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Nova Série do Casino Confidential promete dar que falar

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Casino Confidential é um documentário (reality show) canadense transmitido lá fora pela TLC  sobre o Casino Binion’s, um dos mais antigos casinos situados no centro de Las Vegas. O reality show mostra o que um casino mais antigo precisa de fazer para competir com os mais modernos casinos do centro de Las Vegas.

O programa mostra o dia a dia das pessoas que trabalham no casino, os problemas com alguns clientes, onde é preciso intervir, os agentes de segurança, problemas desde, comportamentos descontrolados devido ao álcool, discussões com prostitutas e empregados do Casino e mostra ainda também o trabalho do diretor de operações do Casino, Glenn Casale, o homem responsável por supervisionar todo o Casino.

Glenn é o responsável por tentar resolver todos os problemas que possam acontecer dentro do Casino, o programa mostra ainda todas as estratégias usadas por ele para tentar atrair jogadores e turistas para o Binion, que normalmente preferem os casinos mais modernos da cidade que nunca dorme.

Este documentário tem como principal objetivo mostrar também todos os esforços que os casinos mais pequenos e antigos de Las Vegas estão a fazer para conseguirem atrair pessoas, para assim continuarem a ser rentáveis. Em muitas das formas que arranjam para atrair jogadores, o documentário mostra a contração por parte do Casino de Jovens femininas seminuas, realização de despedida de solteiros e realização de casamentos, torneios e várias festas temáticas.

Os telespectadores podem encontrar de tudo nesta serie, com todos os episódios a terem sempre cenas espetaculares, com clientes bêbados, discussões, agressões, o dia a dia do pessoal do casino, entre outras coisas.

Com o objetivo desta série a ser a publicidade aos casinos mais antigos do centro da cidade de Las Vegas, muitos já colocam a hipótese se esta possibilidade poderá ser proveitosa para os casinos mais antigos, devido às cenas bizarras que a serie transmite. Sendo cada vez mais difícil para estes casinos lutarem com casinos mais recentes, devido á oferta e variedade que esses casinos conseguem oferecer.

Nos primeiros episódios da série pode-se assistir a uma despedida de solteiro muito selvagem com direito a segurança elevada, um jovem dealer de blackjack que tem que aprender rapidamente como lidar com uma mesa de poker para fazer parte do torneio de poker anual do hotel. Pode-se ver também a corrida de uma jovem piloto de apenas 16 anos de carros de corrida, chamada de Hayley Lager, filha de um dos diretores do Casino e que o Casino Binion patrocinou, no entanto a corrida parece não ter corrido da melhor maneiro a jovem piloto. Para além da corrida a Hayley Lager posou para várias fotos com turistas.

Uma das cenas caricatas dos primeiros episódios foi um jovem canadense que estava sem camisa e que foi solicitado a vesti-la pelos agentes de segurança, e o jovem em vez de a vestir retirou as suas calças. O que é certo é que este documentário promete emoção e adrenalina em todos os episódios que serão transmitidos pela TLC.

 

Canal A&E encomenda reality show protagonizado pelos irmãos Wahlberg

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O canal A&E encomendou Wahlburgers, uma nova série não-roteirizada (ou reality show, para os mais íntimos), que será estrelada pelos irmãos Mark and Donnie Wahlberg.

A série tem previsão de estreia para o dia 22 de janeiro de 2014, e vai seguir os irmãos (que fizeram parte da finada boy band New Kids On The Block) em sua jornada de volta para a sua cidade natal, Boston, onde eles vão encontrar e ajudar o seu irmão, Paul, que é dono de uma hamburgueria. O nome da série é o mesmo do estabelecimento, e a série será uma forma da audiência conhecer o homem que inspirou a criação do personagem Johnny Drama (de Entourage) e a sua espirituosa mãe, Alma.

Vamos assistir isso, certo?

Via TV Guide

[Especial] O que esperar de The Million Second Quiz, o reality show 24-7 da NBC?

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Chegou o dia. Ou melhor, a noite. A partir de hoje à noite (09) nos Estados Unidos, e pelos próximos 11 dias (mais precisamente 11 dias, 13 horas, 46 minutos e 40 segundos… ou 1 milhão de segundos), a NBC vai dedicar a sua programação ao seu novo reality show, The Million Second Quiz, que será apresentado por ninguém menos que Ryan Seacrest (sim, o mesmo de American Idol).

