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Canais Sony e AXN estreiam sete novas séries no Brasil

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RED BAND SOCIETY – Season 1 – Pictured (L-R): Octavia Spencer as Nurse Jackson, Nolan Sotillo as Jordi, Griffin Gluck as Charlie, Zoe Levin as Kara, Charlie Rowe as Leo, Ciara Bravo as Emma, Brian Bradley as Dash, and Dave Annable as Dr. McAndrew. The series premieres Wednesday, September 17 (9:00-10:00 ET/PT) on FOX.

Entre os meses de maio e junho, os canais Sony e AXN vão estrear sete séries que estão em exibição na atual temporada de TV dos EUA (temporada 2014-2015). Algumas delas já estão em divulgação nos canais, mas agora temos datas de estreias e canais destinados.

Começando por American Crime (ABC nos EUA), que estreia no dia 26 de maio (terça-feira), às 22h, no AXN. Em junho, também no AXN, estreia o spinoff tecnológico de CSI, CSI: Cyber (CBS nos EUA).

No canal Sony, no dia 16 de junho estreia duas comédias: Marry Me (NBC nos EUA), às 21h30, e Black-ish (ABC nos EUA), às 22h. Em 17 de junho, o mesmo canal Sony estreia o drama Secrets and Lies (ABC nos EUA). Já no dia 21 de junho às 18h30, a estreia é do drama adolescente Red Band Society (Fox nos EUA).

Também no dia 21 de junho, o canal Sony estreia o drama Scorpion (CBS nos EUA), que originalmente tinha sido divulgada pelo canal AXN. Por fim, The Blacklist, que hoje é exibida pelo canal Sony, terá a sua primeira temporada reprisada no AXN, a partir do dia 25 de junho.

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Audiência nos EUA | 18-01-2015

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A NFL ajudou a CBS – e, por tabela, acabou com as demais.

O jogo da final da AFC (Indianapolis Colts vs New England Patriots) deu para o canal uma audiência de 34 milhões de telespectadores, com uma demo 18-49 anos de 11. O episódio de Scorpion exibido após o jogo teve 10.7 milhões na geral, e 3.0 na demo.

A consequência disso? Na ABC, Galavant perdeu 31% de sua demo, e Resurrection perdeu um décimo na demo. Revenge – por incrível que pareça – ganhou um décimo.

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CBS renova Scorpion, Madam Secretary e NCIS: New Orleans para novas temporadas

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De forma não surpreendente (de certo modo), a CBS anunciou no Television Critics Associaton winter press tour que as séries novatas Scorpion, Madam Secretary e NCIS: New Orleans foram renovadas para novas temporadas.

As três séries recebem uma segunda temporada, e estão na 1ª, 2ª e 3ª posição entre as novas séries da temporada (em audiência total).

Nas demais séries da CBS: Stalker ainda está com sua renovação em estudo; Battle Creek e CSI: Cyber ainda precisam estrear; The McCarthys foi cancelada, e The Odd Couple é outra que precisa ir ao ar.

As renovações são merecidas. NCIS: New Orleans não só é a maior audiência entre as novas séries, mas é a segunda maior média de audiência entre os dramas na temporada (18.1 milhões). Madam Secretary tem uma média de 14.9 milhões, e é a série roteirizada mais visa nas noites de domingo, aumentando a audiência no seu horário em 49% em relação ao ano passado.

E Scorpion tem uma média de 14.5 milhões de audiência total, e ajudou a aumentar a audiência das noites de segunda da CBS em 61%, além de ganhos na demo 18-49 anos de 21%.

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Scorpion será a série exibida após a final da AFC da NFL

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PILOT

A CBS decidiu dar visibilidade extra para a série estreante Scorpion, que foi escolhida para ser exibida após a final da conferência AFC do futebol americano, no dia 18 de janeiro (domingo).

O jogo é importante pois decide um dos times que vai disputar o Super Bowl, a final do campeonato da NFL. Ou seja, é certeza absoluta de acumular uma elevada audiência na TV. No ano passado, esse mesmo jogo deu 51.3 milhões de telespectadores na audiência total. Só perdeu na audiência anual para o próprio Super Bowl.

Scorpion, estrelada por Elyes Gabel, Robert Patrick e Katharine McPhee, é a segunda maior audiência entre as séries estreantes da temporada, com uma média de 15.2 milhões de audiência total, e demo 18-49 anos de 3.7.

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Stalker, Scorpion, Madam Secretary e NCIS: New Orleans recebem temporadas completas da CBS

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A CBS já começa a definir a situação de suas novas séries no canal. Quatro delas receberam encomendas de temporadas completas: NCIS: New Orleans, Stalker, Scorpion e Madam Secretary.

Scorpion está registrando uma ótima média de audiência de 12.34 milhões de telespectadores, com uma demo 18-49 anos de 2.7.  Já NCIS: New Orleans alcança uma média parcial de 16.37 milhões na audiência geral, com demo de 2.3. O drama dominical Madam Secretary está com uma média de 12.52 milhões na audiência geral, com demo de 1.5. Por fim, Stalker é a que possui números mais modestos: 8.12 milhões na audiência geral (média), e demo de 1.7.

