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Lost terminou há 5 anos. Você ainda se sente mal com o final?

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Foi em um domingo do mês de maio que milhões de pessoas acamparam na frente da TV para assistir ao series finale de Lost (ABC). Muitos fãs da série esperavam que o episódio final pudesse finalmente responder todas as perguntas que ainda estavam em aberto sobre o acidente do voo 815 da Oceanic Arlines e o seu misterioso grupo de passageiros que foram parar em uma ilha ainda mais misteriosa.

Porém, não foi bem assim que aconteceu.

O series finale de Lost conseguiu apresentar ainda mais perguntas para a sua entusiasmada (e por que não dizer ‘chata pra c*r*lh*) base de fãs, tornando esse final de série um dos que mais dividiram opiniões na história da televisão.

Cinco anos depois, essas perguntas ainda se fazem presente nas mentes de muitos fãs de Lost que assistiram o series finale naquele domingo, e daqueles outros tantos que assistiram a série depois via Netflix. Mas… qual é a verdadeira significância do universo dos perdidos? A ilha seria mesmo o purgatório? O que diabos eram os tais monstros de fumaça? Estavam todos mortos o tempo todo?

É inevitável que o final de Lost sempre venha com comparações com os finais de outras séries nas conversas com os amigos. Mas… paremos para pensar: nos últimos cinco anos, qual final de série causou esse tipo de reação? Será que os finais ‘em aberto’ de Jack e dos demais personagens se tornaram mais palatáveis depois de cinco anos?

Só o tempo vai dizer. Ou você mesmo. É só deixar a sua opinião na área de comentários.

Especial | 10 anos de Lost

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Em setembro de 2004, a nova fase da TV iniciada em 2001, com a estreia de 24 Horas (desculpa, mundo, mas essa é a verdade, você aceitando ou não) alcançava o seu ápice. Uma nova safra de séries cinematográficas, com produção acima da média e roteiros muito bem construídos e amarrados começava a surgir, foi justamente na temporada 2004-2005 que esse novo momento se consolidou. Uma das melhores fall seasons de todos os tempos foi marcada por estreias de séries dramáticas de qualidade em quase todos os canais. Só a ABC conseguiu emplacar quatro grandes séries nessa temporada. Mas uma delas simplesmente revolucionou, quebrando vários paradigmas na TV. Seu nome? Lost.

Nunca a ABC/Disney apostou tanto em uma série na sua história. Um dos pilotos mais caros de todos os tempos (US$ 14 milhões), um marketing agressivo, e uma proposta narrativa calcada no inexplicável. Não era a primeira vez que a própria ABC apostava no mistério em um enredo para segurar o telespectador diante da TV para contar uma história (Twin Peaks na década de 1990 fez isso, e muito bem), mas dessa vez o canal ia para ‘ou tudo, ou nada’, com uma aposta de elevado risco, pois as chances do público não comprar a história dos perdidos na ilha eram gigantescas.

Porém, aconteceu exatamente o contrário.

Lost sempre impressionou pela sua grandiosidade, em vários aspectos. É uma produção tecnicamente impecável visualmente falando, com a maior parte da série sendo gravada no Hawaii, com várias cenas externas com elevada complexidade de serem feitas. Além disso, as próprias questões lançadas no começo da série instigaram o telespectador (é sempre bom lembrar que o ser humano é curioso por natureza), e isso chamou a atenção de muitos. Ainda mais com a promessa de J.J. Abrams (co-criador da série) que tudo teria uma conexão na hora de se responder essas perguntas.

Mas o que fez Lost se tornar um fenômeno mundial foi a internet. Antes de Lost, as pessoas se conformavam em ver os episódios de suas séries preferidas quando elas eram exibidas na TV a cabo, mesmo que isso acontecesse dois meses depois de sua exibição nos Estados Unidos (ou em alguns casos, até um ano depois disso… tem canal pago no Brasil que faz isso até hoje… que vergonha…). Depois de Lost, os fãs da série – que em grande quantidade eram internautas convictos -, inconformados com esse cenário absurdo, começaram a buscar alternativas para assistir a série o mais depressa possível.

Por causa de Lost, uma geração inteira de fãs de séries descobriram as tecnologias de compartilhamento de arquivos de mídia, formatos de arquivos compactados, recursos para legendar as séries, e até mesmo o inglês para poder compreender a série, ou colaborar com a tradução da mesma. Aliás, muita gente começou a ver séries de TV por causa de Lost, e esse é um legado que considero único para qualquer grande série. Estimular as pessoas a consumirem esse tipo de conteúdo vale mais do que qualquer Emmy que uma série receba.