O canal construiu um cenário gigante no meio de Manhattan (Nova York), em forma de ampulheta. A estratégia, segundo o produtor executivo da atração, David A. Hurwitz, é “se você quer ver algo em escala, precisa vir para Nova York. Além disso, esse é um jogo que nunca para, em uma cidade que nunca dorme”. Nesse aspecto, faz todo o sentido a escolha. Na verdade, a estreia de The Million Second Quiz vai acontecer em um estúdio aéreo na cidade de Nova York, uma vez que os produtores querem utilizar na parte que será exibida ao vivo na NBC a vista da própria cidade.

Mas o objetivo do canal é promover a grande interatividade que o programa propõe junto ao público. Para isso, o estúdio onde os participantes ficarão será co paredes de vidro, permitindo que a audiência veja o tempo todo o que está acontecendo. É claro que, se tudo der errado, a NBC tem um “plano B”, principalmente se as condições climáticas forem extremas (muito calor ou muito frio).

A NBC aposta que o programa tem todo o potencial necessário para ser o grande novo hit da TV em anos (exceto The Voice). Ryan Seacrest descreve o programa como um “híbrido” entre esporte e game show, e espera que isso seja o suficiente para ser considerado inovador o suficiente para despertar o interesse do espectador em larga escala. O programa também tem a importante missão de dar um empurrão para a nova programação do canal para a fall season.

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A exibição do horário nobre de The Million Second Quiz é dividida em três segmentos. na primeira rodada, o competidor senta na “cadeira do dinheiro”, onde precisa ficar pelo máximo de tempo possível para acumular dinheiro. O cidadão vai competir contra alguém da audiência.

O vencedor vai enfrentar no segundo segmento outro adversário selecionado pela produção na noite anterior do programa, que já enfrentou um jogador vindo da internet, e que será trazido para Nova York para participar do programa.

No terceiro segmento, temos o “winner’s defense”, onde o vencedor da segunda rodada vai enfrentar o melhor jogador das últimas 24 horas (que já passou pelas duas primeiras rodadas antes). O vencedor leva a grana que o perdedor acumulou até aquele momento, e fica na cadeira do dinheiro.

A audiência pode ver pela internet (via NBC.com) o que os competidores do “Winner’s Row” estão fazendo. As 23 horas não televisionadas do programa vão mostrar os demais jogos que acontecem no estúdio em Nova York, onde populares presentes e jogadores online podem jogar com esses competidores, pelo site do programa ou pelo aplicativo via smartphone ou tablet. Durante a hora exibida na NBC, a audiência pode jogar junto com o programa ao vivo, através dos dispositivos móveis.

O programa chega ao fim no dia 19 de setembro, quando os quatro últimos competidores disputam o posto na cadeira do dinheiro pela última vez, por um prêmio de até US$ 10 milhões. O prêmio mínimo que o programa vai entregar ao vencedor é de US$ 2 milhões.

Ainda nesta semana, vamos passar as nossas primeiras impressões sobre The Million Second Quiz.

Via THR

NBC vai lançar reality show que vai ficar no ar por 24 horas, durante 12 dias consecutivos

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A NBC avisa: “no próximo verão, vocês vão descobrir o verdadeiro significado de ‘tempo é dinheiro'”. The Million Second Quiz, o novo reality show do canal, está confirmado, e já tem até conta oficial no Twitter. Mas o programa passaria batido se não fosse por um “pequeno” detalhe: o programa vai durar doze dias consecutivos, e será exibido no canal do pavão durante 24 horas. Isso mesmo. 12 dias seguidos de um programa só no ar.

Não, você não leu errado, e eu não traduzi errado. Tomei o cuidado para checar tudo direitinho. The Million Second Quiz vai contar com uma ampulheta gigante cravada em Nova York, que vai servir de casa para os concorrentes do jogo. Na verdade, a proposta do reality não está muito clara, e o pouco que a NBC revela é que o programa “vai testar os limites do conhecimento, da perseverança e vontade de vencer dos competidores, e como eles lutam entre si nos diversos desafios em formato de trivia (perguntas com múltiplas respostas) por 12 dias e 12 noites consecutivas”. O prêmio? US$ 10 milhões em dinheiro.