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Primeiras Impressões | Scorpion (CBS, 2014)

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Ser nerd está na moda – e você que lê o SpinOff sabe disso desde 2008, pelo menos -. Logo, não é surpresa ver tantas séries onde os geeks, nerds e esquisitos (porém com mentes brilhantes) são os protagonistas de séries dos mais diferente estilos. Nesse caso, a CBS quis aprovar o grande sucesso de The Big Bang Theory e lançou Scorpion, que aposta em uma pegada um pouco diferente. Para dizer o mínimo.

A série tem como personagem central Walter O’Brien (Elyes Gabel), um prodígio dos computadores e redes, que no passado, usando o nickname Scorpion, conseguiu hackear a NASA. O governo dos Estados Unidos decidiu recrutar Walter – mesmo ele sendo uma criança – para que ele desenvolvesse softwares para diferentes setores governamentais. Porém, Walter foi enganado, e seus códigos foram utilizados pelo Exército dos EUA, para atacar civis no Iraque.

Walter se sentiu traído, mas seguiu em frente. Apesar do seu presente não ser nada promissor (não passa de um técnico de redes, que conserta o WiFi de lanchonetes fuleiras), ele segue com a sua mente brilhante, conduzindo a sua “startup” (se é que podemos chamar um galpão cuja iluminação é feita com fonte de luz clandestina) com os seus amigos igualmente inteligentes, cada um com diferentes especialidades (matemática, psicologia e tecnologia).

Tudo ia relativamente bem e tranquilo. Até que os quatro amigos são abordados pelo Agente Cabe Gallo (Robert Patrick), que no passado, recrutou (e enganou) Walter para as atividades para o governo norte americano. Gallo está desesperado, pois uma falha nos softwares de três dos principais aeroportos dos Estados Unidos podem resultar em uma queda de mais de 50 aviões em pouco mais de duas horas. Ele entende que a única pessoa que pode resolver esse problema no prazo é justamente Walter.

Depois do problema solucionado (sim, eles resolvem, mas da forma mais absurda possível), Gallo oferece para Walter e seu time um emprego no departamento de defesa dos EUA, onde a missão do time é gerenciar as eventuais situações de crise futuras. Walter aceita (até porque sem isso não tem série) e, de quebra, encontra um novo estímulo para seguir em frente: a bela Paige Dineen (Katherine McPhee), garçonete da lanchonete onde Walter resolveu a crise dos aviões, mãe de um garoto que tem um comportamento que revela as mesmas capacidades de raciocínio do nosso protagonista.

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Bom… o que dizer do piloto de Scorpion?

Podemos dizer que o piloto é bem mais legal do que aquilo que os promos mostraram. Pelo menos entrega tudo aquilo que eu entendo que os fãs da série querem ver: geeks especialistas em tecnologia, computadores, teorias para adentrar sistemas e toda a parafernália tecnológica que amamos ver em séries com essa proposta. Até aí, tudo bem.

Scorpion realmente erra nos exageros e absurdos apresentados no piloto. Para começar, Walter e sua equipe estão em uma situação de crise extrema, com menos de duas horas para resolver um problema sério (evitar que aviões comecem a cair do nada, é sempre bom lembrar), e em vários momentos os envolvidos em evitar esse desastre são pegos “de papinho”, conversando tranquilamente sobre a vida, sobre o filho da garçonete, sobre qualquer outra coisa… isso incomoda.

Além disso, eu bem sei que o alcance do sinal analógico de telefonia tem um alcance maior do que os sinais digitais que utilizamos hoje. Porém… alcançar os 36 mil pés de altura? Mais: contando com a ‘sorte’ que um dos passageiros era um senhor de mais de 80 anos de idade, com o celular ligado? Tá, ok, os idosos raramente trocam de celular. Mas… precisava ser um telefone do final da década de 1990?

Os exageros continuam quando vemos um carro popular, caindo aos pedaços e sem muita estabilidade costurar os carros no tráfego de Los Angeles, no melhor estilo ‘Velozes e Furiosos’.

Mas o pior é a cena final do piloto, que envolve uma Ferrari, um avião comercial, um laptop e um cabo de rede. Sério, vocês não vão acreditar no que vão ver.

Por fim, eu vou passar Scorpion. Nada contra os exageros apresentados pela série no piloto. Acho isso até divertido – vide o espetacular piloto de Z Nation -, mas diferente das séries de zumbis do Syfy, a CBS quer apresentar Scorpion como algo mais sério e crível. Se ao menos fosse minimamente divertida, dava até para encarar todos os exageros. Como não consegui rir de muita coisa, não vejo muitos motivos para continuar com a série.

