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Até o Jon Cryer quer que Jon Hamm vença o Emmys 2015 por Mad Men

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No Emmy Awards, os integrantes de uma categoria votam nos indicados daquela mesma categoria. Ou seja, roteiristas votam no roteiro, diretores em direção, e elenco nas categorias de elenco. Jon Cryan (Alan Harper de Two And a Half Men), já deixou claro qual é a sua preferência para esse ano para Melhor Ator em Série Dramática: Jon Hamm (Mad Men). E estou com ele nessa escolha.

Sempre defendi a teoria que Jon Hamm só não venceu o Emmy antes nessa categoria porque Bryan Cranston e seu Walter White em Breaking Bad existia. E provo essa teoria: desde 2008 (ano da primeira indicação dos dois nessa categoria por suas respectivas séries), Cranston venceu por quatro vezes. As outras quatro conquistas foram ‘pontuais’, ou porque Breaking Bad ou Mad Men não eram elegíveis (já que a AMC dividiu algumas temporadas dessas séries em duas partes), ou porque as injustiças acontecem no Emmy Awards, e todo mundo sabe disso.

Um exemplo de injustiça foi na temporada 2010-2011 (63th Emmy Awards), onde Kyle Chandler venceu a categoria de Melhor Ator em Série Dramática, por Friday Night Lights. Nesse ano, Bryan Cranston não estava indicado, e tudo indicava que Hamm finalmente levaria o prêmio, depois de perder para o intérprete de Walter White nos últimos três anos. Porém, o corporativismo rolou solto, e como era a temporada final de FNL, eles decidiram eternizar o Coach Taylor.

Ironicamente, esse é um dos motivos pelos quais Jon Hamm merece ganhar: eternizar Don Draper como um dos personagens mais icônicos da história da TV.

Em 2011-2012 (64th Emmy Awards), Hamm e Cranston perderam para a atuação soberba de Damien Lewis em Homeland. Aqui, não houve injustiça. Foi o frescor da novidade oferecida pelo Showtime, e porque a atuação de Lewis foi realmente espetacular na primeira temporada da série.

E em 2012-2013 (65th Emmy Awards), a maior injustiça de todas. Com Cranston indicado pela primeira metade da temporada final de Breaking Bad, e Jon Hamm mais uma vez indicado por Mad Men, quem venceu na categoria foi Jeff Daniels, por The Newsroom. Ok, eu entendo que a série da HBO foi muito boa na primeira temporada, e que o personagem de Daniels era o eixo central da trama. Mesmo assim… rolou um baita corporativismo ali.

E que fique o registro que Daniels deveria ter esse Emmy recolhido, já que topou fazer Debi & Lóide 2…

Enfim, chegou a hora para Jon Hamm levar esse Emmy de Melhor Ator em Série Dramática. Apesar da categoria contar esse ano com dois ‘fantasmas do passado’ (Kyle Chandler por Bloodline, e Jeff Daniels por The Newsroom), e por Bob Odenkirk (Better Call Saul) e Kevin Spacey (House of Cards) serem considerados ameaças (não… não acredito nem nos meus mais loucos pesadelos que Liev Schreiber possa vencer por Ray Donovan…), acho que o principal critério nesse ano é a relevância do personagem Don Draper para a TV, assim como o talento de Hamm para compor esse interessantíssimo personagem.

Se o Emmys 2015 vai homenagear Mad Men por tudo o que ela representa para a TV norte-americana, tal homenagem não é completa se o seu protagonista não for finalmente coroado por comandar essa obra de forma única. Quero imaginar que dessa vez os votantes vão repetir os exemplos feitos com James Gandolfini (The Sopranos) e James Spader (Boston Legal), que venceram nas suas temporadas finais, para fechar com chave de ouro a passagem do personagem pela TV.

Chegou a hora de Jon Hamm ser eternizado por Don Draper. Finalmente.

Audiência nos EUA | O series finale de Mad Men

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Mad Men chegou ao fim. A aclamada série da AMC teve o seu episódio final exibido na noite do último domingo (17), e teve uma audiência total de 3.3 milhões de telespectadores, com uma demo 18-49 anos de 1.4. Nos dois índices, foram os melhores números para um final de temporada da série.