O responsável por aquilo que eu chamo de “a maior excentricidade da já desesperada NBC dos últimos anos” (e estou sendo educado para não usar termos inapropriados nesse post) é Paul Telegdy, presidente da programação alternativa dos horários da tarde e da noite na NBC Entertainment. Paul afirma que o programa é “um game show, um experimento social, e um evento interativo ao vivo, tudo isso combinado em uma experiência de entretenimento única”. O executivo descreve The Million Second Quiz como “algo excepcional”, e que ele fica admirado em como a tecnologia avançou para que todos nos Estados Unidos possam participar ativamente de algo que jamais foi feito na televisão.

Uma vez que o programa será exibido 24 horas por dia (de novo, não há erro de tradução aqui: é isso mesmo que eles vão fazer), as afiliadas da NBC poderão interagir com os telespectadores, que poderão jogar em tempo real e, por tabela, aparecer no programa. O horário nobre será dedicado aos desafios mais tensos e complexos para os moradores da “ampulheta”.

Só o tempo vai dizer se The Million Second Quiz será o novo megahit da TV norte-americana. A princípio, parece mais um ato desesperado de Bob Greenblatt e sua turma, em busca de audiência. Se pararmos para pensar que o último reality que a NBC lançou (Ready for Love) foi cancelado com apenas dois episódios exibidos, e que eles perdem na demo 18-49 hoje para o canal latino da Telemundo, o programa que estreia durante o verão norte-americano tem tudo para ser uma das coisas mais bizarras já exibidas na história da TV. Mas… vai que dá certo?

E está lançado o desafio. De 24 horas por dia. Por 12 dias. Nem eu acredito nisso.

Via The Hollywood Reporter

Simon Cowell lança competição de talentos no YouTube

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Simon Cowell é um gênio. Afinal de contas, além de estar envolvido com programas musicais de sucesso como The X-Factor, Britain’s Got Talent e American Idol, e lançar superestrelas da música, como o One Direction, Leona Lewis e Il Divo, ele tem como ato mais heroico colocar ao mundo os Telettubies. Tá, eu estou brincando. O próximo investimento do executivo que só usa três tipos de roupas diferentes é buscar um talento genuíno na seara mais farta da internet: o YouTube.

Cowell apresenta o The You Generation, que é um projeto feito em parceria com o maior site de vídeos online do planeta, onde a cada, dois vencedores serão escolhidos, concentrando assim 26 candidatos a grandes prêmios. Tudo o que você precisa fazer é mostrar o seu talento ao mundo. E para Simon Cowell.

Não estamos falando de talentos musicais apenas. Qualquer coisa serve. Qualquer tipo de talento realmente interessante pode ser escolhido para ser um dos finalistas do The You Generation. Os vencedores serão escolhidos pelo próprio Simon Cowell, executivos da indústria do entretenimento e alguns astros da música/cultura pop. Na semana de estreia, os convidados especiais são uma das descobertas de Cowell, o One Direction.

A competição começa no dia 20 de março, e seus episódios serão exclusivamente exibidos no YouTube. Veja abaixo um vídeo/trailer do projeto.

 

 

Via YouTube, SlashGear

 

Reality Show baseado em Girls? (rumor)

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Vai pra lá, Lena Dunhan! As verdadeiras garotas de NYC estão chegando!

Bom, é o que diz o The Hunnfington Post
nessa notícia. Uma “empresa de produção de TV vencedora do Emmy” publicou no site Craigslist que está procurando jovens na faixa dos 20 anos de idade, que morem em Manhattam e no Brooklyn, dois bairros da Big Apple. Quem se encaixasse nesse perfil, que mandasse e-mails para eles. No anúncio, eles deixam claro que procuram pessoas que sejam “muito educadas e com boa carga cultural”. Algo que lembra um pouco a moça mais hypada da TV no momento.

Enquanto alguém tenta fazer um reality show inspirado em Girls, a série da HBO é uma das mais comentadas no momento. Recentemente, contou com participações de peso, como Donald Glover e Rita Wilson, e recentemente, Alec Baldwin disse que espera ser convidado para uma participação na série.

American Idol segue relevante na temporada 12? E… você vai assistir?

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Sem tanto hype como no passado, hoje estreia nos Estados Unidos a decima segunda temporada de American Idol, com a sua já tradicional semana inicial de seletivas, com dois episódios duplos. Mas, depois de 12 anos, não podemos mais dizer que Idol tem aquele mesmo aspecto de inovação do passado. Na verdade, o programa se tornou mais uma jogada de marketing como tantos outros, mas sem surpreender a audiência com suas tentativas de variação na fórmula e, principalmente, no conteúdo.

