também foi um dos responsáveis de Friends) para que ele mostre o seu melhor, a mensagem clara da série é: “ninguém consegue seguir em frente sozinho”. Por mais que Ryan se veja como o cara descolado, o locutor popular e aquela pessoa que (teoricamente) está bem resolvida, ele mesmo começa a perceber que precisa mesmo do grupo de apoio para seguir em frente.

Vale lembrar que Go On não é classificada como uma comédia, e sim, como uma dramédia. E quando necessário, se apresenta assim. Em alguns momentos, a série acaba pegando para esse lado mais sentimental, mostrando o quão especial pode ser os pequenos gestos que você pode ter na vida para superar algum problema ou uma fase difícil considerada duradoura. Nesse aspecto, a série vai bem, mantendo uma certa regularidade.

E isso se reflete na audiência. Depois da já esperada queda de audiência entre o primeiro e o segundo episódio, Go On se estabilizou em uma média de 9.5 milhões de telespectadores nas duas últimas semanas. É uma média elevada para uma série na NBC. Ajuda o fato dela ir ao ar depois da exibição de The Voice, mas se conseguir reter essa audiência nas próximas semanas, é sinal que os norte-americanos aprovaram a proposta da série.

Fico feliz por ver a recuperação da NBC nas comédias. Com o sucesso de The Voice, e com uma nova comédia com Michael J. Fox chegando para a próxima fall season (2013-2014), não é nenhum absurdo dizer que o canal do pavão está no caminho certo para recuperar a sua liderança na audiência da TV norte-americana, assim como acontecia nas décadas de 1970, 1980 e 1990.

Primeiras Impressões | The New Normal (NBC, 2012)

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Vamos lá. Para acabar com todo o falatório sem ver sobre o que estão falando, a NBC decidiu exibir de forma antecipada o piloto de The New Normal, a nova série da dupla Ryan Murphy e Brad Falchuk (Nip/Tuck, Glee, American Horror Story). Depois de 24 minutos, é possível fazer duas análises bem diferentes sobre o piloto, com espectros bem diferentes.

Apenas para te colocar na trama. A série conta a história de um casal, Bryan (Andrew Rannels) e David (Justin Bartha), que vivem em Los Angeles, são bem sucedidos na carreira, são felizes, mas falta alguma coisa: um filho. Mas, sem um útero, fica difícil, não é mesmo? Então, eles começam a procurar a barriga de aluguel perfeita, que não seja apenas aquela pessoa que seja a locatária do primeiro apartamento do filho deles por nove meses, mas que realmente se importe com a causa deles de paternidade.

Depois de muito procurar (nem tanto, ok…), eles encontram Goldie (Georgia King), uma mãe solteira que se mudou recentemente para Los Angeles, com sua filha de oito anos de idade Shania (Bebe Wood), tentando dar um novo rumo para a sua vida depois de descobrir que o seu namorado a traía com uma asiática que aparentemente buscava o Green Card (na cama, com o namorado dela). Além disso, Goldie quer algo melhor da vida do que viver no crivo de sua avó, Jane (Ellen Barkin), uma pessoa rancorosa, controladora e cheia de preconceitos.

E é nesse encontro que a história começa a se desenvolver.

Bom, como disse lá em cima, podemos avaliar The New Normal sobre duas óticas: o seu objetivo como série, e como o seu piloto se desempenhou. Começamos pelo primeiro prisma.

De fato, não houve até hoje na história da TV um plot sequer semelhante à esse que Ryan Murphy está propondo. Ok, eu sei, você tem birra dele por causa de Glee, mas uma coisa muito pontual que a série quer explorar é mostrar para todos que, finalmente, vivemos em um tempo onde não é nenhum absurdo um casal gay desejar ter um filho onde um deles fornece o espermatozoide, e uma terceira pessoa (uma mulher, óbvio), que não pertence à esta relação, entra com o óvulo. Aliás, The New Normal tem o desafio de afirmar que os homossexuais tem, na prática, o mesmo direito dos heterossexuais de formar uma família, prover uma vida, cuidar dessa vida, sendo responsáveis pela educação e princípios morais… enfim, ter uma vida normal.