Comparado com o final da primeira parte da temporada final, o ganho de audiência de Mad Men foi de 74% e 64%, respectivamente. Duas curiosidades divertidas: o finale da sexta temporada da série obteve 2.7 milhões de audiência geral, enquanto que a estreia da série (em 2007) obteve 1.7 milhão de telespectadores.

Na audiência geral, o series finale só não é melhor do que a estreia da quinta temporada (com 3.5 milhões) e a estreia da sexta temporada (3.4 milhões).

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Mad Men, e porque você precisa dar valor para a temporada final

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Mad Men (AMC) iniciou a sua temporada final, e esse é considerado um grande evento. É uma das séries mais importantes dos últimos anos, e desde a sua estreia (agosto de 2007), a série ganhou quatro Emmy Awards consecutivos como melhor drama, redefinindo o gênero em vários níveis.

Mas para aqueles que não viram ou não se apegaram à série, a pergunta que vem à cabeça é: por que tanta gente está se importando com o final de Mad Men?

É verdade que a série de Don Draper não foi feita para todo mundo, e não chega perto da obsessão quase patológica pelo final de Breaking Bad, mas os fãs e críticos da história criada por Matthew Weiner querem dizer adeus da melhor forma possível.

Então… o que Mad Men tem para merecer toda essa atenção?

 

Mad Men, a série que colocou o AMC no mapa

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Um dos aspectos mais interessantes de Mad Men é como o seu sucesso inicial de crítica foi mais que suficiente para colocar no mapa um canal da TV a cabo dos EUA que de pacote básico, mas muito conhecido pelos seus filmes de terror no Halloween, pelo Fearfest e… só. O AMC estreava a sua primeira produção original em séries um ano depois do fim de The Sopranos na HBO. E deu sorte que ninguém encontrou outra série no mesmo nível para tomar o seu lugar.

O ‘vazio’ aproveitado pela AMC veio de um ex-roteirista de The Sopranos, Matthew Weiner, que apresentou o projeto primeiro para a HBO, que recusou. Com sorte, ele encontrou um canal que queria construir uma imagem de marca diferenciada dos seus concorrentes, através de produções originais, tal como a HBO fez no final da década de 1990.

Weiner teve total liberdade e controle criativo para fazer a sua série, inciando uma nova era na TV norte-americana, que é conhecida hoje como a ‘era das séries de autor’.

Esse sucesso imediato do AMC, tanto com Mad Men como com Breaking Bad, fez com que mais e mais canais a cabo apostassem em produções originais, buscando se posicionar no mesmo patamar de canais como HBO, Showtime, FX e, mais recentemente, a Netflix, que por conta de House of Cards conseguiu a visibilidade de público e crítica (depois, com Orange Is the New Black).

Podemos dizer que o AMC representa a evolução do modelo de negócio da HBO, e que a Netflix é uma evolução do formato adotado pelo AMC. Mas falaremos sobre isso em outra oportunidade.

 

Quem é Don Draper?

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Mad Men começa contando quem é Don Draper, o gênio das agências publicitárias de Nova York na década de 1960. Os homens que trabalhavam na Madison Avenue se consideravam a elite, e acreditavam que, por direito, poderiam querer o que quisessem, e tinham pleno controle do chamado ‘sonho americano’. Draper encara perfeitamente esse perfil, pois é um homem feito de si mesmo, se reinventando de uma origem muito humilde para ser um vencedor.

Mas Draper, como o próprio ‘sonho americano’, guarda segredos, e um lado obscuro e conflitante, que vai se revelando aos poucos. Mad Men é a crônica de como o seu protagonista vai caindo lentamente, e como o tempo muda tudo com muita velocidade. O próprio Draper não é capaz de adaptar na mesma velocidade, e em determinado momento ele não é capaz de seguir vivendo de sua superficialidade e ideias felizes na hora de vender uma campanha para um cliente.