Mas o “fator surpresa” é essencial para um sucesso contínuo na TV? Ou a fórmula Idol de realitys segue sendo relevante para competidores e telespectadores? E a pergunta mais importante de todas: vale a pena assistir a nova temporada? Ou é melhor gastar o tempo assistindo outra coisa? Abaixo, alguns argumentos válidos para o “assista” ou o “não assista”.

Sangue novo

Assista: com a entrada de novos jurados (Mariah Carey, Keith Urban e Nicki Minaj), o programa ganha em diversidade musical e visibilidade. Os executivos da Fox acreditam que a inclusão dos novos jurados revigorou o programa, principalmente pelo fato de oferecer novas visões dentro do cenário atual do mercado musical. Além disso, algumas audições foram realizadas em cidades consideradas menores, o que muda as perspectivas na aquisição de novos candidatos.

Não assista:
a bancada de jurados vem mudando muito nos últimos anos, e nessas mudanças, está muito claro que se perdeu o aspecto do “a busca pelo novo superstar” (como o próprio programa propõe) para ser uma oportunidade muito interessante de negócios para os envolvidos. Steven Tyler, Kara DioGuardi e Jennifer Lopez são ótimos exemplos de artistas que deram uma bela impulsionada em suas já bem sucedidas carreiras por participarem de American Idol. Não é de se duvidar que Mariah, Minaj e Urban façam o mesmo. Isso, sem falar que a capacidade das duas novas juradas em avaliar cantores é algo, no mínimo, bem questionável.

Representatividade nos gêneros musicais

Assista:
American Idol é um sucesso por ajudar a colocar no mercado alguns dos melhores artistas pop e country dos últimos 12 anos. Kelly Clarkson e Carrie Underwood são ótimos exemplos disso. A inclusão de Urban, que está no universo country aumentam as possibilidades de encontrar mais um grande artista do segmento. Urban, apesar de ser da Nova Zelândia, viveu 20 anos em Nashville, a meca da música country nos EUA.

Não assista:
se você é fã de rap ou hip-hop, esqueça essa temporada de American Idol. Nicki Minaj já afirmou que não acha que um rapper tem que estar nesse tipo de competição, e não acredita que um rapper (ou um artista de hip-hop) genuíno vai estar em um programa como esse. Além disso, Nigel Lythgoe, produtor do programa, afirma que “hip-hop é um estilo de vida, e não um gênero musical típico de Idol“. Preciso dizer mais alguma coisa?


Audiência

Assista: American Idol ainda entrega uma boa audiência para a Fox. É claro que não é a mesma coisa do seu auge (mais de 35 milhões de média), mas o final do ano passado deu uma audiência de 21.49 milhões de média, o que resulta em uma diferença muito grande em relação aos seus concorrentes do gênero (The X Factor, com 9.65 milhões, The Voice, com 12.28 milhões e America’s Got Talent, com 10.59 milhões – todos esses números relacionados aos finais de suas respectivas temporadas).

Não assista:
dito tudo isso, os números de American idol vem despencando ao longo das últimas temporadas. O final da temporada 11 registrou uma queda de audiência de 25% em relação ao final da temporada 10. Tudo bem que existem muitas outras opções de entretenimento hoje, com vários canais de TV aberta e a cabo, internet, streaming, Netflix, Hulu e derivados, e cada um dos realitys musicais (incluindo The Voice, que é considerado um hit na NBC) perderam, em média, de 18 a 20% de sua audiência de uma temporada para outra. Mesmo assim, Idol perdeu mais que os outros. E esse é um sinal claro de alerta.

Capacidade de produzir grandes astros


Assista:
American Idol é ainda o único reality musical que criou artistas de sucesso, reconhecidos no mundo todo. Kelly Clarkson e Carrie Underwood, mais uma vez, são a prova disso, e os últimos 11 vencedores do programa venderam (somados) mais de 200 milhões de cópias de seus discos. Você pode não mais ter ouvido falar de Phillip Phillips, vencedor da temporada 11, mas ele obteve platina triplo do seu single vencedor do programa, “Home”. E, no ano passado, só Adele conseguiu isso. Ah, sem falar no sucesso e não-vencedores, como Jennifer Hudson e Katharine McPhee, no cinema e na televisão.