Lost foi aquela série que despertou amor e ódio em basicamente todos os fãs de séries. E só uma série diferenciada consegue isso. A grande maioria das séries de TV passa desapercebida pela grande massa de telespectadores. As boas séries se destacam, mas passam indiferentes por aqueles que não gostam dessa série. Já Lost sempre estimulou discussões acaloradas entre os fãs e os haters da série. Muitos consideram até hoje a melhor série de todos os tempos. Já outros continuam acreditando que foi apenas uma série superestimada, e nada mais.

Fato é: todo mundo que vê séries nos últimos 10 anos falou de Lost, pelo menos uma vez na vida!

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Depois de 10 anos de sua estreia, 6 temporadas e 121 episódios, Lost conquistou um merecido Emmy Award de Melhor Série Dramática em 2005, por conta de sua primeira temporada. Foi uma das séries mais bem sucedidas comercialmente da história, sendo classificada nas mais diferentes listas especializadas como uma das melhores séries de TV de todos os tempos. Se tornou um fenômeno televisivo e cultural por onde foi exibida, se traduzindo em um fenômeno sem precedentes na história da TV.

Lost quebrou paradigmas, mudou conceitos, e transformou os hábitos dos telespectadores no consumo de conteúdo televisivo de forma definitiva. Colocou uma galera toda para raciocinar, buscar easter eggs, criar teorias… praticamente realizou o sonho de muitos nerds que conheço, que é colocar um “role playing game” na TV. O seu universo fora da televisão (criado em fóruns e sites especializados na série) era tão expandido, que as pessoas basicamente assistiam a série para não apenas buscar as respostas depois do final do episódio, mas criar possíveis soluções para as tramas apresentadas.

Aliás, outro grande mérito de Lost foi o envolvimento que a série gerou em sua audiência. As pessoas compraram a ideia do “acidente aéreo mais bem sucedido da história”, dos mistérios da ilha, da Dharma, dos outros, da ilha ser um disco no tempo, entre outras propostas lançadas. Bom, quero dizer… nem todos… conheço algumas pessoas que não gostaram muito da conclusão geral da história. E até hoje amaldiçoam os envolvidos por isso.

Bom… já que vamos falar sobre isso…

Antes desse post chegar ao fim, é preciso lembrar algumas coisas. Como um ser humano que sempre achou que Lost não era essa série toda, e só viu a série inteira quatro anos depois que acabou (ou seja, já conhecendo o final da série e sem se envolver tanto com os mistérios propostos pela mesma), devo dizer que Lost fez um grande favor para muitos dos seus fãs. Boa parte da audiência de Lost era composta por adolescentes (ou jovens adultos), que ainda não haviam compreendido as diversas metáforas da vida propostas na série. E, vendo com calma todos os 121 episódios, consegui compreender que, apesar da série ter se desviado completamente de sua proposta original, de uma coisa ela nunca fugiu…

É uma série sobre pessoas…

Calma! Não me odeiem. O ponto comum de Lost nas suas seis temporadas é o fato daquelas pessoas passarem por tudo aquilo precisando fazer escolhas (muitas delas bem difíceis), e responder pelas consequências dessas escolhas. Assim como acontece com nossas vidas cotidianas. Mais do que isso: Lost é uma série que fala sobre segundas oportunidades. A possibilidade de reescrever as nossas histórias de vida, de corrigir erros do passado, de perdoar as próprias mágoas do passado. De se perdoar, acima de qualquer coisa.

Pode parecer um papo babaca para muita gente. Muitos ainda estão revoltados pela série ter abandonado toda uma estrutura narrativa que apontava para os mistérios, mas que se concluiu como uma novela de Manoel Carlos. Não tiro a razão de vocês, pois ao acompanhar a série, eu também tive essa impressão (e acho que isso foi bem sacana por parte de criadores, showrunner e roteiristas).

Porém, o aspecto humano sempre esteve lá. Afinal de contas, o “we have to go back” é uma clara metáfora da proposta de “segunda oportunidade” que a série sempre apresentou.