E o início do fim para ele é marcado pela ascensão de uma nova geração, representada por Peggy Olson.

Se Draper lançou ao estrelado um então desconhecido ator como Jon Hamm, Peggy fez o mesmo com Elisabeth Moss. Mad Men é, em boa parte, a história de aprendizado e evolução de Peggy, que saiu da tímida secretária da primeira temporada para a experiente publicitária da sétima, vivendo todos os passos da liberação feminina durante a década de 1960.

 

Mad Men e seus personagens

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Uma das críticas mais comuns à Mad Men é que ‘nada acontece na série’, ‘sua narrativa é muito lenta’, e que muitas vezes eles querem passar mais tempo mostrando Don fumando e olhando pela janela do que contar uma história interessante.

Vale a pena explicar que Mad Men é uma história sobre seus personagens, onde as capas de Don Draper são descobertas, e o telespectador é testemunha sobre como ele vai resistir a se deixar levar pela epítome daquela vida perfeita que ele vendia, ou na luta de Joan por ser respeitada e valorizada pelo seu trabalho, ou sobre a evolução de Peggy na sua carreira profissional.

Com o avanço da série, seus personagens femininos ganharam mais importância: as aspirações laborais de Peggy, o crescimento de Sally como uma adolescente rebelde, a Betty que se sentia atrapalhada na imagem de perfeição do ‘sonho americano’, que a limitava como um acessório do seu marido…

Betty, Peggy, Joan e Megan ganharam importância em relação aos homens da série, que se limitaram a ser fósseis do passado. E de propósito.

Se The Sopranos era a referência do começo da década de 2000 nas produções televisivas, Mad Men estabeleceu uma evolução nesse padrão. É uma série onde o formato (ambientação da época, fotografia, a forma de compor os planos de cena, etc) é tão importante como o conteúdo, onde Don Draper redefiniu o conceito de ‘anti-herói’ que Tony Soprano definiu tão bem, e que, ainda que não pareça, tem um ótimo senso de humor.

Uma coisa é certa: quando Mad Men exibir o seu series finale, a TV nunca mais será a mesma.

Veja o teaser para a temporada 7 de Mad Men

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Para aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs de Mad Men, a AMC liberou um teaser para a sétima (e última) temporada da série.

No vídeo de 15 segundos, vemos apenas Don Draper (John Hamm) descendo de um avião. De onde Draper está vindo e onde está chegando são apenas algumas das perguntas que esperamos ver respondidas quando a série voltar para a primeira metade de sua temporada final, que estreia dia 13 de abril.

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American Film Institute divulga sua lista das melhores séries de 2013

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Todos os anos, o American Filme Institute (AFI) divulga uma lista das 10 melhores séries e filmes segundo sua avaliação. Em 2013, temos 4 séries novatas entre as premiadas, além de algumas ausências surpreendentes.

A Netflix teve duas de suas séries na premiação: Orange is the New Black e House of Cards. As outras duas séries novatas da lista são Masters of Sex (Showtime) e The Americans (FX). Em relação à lista de 2012, as ausências de Modern Family (ABC) e Homeland (Showtime) foram inesperadas, especialmente por se tratar de duas séries vencedoras do Emmy Awards. Ambas  não ficavam fora da premiação da AFI desde suas respectivas estreias.

A lista das 10 séries escolhidas pela AFI está abaixo. A lista está em ordem alfabética, sem nenhuma hierarquia entre as posições.

Breaking Bad (AMC)
Game of Thrones (HBO)
House of Cards (Netflix) [*]
Mad Men (AMC)
Masters of Sex (Showtime) [*]
Orange is the New Black (Netflix) [*]
Scandal (ABC) [*]
The Americans (FX) [*]
The Good Wife (CBS) [*]
Veep (HBO) [*]

[*] indica as séries que não estavam na lista de 2012

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Criador de Mad Men explica a temporada final dividida, e diz “não” para um spinoff da série

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Poucos dias depois da AMC anunciar que temporada final de Mad Men será dividida em duas partes, o criador da série, Matthew Weiner, deu uma entrevista para o site The Hollywood Reporter, onde ele falou pela primeira vez sobre as grandes mudanças que vão acontecer na série nessa sétima temporada.