Não assista: o sonho de ser o vencedor de American Idol está restrito a um único tipo de artista? Exemplo: as jovens cantoras simplesmente foram descartadas da lista de vencedoras nas últimas cinco temporadas, onde só os homens venceram. E pior: nas últimas temporadas, o que dominou o cenário central do vencedor foi aquele artista com uma guitarra ou violão na mão. Lythgoe afirma que, em 2013, as mulheres estão muito fortes para vencer, mas todos os anos ouvimos a mesma coisa, e no final, não são os critérios musicais que determinam o vencedor. Cantar é só um detalhe. A fórmula Idol em muitas vezes resultou que os fatores carisma, personalidade e “tenho cara de sofrido, votem em mim” foram mais importantes na escolha da audiência do que o fato de ser o melhor cantor (ou cantora).

Então… você vai assistir American Idol nessa temporada? Ou vai deixar de ver as brigas entre Mariah e Minaj?

Reality show Monster Man estreia em 13 de janeiro, no SyFy

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O Syfy estreia no dia 13 de janeiro de 2013, às 22h, o reality show Monster Man. O programa mostra os bastidores de um dos principais profissionais responsáveis pela criação de monstros de produções hollywoodianas, Cleve Hall. Com suas filhas Constance e Elora Hall, a ex-esposa Sonja Maddox-Hall, seus melhores amigos Roy Knyrim e Johnny Saiko, e a empresária Cindy Miller, Hall forma a equipe da SOTA FX, a companhia que cria as mais bizarras criaturas vistas em filmes e programas de TV.

No primeiro episódio da série, “Seeing Double”, a equipe de Cleve já enfrenta um desafio duplo. Sean Cunningham, o diretor do primeiro filme Sexta-Feira 13, pede à SOTA FX a criação de gêmeos siameses, que serão separados, para seu próximo filme. Ao mesmo tempo, a produtora de filmes Asylum encomenda a construção de um tubarão de duas cabeças.

Cleve Hall é especialista em efeitos especiais e maquiagem, e ator. Ele cresceu próximo ao cemitério na Flórida e sua mãe sempre o levava para assistir a filmes de terror. Influenciado pelo filme Godzilla vs Coisa, Cleve criou uma fantasia do monstro japonês, que o fez ser contratado pela Six Flags, uma das maiores companhias de parque de diversões, para criar novas fantasias. Com mais de 30 anos de experiência, Hall já desenvolveu criações para produções da Paramount Pictures, DreamWorks, Warner Bros e Disney, incluindo os filmes Como Treinar o seu Dragão, Ed Wood e As Grandes Aventuras de Pee-Wee. Também foi indicado ao Emmy pelo trabalho realizado no programa infantil norte-americano Yo Gabba Gabba e criou adereços para bandas como Alice Cooper e Kiss.

Monster Man será exibida aos domingos, às 22h, com reapresentação às segundas-feiras, às 13h e domingos, às 19h.

Via Assessoria de Imprensa – SyFy Brasil

Como começou a segunda temporada de The X-Factor USA?

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It’s Time To Face The Music! Again!

The X-Factor USA
está de volta, com uma nova proposta, novos jurados, nova roupagem… enfim, tudo novo para uma nova temporada. A Fox aposta no reality para alavancar a audiência de suas produções, além de fazer a dobradinha musical com Glee nesse segundo semestre. E mais: competir de forma séria com o principal sucesso da NBC, o outro reality musical, The Voice (mais para frente falamos dele). E no meio de tantas mudanças, chego à conclusão que elas foram pontuais, necessárias e já surtiram resultados positivos nos dois primeiros episódios exibidos.

Para começar (e só para confirmar o que já pensava desde o começo da temporada passada)… caro Steve Jones: você é totalmente dispensável, e não faz a menor falta em The X-Factor USA! NENHUMA! Foi uma felicidade não ter que topar aquele ar britânico esnobe, que não deixava ninguém falar, e com a carisma de um botijão de gás (quem mora em cidades do interior e/ou residências sabe do que estou falando). Fato é que, sem apresentador ou narrador dizendo a cada 10 segundos “It’s Time To Face The Music”, The X-Factor USA se tornou um programa muito mais agradável. E esse ganho foi inestimável ao programa.

Por consequência disso, a Fox mudou a abordagem da edição do programa. Uma vez que o reality não conta com apresentador nessa primeira fase (e, particularmente, acredito que isso vai se manter dessa forma até o momento das performances ao vivo, pelo menos), The X-Factor USA passou a ter um ar mais “reality”, adotando o estilo documentário para apresentar os candidatos, bastidores do programa, bastidores dos jurados e performances. Os dois episódios exibidos lembram mesmo um grande documentário musical, onde a fotografia e edição do programa está bem diferente do que na primeira temporada. E, ao meu ver, diferente, para melhor.