Além de apresentar personagens interessantíssimos, Lost definitivamente colocou em evidência esses aspectos da natureza humana, que pelo menos para mim são sim lições válidas que temos que carregar pelo resto da vida. Ninguém é perfeito nesse mundo (muito menos a série Lost), e todos nós, em algum momento, vamos sonhar com uma segunda chance. A série de J.J. Abrams se propôs a mostrar isso.

Ok, jogou a Dharma fora… mesmo assim…

Por fim, Lost completa 10 anos de estreia com o seu lugar na história da TV mais do que garantido. Não entra na minha lista de melhores séries de todos os tempos, mas não nego o impacto causado em muita gente. E… honestamente? Eu acho bom que uma série produza esse efeito nas pessoas. De tempos em tempos nós precisamos de algo que mexa com o nosso íntimo, que nos tire do lugar comum, que nos leve para o próximo nível. E acredito que Lost foi essa série para uma geração inteira.

A primeira grande série da “geração internet” também é a série da vida da geração “see you in another life, brotha”.

Phineas and Ferb terá episódio inspirado em Lost, com Terry O’Quinn e Damon Lindelof

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O desenho Phineas and Ferb (Disney Channel) terá um episódio inspirado na série Lost (ABC), que será exibido no dia 29 de setembro nos EUA.

Porém, a novidade é que o episódio foi escrito pelo co-criador da série dos perdidos, Damon Lindelof, onde Phineas e Ferb descobrem uma misteriosa cápsula no seu jardim (#spoiler: quando eles abrem essa cápsula, coisas muito ruins acontecem…). Além disso, Terry O’Quinn fará uma participação especial no papel de um cientista malvado.

Também vão participar desse episódio os astros Jane Kaczmarek (Malcolm in the Middle) e Rob Morrow (Numb3rs), como passageiros da cápsula.

Bom, nós achamos que você precisava saber dessa.

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Dicas de Compras | Lost – Série Completa (38 DVDs), por R$ 154 (10-03-2014)

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Oferta com tempo limitado para a data indicada no título desse post (ou enquanto durarem os estoques do e-commerce).

O box com as 6 temporadas de Lost (38 DVDs) está com o preço promocional de R$ 154, com opção de pagamento no boleto bancário, ou R$ 162, com opção de pagamento via cartão de crédito.

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Damon Lindelof saiu do Twitter

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Showrunners são pessoas com sentimentos. E podem se sentir ofendidos/feridos pelas ofensas de alheios. Foi o que aconteceu com o co-criador de Lost, Damon Lindelof, que tomou a decisão de encerrar a sua conta no Twitter.

Isso aconteceu um dia depois dele publicar na rede social uma misteriosa mensagem, que dizia: “depois de muita reflexão e deliberação, eu decidi”. Vale lembrar que Lindelof era um usuário do Twitter “das antigas”, e comentava sobre tudo e todos no microblog, indo de Lost até as suas séries preferidas, como The Walking Dead e Homeland.

Porém, isso mudou na noite onde uma de suas séries favoritas, Breaking Bad, exibiu o seu series finale, em 29 de setembro. Durante a hora final da série, que foi amplamente aplaudida pela crítica e pelos fãs da série, muitos seguidores ainda descontentes com o não tão aclamado assim final de Lost, começaram a se dirigir agressivamente à Lindelof, entendendo que ele foi o culpado por Lost ter um final não tão satisfatório.

Até então, Lindelof chegou a responder algumas mensagens não tão agressivas. Inclusive respondeu à George R. R. Martin (de Game of Thrones0, que também disse em uma entrevista que não gostou do final de Lost. Porém diante de tanto ódio emanado, Lindelof decidiu encerrar a sua conta.

Resta saber se essa sua saída será definitiva. Outros famosos que encerraram suas respectivas contas no microblog (como por exemplo Miley Cyrus e Alec Baldwin) acabaram voltando. Por outro lado, Lindelof pode estar um pouco ocupado para ficar tweetando. Afinal de contas, ele está trabalhando em The Leftovers, nova série da HBO que deve estrear na próxima temporada.

Via TVGuide

O que aprendemos depois de 1 ano do fim de #LOST?

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23 de maio de 2010 foi um dia memorável e tumultuado no mundo das séries. Lost (ABC) chegava ao seu final, encerrando um ciclo que envolveu de um lado a paixão de uma legião de fãs, e um alívio para quem escreve sobre o mundo das séries. Um ano depois do final da série, vamos aqui apresentar algumas lições, para os fãs, não-fãs, blogueiros, e para a indústria da TV em si.