“É uma estratégia do canal e eu falei sobre isso com eles”, disse Weiner ao THR. “Eu tenho que encontrar uma maneira de trabalhar com isso. É tudo o que eu posso dizer. Eu acho que é uma oportunidade”.

Entretanto, Weiner está convencido que ele não vai seguir os passos de outras séries da AMC, como The Walking Dead e Breaking Bad, que receberão spinoffs em breve.

“Não há chance. Não quero fazer julgamentos contrários em relação à ninguém, mas é isso. Esta é a série (Mad Men). Quando acabar, acabou”, enfatizou Weiner.

Os primeiros sete episódios da temporada final (The Beginning) serão exibidos na primavera (nos EUA) de 2014, enquanto que os sete últimos episódios (The End of an Era), na primavera de 2015.

“Cada temporada será uma nova história, e eu não quero que isso seja entediante, mas também não quero que a audiência nos abandone”, disse Weiner. “Por mim, eu começaria tudo de novo, e esse é o tipo de coisa que acontece com a audiência a cada temporada, quando eles se sentem muito felizes ao ver o episódio de retorno da série, e quando uma nova história começa a ser contada no segundo episódio, eles começam a ficar impacientes, e ficam mais impacientes ainda quando percebem que o terceiro episódio é uma nova história”, completa Weiner.

No próximo domingo, a série de Weiner está competindo em 10 categorias no Emmy Awards 2013, incluindo a categoria de Melhor Série Dramática. O criador de Mad Men afirmou que tem algumas superstições e rituais em relação à sua série, mas que está mais tranquilo na premiação desse ano: “é apenas uma questão de ficar calmo, empolgado para ver todos, e para mim, eu tenho sorte por estar lá. Isso não acontece com todo mundo”, afirma Weiner.

Uma das mandingas de Weiner? Claro: ele toma banho toda manhã de domingo, sem falhas, não importa o que aconteça.

Via THR

AMC divide a temporada final de Mad Men em duas partes de 7 episódios

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A AMC decidiu repetir a tática bem sucedida com Breaking Bad, e acaba de anunciar que vai dividir a temporada final de Mad Men em duas partes, a serem exibidas nas temporadas de 2014 e 2015.

Segundo o presidente da AMC, Charlie Collier, essa estratégia funcionou muito bem para muitas séries em diferentes redes de TV, e mais recentemente para eles em Breaking Bad, que conseguiu atrair pelo menos o dobro de audiência na segunda metade da temporada final, além de multiplicar por cinco a audiência em relação à média histórica da série.

Palavras de Charlie Collier:

Nós estamos determinados a oferecer à Mad Men uma proposta similar. Em um tempo onde um conteúdo de alta qualidade é saboreado e analisado de forma minuciosa (…), nós acreditamos que esta é a melhor forma de entregar os agora 14 episódios finais dessa série icônica.

Os primeiros sete episódios ta temporada final recebem o subtítulo de “The Beginning”, e serão exibidos na primavera de 2014 (nos EUA), e os sete episódios finais, com subtítulo “The End of an Era”, na primavera norte-americana de 2015. Os planos do canal é tirar vantagem da oportunidade de contar uma história mais elaborada com essas duas partes, além de poder repercutir por mais tempo os resultados apresentados com a audiência.

Via THR

Mad Men será exibida na TV aberta brasileira, pela TV Cultura

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A audiência da TV aberta brasileira terá a oportunidade de conhecer melhor como funcionavam as agências de publicidade da década de 1960. Segundo o site Ad News, a TV Cultura conseguiu os direitos de exibição da série Mad Men (AMC), que será apresentada em sua programação a partir de 2013.

Mad Men é uma das novidades da nova programação da TV Cultura em 2013. A escolha vem de encontro com os propósitos do canal em oferecer uma programação de qualidade e diferenciada. E nesse caso, a série da AMC completa esses requisitos, uma vez que é uma das mais aclamadas pela crítica norte-americana, vencedora de quatro prêmios Emmy na categoria de Melhor Série Dramática, nas suas quatro primeiras temporadas (entre 2008 e 2011).