Uma coisa que a produção do programa prometeu foi dar mais foco nessa temporada aos candidatos do que na disputa interna dos treinadores. De fato, essas “briguinhas pautadas” entre os mentores foi uma das coisas mais chatas da primeira temporada. E, pelo menos nesses primeiros dois episódios, a Fox cumpriu com o prometido. As audições de The X-Factor USA vistas até aqui se focaram bastante nos competidores e seus contrastes, mostrando “heróis” e “vilões”, como todo reality musical da Fox precisa ter. Além, é claro, dos candidatos bizarros, que sempre são bem vindos. Nesse ponto, a Fox “bebe da fonte” da NBC, que tem o sucesso de The Voice calcado no talento real dos seus candidatos, e garante a diversão na interação dos treinadores.

É claro que a Fox vai precisar de tempo para que Demi Lovato e Britney Spears se mostrem como mentoras/juradas de verdade. Por enquanto, elas contam com a simpatia do público, mas uma hora, vão ter que “trabalhar” nas funções designadas. Britney sacou isso mais rapidamente, e já começou a se impor no programa, colocando de forma sutil as suas observações musicais. Já Lovato ainda está descobrindo o que fazer. Mas nem dá para condenar as duas posturas. Afinal, só dois programas foram ao ar. Acho que isso será bem mais determinante nos episódios de performances ao vivo.

Por fim, a segunda temporada de The X-Factor USA começou bem, e o reality, pelo menos no começo, já está melhor que na primeira temporada. Aqui, com mudanças profundas, já vemos melhoras interessantes no programa, e minhas expectativas sobre o sucesso do show aumentaram. Bom, pelo menos me animaram bastante. Ano passado, teve momentos que eu quis desistir. Mas muito por causa do mala do Steve Jones.

Se você não tem acesso aos “canais dos EUA”, saiba que a segunda temporada de The X-Factor USA estreia no Canal Sony no dia 2 de outubro.

Retorno de Randy Jackson como jurado de American Idol está confrimado, diz o TV Line

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Ele saiu de American Idol, mas provavelmente você nem percebeu. Na verdade, tudo foi muito confuso. Muitos rumores davam conta que a jornada do jurado mais antigo do reality-show da Fox, Randy Jackson, estava chegando ao fim, e que no lugar dele, assumiria o cantor Enrique Iglesais. Porém, o TV Line confirma que o único jurado da formação original do programa fará a décima segunda temporada ao lado de Mariah Carey e mais um ou dois outros músicos que ainda serão confirmados.

Vale lembrar que a temporada 12 de American Idol começa em janeiro de 2013, e que a essa altura do ano, ela já estaria em produção, com as audições acontecendo pelas cidades nos Estados Unidos. A indefinição fatalmente atrasa o início das seletivas, e podem afetar o cronograma do programa. Inicialmente, os rumores indicavam que Jackson não seria mais jurado do programa, e  sim, “mentor”, assim como faz Jimmy Iovine. Porém, uma mensagem enviada por Simon Cowell levantou a hipótese do acerto com o músico: “ouvi dizer que Randy está de volta em Idol. Decisão correta”, disse o treinador de The X-Factor USA.

A Fox se recusa a comentar o assunto. Vale lembrar que o canal estava negociando (e com alguns deles segue negociando) com Nicki Minaj, Keith Urban e Adam Lambert para completar a bancada de jurados. Segundo o TV Line, o acerto com Enrique Iglesias não aconteceu, e isso seria decisivo para o retorno de Randy à sua função original. Alguns veículos norte-americanos afirmam que Minaj e Urban são os mais prováveis novos membros do programa.

Via TV Line

The Glee Project é MUITO MELHOR que Glee! E eu posso provar!

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Antes de qualquer coisa: para os leitores com a mente mais limitada, é sempre bom “desenhar” (porque explicar não dá) que esse é um texto bem humorado. Tá, é um saco ter que explicar a piada, mas algumas pessoas levam tudo tão à sério, que é necessário fazer esse adendo. Esse texto não visa ser “a palmatória do mundo”. Só quer emitir opiniões pessoais (imparcialidade não é o forte desse blog, e nunca vai ser) com bom humor, sarcasmo e ironia.