Não vamos discutir aqui se a série é boa ou não, e muito menos se ela é a melhor de todos os tempos ou não (mesmo porque não é). Vamos nos centrar nas lições. Lições essas que perduram de forma velada, mas constante em todos que se envolveram de forma direta e indireta com a série mais comentada (e cultuada) dos últimos 10 anos.

1) Fã de Lost era chato. Mas, em compensação…

A semana do Series Finale de Lost foi uma das mais insuportáveis de todos os tempos nas mídias sociais. Naquela altura dos acontecimentos, tinha fã de Lost brigando com fã de Lost, e os dois lados temerosos pelo o que aconteceria no final. Aqueles que não gostavam ou criticavam a série eram tratados como raças inferiores ou alienígenas, e indivíduos que ameaçassem soltar spoilers sobre a série no Twitter durante a exibição do final eram ameaçados de morte.

No dia do episódio final, alguns fãs simplesmente se isolaram do mundo, e só voltaram à sociedade depois que constataram o final “Manoel Carlos Mode” diante da tela do PC. Esse comportamento psicopata era algo realmente insuportável, e fez com que muita gente se afastasse da série pelo fanatismo absurdo que as pessoas exerciam sobre a mesma. E fico feliz que muitos dos meus amigos “voltaram ao normal”.

Em compensação, com a nova Fall Season, tivemos uma nova horda de fãs xiitas por outras séries. Mas de modo piorado: aqueles fãs que queriam por todo custo justificar que uma série muito ruim era muito boa, mesmo quando estava na cara de todo mundo que não era. Independente de gosto pessoal, Lost ao menos tinha a dignidade de ter uma boa produção, ou de ter uma proposta razoavelmente concisa (até a quarta temporada, com certeza).

Já outras séries dessa temporada, que tinham alguns fãs, contavam com histórias mal feitas, com roteiros sem sentido, e com um resultado final que não justifica a tal devoção dessas pessoas. Não vou citar exemplos de quais séries estamos falando, mas quem acompanha o podcast sabe bem quais são. É só pensar na frase “você pode gostar de bosta, mas não venha me dizer que bosta é boa porque não é”. Nesse aspecto, os fãs de Lost eram chatos, mas o motivo até que era justo.

2) Todo canal quis lançar o “novo Lost”. E falhou!

Quando uma fórmula na TV dá certo, os outros canais resolvem ir na esteira da tal proposta, para tentar pegar a sua fatia de mercado. Não são culpados por isso, pois nos dias de hoje, “nada se cria, tudo se copia”. Mas, se vai copiar, ou copia direito, ou nem tenta. Exemplos: Flash Forward (ABC) foi um grande fiasco, tendo a cara de pau de ir na esteira do “mistério inexplicável, utilizando viagens no tempo”.

The Event (NBC) foi outra que colocou na tela a proposta do “qual é o evento” ou “o que vai acontecer depois”. Também não colou. Talvez o motivo desses fracassos é que Lost começou a ir ladeira abaixo para muitos quando introduziu o elemento viagem no tempo na sua trama (muita gente abandonou a série nesse ponto). Logo, todo mundo que tentar isso tem poucas chances de acertar. Fringe (FOX) se deu bem porque conseguiu mostrar uma excelente estrutura de realidade alternativa. Já Alcatraz (FOX) e Terra Nova (FOX) precisam ficar de olhos bem abertos, senão vão naufragar.

3) Lost iniciou a era dos downloads e legendagem de séries pela internet

Lost iniciou uma nova fase na cultura de séries televisivas: a era do download. E isso foi no mundo inteiro, e não apenas no Brasil. Se Lost não existisse, muito provavelmente estaríamos conformados em assistir as séries pela TV a cabo ou por DVD, já que a ansiedade não tomaria conta dos usuários para buscar o episódio recém lançado. Lost apresentou o mundo das séries à uma nova geração de expectadores, motivando essa nova geração a buscar mais informações sobre a série na internet, promovendo a mesma nas mídias digitais como nenhuma outra série até então conseguiu.

Além disso, aproveitou o momento em que as conexões de internet estavam se tornando mais rápidas, e isso motivou o farto compartilhamento online de episódios de série. Talvez esse seja o maior legado de Lost: ser a série da primeira geração online.