A série mostra o dia a dia da agência de publicidade Sterling Cooper, sediada em Nova York. Mostra a vida e a convivência de seus profissionais, principalmente em Don Draper (Jon Hamm), e como todos eles lidam com todos os aspectos de sua profissão: as ideias, a luta pelo poder, o machismo latente na época, e outras peculiaridades. Os principais atrativos de Mad Men são sua ambientação e estruturação de uma narrativa que é pensada em dar ênfase para as diferentes personalidades dos personagens.

Ainda não foi divulgada a data do início das exibições dos episódios de Mad Men na TV Cultura.

 

Indicados aos WGA Awards

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Saíram os indicados aos prêmios do Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (Writers Guild of America – WGA) que reconhecem os melhores roteiristas do ano. As séries com maior número de indicações foram Breaking Bad e Modern Family com 3 cada uma, seguidas por 30 Rock, Mad Men, Boardwalk Empire e The Office com 2 cada uma.

Aqui vocês conferem os indicados nas categorias de séries de TV:

Série Drama

Boardwalk Empire, escrita por Meg Jackson, Lawrence Konner, Howard Korder, Steve Kornacki, Margaret Nagle, Tim Van Patten, Paul Simms, Terence Winter; HBO

Breaking Bad, escrita por Sam Catlin, Vince Gilligan, Peter Gould, Gennifer Hutchison, George Mastras, Tom Schnauz, John Shiban, Moira Walley-Beckett; AMC

Dexter, Escrita por Scott Buck, Manny Coto, Charles H. Eglee, Lauren Gussis, Chip Johannessen, Jim Leonard, Clyde Phillips, Scott Reynolds, Melissa Rosenberg, Tim Schlattmann, Wendy West; Showtime

Friday Night Lights, Escrita por Bridget Carpenter, Kerry Ehrin, Ron Fitzgerald, Etan Frankel, Monica Henderson, David Hudgins, Rolin Jones, Jason Katims, Patrick Massett, Derek Santos Olson, John Zinman; NBC

Mad Men, Escrita por Jonathan Abrahams, Lisa Albert, Keith Huff, Jonathan Igla, Andre Jacquemetton, Maria Jacquemetton, Brett Johnson, Janet Leahy, Erin Levy, Tracy McMillan, Dahvi Waller, Matthew Weiner; AMC

Série de Comédia

Glee, Escrita por Ian Brennan, Brad Falchuk, Ryan Murphy; Fox

Modern Family, Escrita por Jerry Collins, Paul Corrigan, Alex Herschlag, Abraham Higginbotham, Elaine Ko, Joe Lawson, Steven Levitan, Christopher Lloyd, Dan O’Shannon, Jeffrey Richman, Brad Walsh, Ilana Wernick, Bill Wrubel, Danny Zuker; ABC

Nurse Jackie, Escrita por Liz Brixius, Rick Cleveland, Nancy Fichman, Liz Flahive, Jennifer Hoppe-House, Mark Hudis, Linda Wallem, Christine Zander; Showtime

The Office, Escrita por Jennifer Celotta, Daniel Chun, Greg Daniels, Lee Eisenberg, Brent Forrester,  Amelie Gillette, Charlie Grandy, Steve Hely, Jonathan A. Hughes, Mindy Kaling, Carrie Kemper, Jason Kessler, Paul Lieberstein, Warren Lieberstein, B.J. Novak, Peter Ocko, Robert Padnick, Aaron Shure, Justin Spitzer, Gene Stupnitsky, Halsted Sullivan, Jon Vitti; NBC

Nova Série

Boardwalk Empire, Escrita por Meg Jackson, Lawrence Konner, Howard Korder, Steve Kornacki, Margaret Nagle, Tim Van Patten, Paul Simms, Terence Winter; HBO

Justified, Escrita por Dave Andron, Wendy Calhoun, Benjamin Cavell, Fred Golan, Gary Lennon, Benjamin Daniel Lobato, Chris Provenzano, Graham Yost; FX