Logo, se você vai se ofender com o que vai vir a seguir… azar o seu!

Mas o fato é que: Ryan Murphy é um GÊNIO! E até o Emmy dessa vez concorda comigo. Tanto, que ele vai receber um Emmy honorário, só pelo seu “conjunto da obra” (de apenas três séries… e The Glee Project).

Se você nunca ouviu falar em The Glee Project (Oxygen), você não sabe o que está perdendo vendo o seu “spun off”, Glee (Fox). Dentre os reality competitons que temos na TV norte-americana, essa produção se destaca por ser simplesmente tudo aquilo que a gente sempre sonhou ver em Glee, mas Ryan Murphy nunca deixou acontecer: uma história. Cheia de clichês, momentos constrangedores, plot twists que os candidatos já sabem, reações espontâneas e tudo o que um reality show pré formatado merece ter. Mas com elementos que você só encontra em The Glee Project.

Pra começar, Ryan Murphy tomou a sábia decisão de colocar o seu reality em um canal minúsculo, o Oxygen, que não era absolutamente nada há dois anos atrás. Ou vai me dizer que você sabia da existência desse canal? Para você ter uma ideia, o Oxygen foi literalmente descoberto com The Glee Project. E isso não é para qualquer um. Depois, ele conseguiu o sonho de todo e qualquer roteirista de TV: ter “personagens” em forma de candidatos. Todos prontos como “personagens”. Mas todos disputando “o melhor prêmio da TV: um arco de sete episódios em Glee”. E ele vendeu muito bem essa ideia.

E, como cereja do bolo… ele aparece na TV fazendo caras como essa…

Ou então, essa…

Admita: como não resistir?

Voltando aos candidatos (que são os verdadeiros astros do programa), você tem um genuíno bando de perdedores (sem querer ofender ninguém, mas essa sempre foi a ideia de Glee), que até possuem talento, mas seus medos e inseguranças os tornam ainda candidatos incompletos, que precisam se desenvolver e até mesmo se descobrir em alguns casos durante o programa… fazendo coisas que exigem que eles tenham um pouco mais de talento. E eles não possuem esse talento todo! Veja bem, não é maldade da minha parte. É um fato estatístico. A maioria dos adolescentes ainda não estão prontos como seres humanos para fazer qualquer coisa na vida. As exceções se destacam, e viram especiais naquilo que fazem (ok, toda regra tem sua exceção; vide o Justin Bieber e os Jonas Brothers).

Mas serem perdedores incompletos é a grande graça de The Glee Project. Você vê os típicos dramas e conflitos de adolescente projetados na tela, como crises existenciais, duelos de ego e não aceitação da própria imagem sendo elevados a níveis realmente excêntricos (como o caso de um candidato que “estava se descobrindo como bissexual” durante a temporada… aliás, que história chata…), e mesmo assim, eles não desistem. Sabe, essa é até uma mensagem positiva do programa (e, sem brincadeira, é algo que Glee também tenta passar): mesmo você sendo subestimado por todos, se você tem um sonho, nada vai te parar. Exceto o Ryan Murphy fazendo um “poker face”, te eliminando do programa, é claro!

E o melhor de tudo é ver essa combinação de imaturidade, falta de talento e fé no futuro em algumas situações que vão “do genial ao bestial” com apenas um episódio de diferença. É diversão garantida. Tanto pelo lado positivo quanto para as ótimas risadas rendidas.

Os treinadores são outros elementos importantes de The Glee Project. Além de serem os mesmos que trabalham com os profissionais de Glee, eles atuam de forma quase paternal com os candidatos. Pode ser estranho e engraçado, mas isso fez com que eles fossem carismáticos para o público também.

Ok, em situações normais de temperatura e pressão, essas pessoas não poderiam dar 10% de trabalho que dão, mas mesmo assim, eles fazem de tudo para que os seus pupilos se saem bem. Nem sempre conseguem, pois talento não se enfia goela abaixo. Mas eles se esforçam. E com o bônus que eles são muito mais mentores do que Will Schuster foi em qualquer momento das três temporadas de Glee.

Por fim, The Glee Project apresenta tudo o que há de mais espontâneo no adolescente norte-americano atual. Se a “cultura do perdedor” está na moda, o programa que mais representa isso hoje é The Glee Project, onde o que importa é se você é mais ou menos diva, confiante ou covarde, centrado ou desobediente. Tem as músicas no momento certo, ninguém sai cantando pelos corredores do set de gravação do nada…

… e tem o Ryan Murphy!