4) O final pode te surpreender. Para o bem, e para o mal

Desde que o SpinOff começou, em 2008, eu apostava que o final da série não iria agradar a maioria dos fãs que estavam paranoicos com “equação de Valenzetti”, “os números”, “o broche da Eloise”, entre outros. Muitos fãs xiitas, ditos “os especialistas em Lost” afirmavam que, quem não gostava da série era burro, ou não tinha inteligência para acompanhar a trama e seus elementos complexos.

Ok. Conforme a temporada final foi avançando, foi se comprovando que os tais elementos não serviam para resolver ABSOLUTAMENTE NADA, e eram apenas referências de diversas culturas (como toda trama inclui na sua narrativa), e aqueles que tratavam os normais como raças inferiores foram, aos poucos, se decepcionando ao verem que estavam errados.

Na verdade, ninguém (e eu disse ninguém) acertou como seria o final de Lost. E digo: ao meu ver, o final não foi ruim. É um bom episódio para encerrar uma série. Talvez o maior pecado é que a história contada no final não condiz em nada com a proposta inicial da série. Afinal, uma série que começou como uma série de ficção, com um mistério envolvendo algo gigante (a Dharma Initiative), terminou como uma série de fantasia, com toques de Caverna do Dragão, e com um final digno de novela da Globo.

E isso porque eu nem falei da pior parte: a metáfora que foi real (no caso, “a ilha é uma rolha”; e tinha uma rolha de verdade no momento mais crucial do final). Mas, mesmo assim, o final contemplou aqueles que viram a série apenas como a série foi: uma história que foi contada. Já os fãs xiitas, que perderam parte de suas vidas buscando teorias que não levaram à lugar nenhum, faltou o quesito ACEITAÇÃO, que toda história de ficção exige.

5) Com a Fall Season que tivemos, temos que dizer: Lost faz falta!

A Fall Season 2010/2011 foi uma das mais fracas que já tivemos. Poucas séries novas se sustentaram, e nenhuma delas conseguiu chegar perto da atenção que Lost gerava. Hawaii Five-0 (CBS) funcionou porque era um remake que não tinha como dar errado, mas é uma história que beira ao reciclável (não estou dizendo que é ruim, mas também não é complexa), e isso atrai público fácil. Do mais, não tivemos nenhuma grande série da TV aberta dos Estados Unidos que desponte como “a” grande série da temporada. Pelo contrário.

A atual Fall Season foi recheada de um festival de dramas medíocres, com propostas pouco criativas, com variações do mesmo tema que foram mal feitos, apenas para atrair o telespectador pela forma mais fácil e objetiva possível. Não houve nenhuma série que despertasse nos fãs o desejo pela espera a cada semana, o download de forma mais rápida, a legendagem de um dia para outro.

A TV aberta dos Estados Unidos ficou com um buraco a ser preenchido bem maior que o buraco da rolha no episódio final de Lost. Para muitos, valia a pena gastar dinheiro em mais uma temporada de Lost do que algumas estreias dessa temporada.

A lição final: Lost entra para a história, como um produto único.

Não me lembro de uma série antes ter criado tanta devoção e ódio como Lost. Talvez se a internet existisse quando Twin Peaks e Arquivo X foram lançadas, o efeito colateral seria o mesmo, mas ainda acho que não seria tão intenso. Lost consegiu aquilo que todo criador de série deseja: entrou para a história.

Se diversos blogs de séries estão relembrando a data de hoje, é porque não estamos falando de uma série qualquer. Estamos falando de um produto televisivo que mudou a TV como conhecemos, apresentou o mundo das séries para uma geração inteira, e se definiu como um modelo de como mobilizar a geração internet diante de um produto televisivo.

Como disse antes, não cabe mais discutir se Lost é a melhor série de todos os tempos. Eu, particularmente, não acho isso. Mas não sou leviano a ponto de não considerá-la uma das melhores e mais importantes da história da TV. Depois de um ano, vemos Lost como aquela série que sempre será lembrada em qualquer lista de blogs e sites especializados. E vai levar um bom tempo para que outra série alcance o mesmo impacto que Lost causou em milhões de fãs ao redor do mundo.

[SpinOff Podcast] S04E17 [O Soft Porn da Starz e um elefante (e não é o Jorge Garcia)]

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O mundo das séries não para. Nem mesmo para especular sobre uma bela Mila Kunis como a nova Mulher Maravilha. Por isso, Eduardo Moreira, André Zuil e Camis Barbieri gastam os seus preciosos tempos e seus valiosos neurônios com bobagens televisivas das mais diversas: American Idol, Lost na Globo (por que falamos disso mesmo???), Spartacus, Friday Night Lights e muito mais!