Nesse sentido, a série certamente vai abrir a discussão para esses e outros temas. E acho isso muito válido. Vamos admitir: o mundo (como um todo, pois cada um cuida de si) ainda é cheio de preconceitos. De raça, de classe social, de opção orientação sexual, entre outras pequenas diferenças que tornam algumas pessoas simplesmente imbecis. Em alguns momentos do piloto, The New Normal levanta bem essa bola, e em alguns momentos brinca com isso (quando até uma “vovó vadia” pode se tornar uma avó exemplar de vários netos). Uma coisa importante que a série lembra é que família nem sempre é aquela formada de “pai, mãe e filhos”. Família é aquele grupo de pessoas que são o seu porto seguro nos momentos de dificuldade, que te orienta quando você está perdido, e que te ama incondicionalmente. E, particularmente, não é a opção sexual orientação sexual de alguém que vai mudar esse princípio.

Bom, agora vamos ver como esse piloto se saiu, como piloto de série de comédia.

Eu terminei o piloto de The New Normal com dor de cabeça!

Mas, calma! A série não é uma porcaria. Quero dar mais algumas chances, por causa de tudo o que eu disse nas últimas linhas acima. Porém, como piloto de comédia, para ser engraçado, eu achei fraco. Ou é aquele “humor sutil”, que fica nas entrelinhas. Não sei. De qualquer forma, não consegui me importar muito com os personagens, ou a ponto de considerar ver mais um episódio por causa da história deles. Achei Goldie um tanto quanto “sem gosto” (talvez porque sua personagem esteja realmente em um momento onde se vê perdida), e mesmo sua filha Shania não tem aquela carisma que eu espero que uma criança de oito anos de idade (culpa de Mondern Family, admito).

O casal gay até que é bacana, e realmente se mostra como um casal moderno (um deles gosta de esportes a ponto de apostar em esportes), mas ainda falta ver um pouco mais para saber se eles podem mesmo ser os grandes protagonistas da série que eu espero. Talvez o melhor personagem desse piloto seja a avó de Goldie, que mesmo em um piloto truncado e meio devagar, se destacou fazendo bem o seu papel de megera insensível e preconceituosa.

Destaco aqui algumas referências leves do universo gay (não me perguntem como eu entendi, pois jamais contarei para vocês), e a parte final do piloto, quando Jane revela por que tem esse rancor todo sobre os homossexuais. E acredite: explica mesmo.

Eu recomendo que você veja o piloto de The New Normal pelos dois motivos apresentados. No meu gosto, é fraco como comédia, mas quero ver se a dupla Ryan/Brad vai manter a proposta de levantar a discussão sobre “o que é normal nessa vida?”. Afinal de contas, “família é família; e amor, é amor”. Tanto na lei dos homens quanto na Lei de Deus (ou de qualquer outra entidade que você, leitor, acredita), o que importa é que…

…a melhor família que você pode ter é aquela que você vai dar e receber amor. Incondicionalmente. E o mais importante: sem preconceitos.

[Vídeo] Veja os promos das novas séries da NBC – temporada 2012-2013

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A NBC anunciou no começo da semana o seu calendário para a próxima fall season (2012-2013), e as próximas séries novas que farão parte dessa grade. A seguir, você tem todos os promos liberados pelo canal dessas novas produções. Só faltam os promos de Hannibal e Crossbones. E comece a escolher a sua favorita (ou “série que merece ir para a lata de lixo”) desde já.

Go On

Revolution

The New Normal

Animal Practice

1600 Penn

Do no Harm

Chicago Fire

Infamous

Guys With Kids

Next Caller

Save Me