Men of a Certain Age, Escrita por Bridget Bedard, Warren Hutcherson, Rick Muirragui, Jack Orman, Ray Romano, Mike Royce, Lew Schneider, Mark Stegemann;TNT

Treme, Escrita por Lolis Eric Elie, David Mills, Eric Overmyer, George Pelecanos, Tom Piazza, Davis Rogan, David Simon;HBO

The Walking Dead, Escrita por Frank Darabont; Charles H. Eglee, Robert Kirkman, Jack LoGiudice, Glen Mazzara; AMC

Episódio de Drama

“Boom” (The Good Wife), Escrita por Ted Humphrey; CBS

“The Chrysanthemum and the Sword” (Mad Men), Escrita por Erin Levy; AMC

“The End” (Lost), Escrita por Damon Lindelof and Carlton Cuse; ABC

“Help Me” (House), Escrita por Russel FriendGarrett LernerPeter Blake; Fox

“I.F.T.” (Breaking Bad), Escrita por George Mastras; AMC

“I See You” (Breaking Bad), Escrita por Gennifer Hutchison; AMC

Episódio de Comédia

“Anna Howard Shaw Day” (30 Rock), Escrita por Matt Hubbard; NBC

“Earthquake” (Modern Family), Escrita por Paul CorriganBrad Walsh; ABC

“Nightmayor” (The Sarah Silverman Program), Escrita por Dan Sterling; Comedy Central

“Starry Night” (Modern Family), Escrita por Danny Zuker; ABC

“When It Rains, It Pours” (30 Rock), Escrita por Robert Carlock; NBC

“Wuphf.com” (The Office), Escrita por Aaron Shure; NBC

Fonte

A temporada de premiações vem aí!

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Dia 14 próximo saem os indicados aos prêmios Globo de Ouro, considerada a segunda premiação mais importante da TV e Cinema americanos, apenas perdendo para o Emmy e o Oscar. O prêmio concedido pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood será transmitido ao vivo no dia 16 de Janeiro de 2011.

Como já estamos chegando à metade da temporada 2010/2011 das séries, já é possível prever, não só pelas boas críticas como também pelo histórico das indicações, os indicados nas principais categorias de TV: melhor série drama e comédia/musical.

Na categoria melhor drama podemos contar com Mad Men e entrando na corrida pelo prêmio estará certamente Boardwalk Empire. O site Metacritic.com, que reúne as críticas dos principais formadores de opinião americanos, considera Boardwalk Empire como a nota mais alta da temporada. Portanto, não só a série da HBO estará entre os indicados como muito provavelmente levará o prêmio.

A entrada de Boardwalk deixa a disputa mais interessante já que nos últimos anos os prêmios de drama (não só nos Golden Globes) foram dominados por Mad Men. Já The Walking Dead pode entrar na disputa mas essa previsão já não é tão certa. Apesar das ótimas críticas, os críticos tendem a preterir séries Sci-Fi e Fantasia. É só lembrar de Battlestar Galactica que, apesar de excelente, nunca foi indicada a prêmios importantes. De qualquer forma, a série dos zumbis já é considerada a grande estréia da temporada.

Na categoria comédia, os tiros certeiros são Modern Family, Glee e 30 Rock, e nesta categoria a disputa é bem mais acirrada. Glee venceu neste ano, mas com o peso do Emmy de Modern Family e a melhora da série de Tina Fey nesta temporada, é difícil prever um vencedor. Uma série que provavelmente entrará na disputa de indicações mas que não levará o prêmio é Community. A série, apesar de todas as críticas positivas, nunca foi indicada a prêmios de peso mas esse ano pode pelo menos ser lembrada entre os indicados.

Os membros da associação têm entre dia 1 e 10 de dezembro para enviar seus votos para as indicações. Os indicados serão conhecidos no dia 14 de dezembro. A NBC transmite ao vivo nos Estados Unidos a premiação em 16 de janeiro. No Brasil a premiação deve ser transmitida também ao vivo por canal por assinatura ainda não divulgado.