Links do episódio:

Blog do Zuil
Blog de Eduardo Moreira
Séries em Série
TargetHD.net
Seriadores Anônimos
Big Cast Brasil
Série Maníacos

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[Dicas de Compras] Só Hoje! (25/01) Boxes de séries com descontos bem interessantes

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A gente sabe, faz tempo que a gente não traz nenhuma novidade em séries com descontos. Entenda, a gente precisava de férias para ver nossas séries. Porém, aproveitando que hoje, 25 de janeiro, é aniversário de São Paulo, vamos indicar para vocês 10 boxes de séries que estão com preços reduzidos na data de hoje. É bom para quem quer começar uma coleção, ou para quem quer completar o que está faltando. Vale a pena aproveitar a data de hoje para renovar (ou começar) o estoque de séries para 2011.

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Grey’s Anatomy – as 5 primeiras temporadas – de R$ 349,90 por R$ 199,90
Perdidos no Espaço – as 3 primeiras temporadas (23 DVDs) – por R$ 199,90
Family Guy – as 7 primeiras temporadas (22 DVDs) – por R$ 199,90
Bones – as 4 primeiras temporadas (23 DVDs) – por R$ 149,90
Lost – as 5 primeiras temporadas – de R$ 339,90 por R$ 149,90
Stargate Atlantis – as 5 primeiras temporadas (25 DVDs) – por R$ 149,90
Prison Break – série completa + O Resgate Final (23 DVDs) – por R$ 149,90
Sex And The City – série completa (18 DVDs) – de R$ 249,90 por R$ 99,90
Californication – as 3 primeiras temporadas – por R$ 59,90

Saldão de fim de ano: 10 boxes de séries em DVD com preços reduzidos. Por tempo limitado

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Dessa vez, vamos fazer algo diferente, mas com o objetivo maior de você economizar alguma grana neste final de ano. Neste post, temos 10 coleções de temporadas de séries com preços reduzidos, para que você possa se presentear (ou presentar alguém) com uma caixa de séries que vai fazer a diversão do beneficiado. Aproveite, pois estes preços valem por tempo limitado. Faça sua escolha!

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Arquivo X – As 9 Temporadas, por R$ 249,90
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Trilogia Senhor dos Anéis – Edição Especial Estendida, com 12 DVDs, por R$ 199,90
Perdidos no Espaço – Temporadas 1, 2 e 3 (23 DVDs), por R$ 149,90
Lost – As 5 Primeiras Temporadas, por R$ 149,90
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Grey’s Anatomy – As 5 Primeiras Temporadas, por R$ 149,90
Supernatural – As 5 Primeiras Temporadas, por R$ 199,90

Coleção DVD LOST – As 6 Temporadas Completas – por R$ 339,90 #BlackFridayBr

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Assista na íntegra Lost – a série que redefiniu televisão em diversos sentidos – desde a fenomenal cena de abertura até o momento final. Descubra os segredos do que causou a queda do Oceanic 815, o que fez com que os passageiros estivessem juntos naquele momento e reviva a jornada impressionante dos passageiros enquanto lutam para reescrever seus próprios destinos. As 6 temporadas completas estão disponíveis por R$ 339,90.

Josh Holloway confirmado em Missão: Impossível 4

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Poucas vezes uma notícia foi tão “eu já sabia” como essa. E olha que eu avisei que o fim de Josh Holloway seria um filme de ação. Pois é… Depois de passar seis anos em uma ilha em missões impossíveis, o ex-Sawyer de LOST entra para mais uma missão impossível, mas desta vez, com Tom Cruise. Holloway sai de um mundo de J.J. Abrams para outro (lembrando que Missão: Impossível 4 está sendo produzido pelo criador da série da ilha), e será dirigido por Brad Bird.

Esta será a sua primeira atuação pós-Lost. Holloway se juntará a Cruise, Jeremy Renner (The Town) e Paula Patton (Precious), além de Simon Pegg e Ving Rhames. Detalhes sobre a produção do quarto filme da série continuam sendo um mistério, mas espera-se que a produção do filme comece no final do ano. O filme é agendado para estrear em dezembro de 2011.