Então, se eu sou você, desistia agora de Glee, e ficava direto com The Glee Project. É o melhor de Glee, mas sem a Lea Michelle, o Cory Monteith, o Chris Colfer, o Matthew Morrison…

The Voice Brasil: treinadores já estão definidos. Descubra quem são nesse post!

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The Voice Brasil está programado para ir ao ar na tela da Globo no segundo semestre de 2012, sempre aos domingos. e um dos mistérios mais bem guardados pelos realizadores do programa é a bancada de treinadores, ou os responsáveis por selecionar os talentos que passarão pelas audições. Pois bem, esse mistério chegou ao fim. Veja abaixo quais são os escolhidos para a nobre missão.

Pela ordem (da esquerda para a direita, de cima para baixo): Carlinhos Brown, Claudia Leitte, Daniel e Lulu Santos. A informação é confirmada pelo site oficial do programa, e já é divulgada em larga escala pela imprensa brasileira. São eles que vão selecionar os cantores, e oferecer a chance aos talentos de levar para casa um prêmio de R$ 500 mil e um álbum gravado pela Universal Music.

As seletivas nacionais já começaram, mas é possível se inscrever para o programa pela internet (www.globo.com/thevoicebrasil) ou enviar seu vídeo pelos Correios (Caixa Postal 70624 – CEP 22740-970 – Rio de Janeiro/RJ).

Para mais informações sobre The Voice Brasil, clique aqui.

Você (sim, você) pode participar da edição brasileira de The Amazing Race!

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Agora sim, podemos dizer que teremos uma edição nacional do The Amazing Race, e não o “A Corrida Extraordinária”. O canal Space abriu as inscrições para a quarta temporada do programa, que traz mudanças profundas no seu formato.

Pela primeira vez, The Amazing Race terá um apresentador brasileiro, e 100% das duplas formadas por brasileiros. O canal recebe as inscrições dos participantes até o dia 01 de março. Qualquer pessoa que esteja disposta a enfrentar todas as etapas da corrida em uma dupla (amigos, namorados, familiares, colegas de trabalho e outros tipos de relações) devem preencher o formulário no endereço www.canalspace.com.br, acompanhado de um vídeo publicado no YouTube, onde a dupla deve explicar as razões pelas quais acreditam que podem encarar o desafio, e disputar o prêmio final de US$ 250 mil.

A versão brasileira de The Amazing Race será produzida pela Disney Media Distribution Latin America, e estreia no Space em setembro de 2012, e será exibido para toda a América Latina.

Via Assessoria de Imprensa

Terceira Temporada de The Amazing Race América Latina estreia no Space em 25 de setembro

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Adrenalina, aventura, ação e tensão são os protagonistas da terceira temporada da versão latino-americana de THE AMAZING RACE, no qual os participantes superam seus limites em uma vertiginosa corrida pelos países da América Latina durante 13 capítulos de uma hora. A série estreia no canal Space no dia 25 de setembro, às 19h*. Em seguida, a apresentação dos episódios acontece todos os domingos, às 19h*, e nas terças, às 21h*.
 
O programa é conduzido por Harris Whitbeck e produzido pela Disney Media Networks Latin America. Nele, vinte e duas pessoas reais (e não personagens de cinema ou de séries de TV), divididos em 11 equipes, viajam por toda a América Latina utilizando uma gama enorme de meios de transporte, desde aviões até barcos e carros alugados. Em cada ponto da corrida há uma pista que leva as duplas ao próximo destino, desconhecido até então. Sempre passando, é claro, por provas físicas e mentais, que envolvem as estratégias para vencer o jogo.
 
Cada uma das 11 equipes é composta por pessoas que possuem alguma relação pré-estabelecida (familiares, amigos, colegas de trabalho etc.). Este ano, os participantes são dos seguintes países: Chile, Venezuela, Costa Rica, Equador e Peru (cada um com uma equipe); além de Argentina, México e Colômbia (com duas equipes).

THE AMAZING RACE, cuja versão americana caminha para a sua 18ª temporada, é um dos programas de maior êxito e de audiência em todo o mundo. Criado por Elise Doganieri e Bertram Van Munster e produzido por Jerry Bruckheimer, o reality ganhou sete Primetime Emmy® Awards, incluindo seis “Outstanding Reality-Competition Program”.
 
*Horário de Brasília. Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.

via assessoria de imprensa