Mas os nerds, geeks e derivados podem gostar do que vai ver. Talvez os absurdos citados possam ser o ponto que definitivamente vai conquistar esses segmentos citados. Ao menos não é uma porcaria: acho que Scorpion é totalmente assistível para aqueles que gostam de séries do tipo “missão do dia”, mas com o diferencial de não contar com um agente fodalhão para resolver a ação.

Até porque, cá para nós: é uma vitória quando um nerd dirige uma Ferrari em um aeroporto. Certo?

CBS repetindo sua (velha e batida) fórmula de sucesso para a temporada 2014-2015

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Eu já saquei qual é a sua, CBS… aliás, faz muito tempo que todo mundo sabe qual é a sua, mas só agora alguém está com coragem e disposição para escrever um post sobre isso. Nada pessoal, CBS, mas… é que quando pensamos nessa estratégia, vem uma preguiça danada para dedicar alguns minutos para falar sobre o assunto. Talvez o motivo dessa preguiça é porque, ironicamente, ela é eficiente demais para o meu gosto.

Se olharmos para a história da CBS, vamos ver que não é de hoje que o canal aposta nas séries procedurais, ou nos dramas policiais. Tal estratégia vem da década de 1970, e vem funcionando muito bem. Aliás, mais importante do que descobrir que sua audiência gosta de séries do tipo “polícia e bandido” é oferecer séries que vão fazer com que o telespectador volte todas as semanas para descobrir qual será a “forma criativa” que eles vão utilizar para pegar o bandido do caso da semana.

Mesmo que o resultado disso seja séries que, na sua essência, são todas iguais.

Ao assistir os promos das séries da próxima temporada, podemos mais uma vez dizer que a CBS, de forma até inteligente – de novo, não se mexe em time que está ganhando -, manteve a sua proposta de oferecer séries dramáticas com a mesma estrutura procedural, em quase todas as suas produções (a exceção aqui é Madam Secretary, e mesmo assim, ela busca ser o par perfeito para The Good Wife, e essa é uma decisão acertada), ou em spinoffs de sucessos que já estão no ar, ou em séries “inéditas”, que são combinações de outros plots de sucesso no passado.

O exemplo dessa combinação de plots potencialmente promissores está no caso de Scorpion. Afinal de contas, pegar temas como matemática, nerds e investigação criminal contra o tempo é basicamente a maneira mais “eficiente” de condensar elementos que o telespectador da CBS já está acostumado em ver no seu canal, e criar outro procedural, para a alegria dessa audiência. É eficiente? Com certeza. Mas é preguiçoso e pouco criativo.

Stalker é outro exemplo de como a CBS muda o tema, mas continua com a mesma estrutura de série. Uma especialista em perseguidores (que fatalmente foi stalkeada por alguém), recebe a ajuda de um especialista da pisquê humana (que fatalmente é um stalker) para perseguir os perseguidores. Uma espécie de The Mentalist, mas no lugar dos serial killers, temos os stalkers. Simples assim.

É claro que não posso afirmar por antecipação se vai dar certo ou não (se eu pudesse, eu já teria descoberto os números da Mega Sena, e esse blog não existiria mais), mas posso afirmar que as novas produções da CBS mostram apenas que o canal segue o mesmo, não vai mudar, e não tem por que mudar. É o que dá certo há pelo menos 30 anos, e agora que eles são líderes de audiência com as franquias NCIS e CSI, a tendência é que eles vão entregar mais do mesmo por muitos anos.

E nas comédias?

A CBS vai tão bem que pode se dar ao luxo de colocar séries no ar para serem descartadas, como é o caso de The McCarthys. Salvo uma surpresa embasbacante, a comédia da família unida que quer permanecer unida não deve engrenar na programação. Ou até pode dar certo: falamos horrores de The Millers, e no final das contas, é a comédia novata mais vista da temporada 2013-2014. Logo, não excluo a possibilidade de erros aqui.

Mesmo assim, o ponto é que a CBS tem hoje comédias tão estáveis, que pelo menos nesse começo de temporada 2014-2015, só vai apostar em uma comédia, trabalhando de forma mais intensa a sua manutenção nos dramas. Aliás, a CBS terá uma temporada mais confortável, pois com a chegada do futebol americano nas noites de quinta-feira (nos meses de setembro e outubro), o canal só tem que trabalhar nas noites que hoje eles não são líderes de audiência de forma absoluta: segundas e quartas.

Vejamos como o canal do olho vai trabalhar para mostrar aos demais que pode voltar a ser o #1 na audiência geral. Ainda mais com as cutucadas dadas pela NBC no final da atual temporada.

CBS libera os primeiros promos de suas nova séries (temporada 2014-2015)

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A CBS fez o seu evento de upfronts, comentou suas decisões para a próxima temporada, e apresentou os previews das novas séries. Comédias, dramas e até ficção científica estão entre as novas produções, com destaque para Extant, que estreia nessa midseason. A seguir, confira os vídeos com os previews das novas produções da CBS.

Extant

Madam Secretary

The McCarthys

NCIS: New Orleans

Scorpion

Stalker