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Michael Emerson e Terry O’Quinn (LOST) podem estar em projeto de série da NBC

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Isso já era rumorado desde antes do final de Lost, mas desta vez, parece que a coisa é bem séria. Segundo a Vulture Magazine, a NBC encomendou um piloto de série, que será estrelada pelos atores da série de J.J. Abrams, Terry O’Quinn e Michael Emerson. De acordo com a matéria, eles estão muito interessados em estar no canal concorrente da ABC. Detalhes sobre a série não foram revelados, mas pelo pouco que foi revelado, eles estariam na pele de dois ex-agentes do governo norte-americano. Lembrando que, em agosto desse ano, Emerson já declarou ao The Hollywood Report que ele e O’Quinn estavam vendendo para algumas emissoras de TV algumas ideias para uma nova série de TV. Vamos esperar pra ver o que rola. Muita gente torcendo desde já para ver esta dupla de novo na tela.

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[Spin-Off News] Fox vai produzir a série de J.J. Abrams sobre a ilha de Alcatraz

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O projeto de J.J. Abrams sobre a ilha de Alcatraz encontrou uma casa: a Fox. A rede resolveu produzir o piloto do último grande mistério de J.J., de uma série onde ele mesmo descreve que “é sobre os mistérios e segredos da mais famosa prisão de todos os tempos: Alcatraz”.

Para conduzir o projeto, Abrams está recrutando velhos companheiros de uma outra série baseada em uma ilha (LOST), como Elizabeth Sarnoff, que vai ser a chefe dos roteiristas, além de dividir com Abrams a produção executiva da série, junto com Bryan Burk. Na equipe de co-produtores executivos, temos nomes como Steven Lilien e Bryan Wynbrandt. Na Fox, Abrams já conta com a série Fringe na programação do canal, e está recentemente tentando comercializar uma série criminal com o diretor de Inception, Christper Nolan.

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[Spin-Off News] Indicados ao Scream Awards 2010. E tem gente de séries concorrendo

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Já tivemos neste ano: SAG, o Golden Globe Awards, O Academy Awards (Oscar), o MTV Movie Awards, Emmy Awards… mas o que a galera quer mesmo é gritar! E, mais uma vez, os fãs do mundo dos quadrinhos, filmes de terror e cultura pop vão poder conferir os vencedores do Scream Awards, que é transmitido pelo Spike TV nos EUA, mas é exibido pela TNT no Brasil. Foram anunciados nesta quinta-feira (02/09) a lista dos indicados. A premiação é mais voltada para o mundo do cinema e dos quadrinhos, tanto que produções como Kick-Ass, A Origem e Homem de Ferro 2 são as campeãs de indicações neste ano.

Mas, como o nosso negócio é TV (e os Scream Awards 2010 serão transmitidos na TV), e principalmente séries, temos séries indicadas ao prêmio, como Lost, Dexter e até mesmo Heroes e Smallville. Além disso, tem brasileiros na disputa: Fábio Moon disputa o prêmio de Melhor Desenhista de HQs. ele é responsável pelos desenhos das HQs BRPD: 1947 e Sugarshock. Além disso, a atriz Morena Baccarin está indicada como Melhor Atriz Revelação, pela sua atuação como a alienígena Anna, em V (ABC). Os Scream Awards 2010 serão exibidos no Brasil no dia 31 de outubro, dia de Halloween, a partir das 22h, na TNT.

Veja abaixo a lista de indicados:

THE ULTIMATE SCREAM

Alice no País das Maravilhas
Avatar
Distrito 9
A Origem
Homem de Ferro 2
Kick-Ass
Lost

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA

Avatar
Distrito 9
A Origem
Homem de Ferro 2
Predadores
The Road

MELHOR FILME DE FANTASIA

Alice no País das Maravilhas
O Mundo Imaginário do Dr.Parnassus
Kick-Ass
Toy Story 3
Eclipse
Onde Nascem os Monstros

MELHOR FILME DE HORROR

A Epidemia
A Hora do Pesadelo
Atividade Paranormal
A Ilha do Medo
Thirst
Zumbilândia

MELHOR PROGRAMA DE TV

Dexter
Doctor Who
Lost
True Blood
V

MELHOR DIRETOR

Neill Blomkamp (Distrito 9)
Tim Burton (Alice no País das Maravilhas)
James Cameron (Avatar)
Roland Emmerich (2012)
Christopher Nolan (A Origem)
Martin Scorsese (A Ilha do Medo)

MELHOR ROTEIRO

Distrito 9
A Origem
Kick-Ass
A Ilha do Medo
Toy Story 3
Zumbilândia

MELHOR ATRIZ DE FANTASIA

Cate Blanchett (Robin Hood)
Lily Cole (O Mundo Imaginário do Dr.Parnassus)
Chloë Grace Moretz (Kick-Ass)
Saoirse Ronan (Um Olhar do Paraíso)
Kristen Stewart (Eclipse)
Mia Wasikowska (Alice no País das Maravilhas)

MELHOR ATOR DE FANTASIA

Nicolas Cage (Kick-Ass)
Johnny Depp (Alice no País das Maravilhas)
Tom Hanks (Toy Story 3)
Aaron Johnson (Kick-Ass)
Taylor Lautner (Eclipse)
Robert Pattison (Eclipse)

MELHOR ATRIZ DE FICÇÃO CIENTÍFICA

Scarlett Johansson (Homem de Ferro 2)
Mila Kunis (O Livro de Eli)
Evangeline Lilly (Lost)
Ellen Page (A Origem)
Gwyneth Paltrow (Homem de Ferro 2)
Zoe Saldana (Avatar)

MELHOR ATOR DE FICÇÃO CIENTÍFICA

Sharlto Copley (Distrito 9)
Leonardo DiCaprio (A Origem)
Robert Downey Jr. (Homem de Ferro 2)
Matthex Fox (Lost)
Josh Holloway (Lost)

Denzel Washington (O Livro de Eli)

MELHOR ATRIZ DE HORROR

Julie Benz (Dexter)
Emily Blunt (O Lobisomem)
Charlotte Gainsbourg (Anticristo)
Milla Jovovich (Contatos de Quarto Grau)
Anna Paquin (True Blood)
Emma Stone (Zumbilândia)

MELHOR ATOR DE HORROR

Leonardo Di Caprio (A Ilha do Medo)
Michael C.Hall (Dexter)
Woody Harrelson (Zumbilândia)
Stephen Moyer (True Blood)
Timothy Olyphant (Epidemia)
Alexander Skarsgard (True Blood)

MELHOR VILÃO

Jackie Earle Harley como Freddy Krueger (A Hora do Pesadelo)
Stephen Lang como o Coronel Miles Quaritch (Avatar)
Dieter Laser como Dr.Joseph Heiter (A Centopéia Humana)
John Lithgow como o Assassino Trinity (Dexter)
Terry O’Quinn como John Locke (Lost)

Mickey Rourke como Ivan Vanko (Homem de Ferro 2)

MELHOR SUPER-HERÓI

Nicolas Cage como Big Daddy (Kick-Ass)
Robert Downey Jr. como Tony Stark (Homem de Ferro 2)
Aaron Johnson como Kick-Ass (Kick-Ass)
Chloë Grace Moretz como Hit-Girl (Kick-Ass)
Zachary Quinto como Sylar (Heroes)
Tom Welling como Clark Kent (Smallville)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Abigail Breslin (Zumbilândia)
Jennifer Carpenter (Dexter)
Marion Cotillard (A Origem)
Anne Hathaway (Alice no País das Maravilhas)
Yunjim Kim (Lost)
Sigourney Weaver (Avatar)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Don Cheadle (Homem de Ferro 2)
Ben Kingsley (A Ilha do Medo)
Joseph Gordon-Levitt (A Origem)
Christopher Mintz-Plasse (Kick-Ass)
Mark Ruffalo (A Ilha do Medo)
Sam Tramell (True Blood)

REVELAÇÃO FEMININA

Deborah Ann Woll (True Blood)
Gemma Artenton (Príncipe da Pérsia)
Morena Baccarin (V)
Lindsy Fonseca (Kick-Ass)
Chloë Grace Moretz (Kick-Ass)
Mia Wasikowska (Alice no País das Maravilhas)

REVELAÇÃO MASCULINA

Sharlto Copley (Distrito 9)
Andrew Garfield (O Mundo Imaginário do Dr.Parnassus)
Tom Hardy (A Origem)
Aaron Johnson (Kick-Ass)
Xavier Samuel (Eclipse)
Kodi Smit-McPhee (The Road)

MELHOR PARTICIPAÇÃO ESPECIAL

Bubo, a Coruja Mecânica (Fúria de Titãs)
Michael Caine (A Origem)
Rosario Dawson (Percy Jackson)
Stan Lee (Homem de Ferro 2)
Bill Murray (Zumbilândia)

MELHOR ELENCO

A Origem
Homem de Ferro 2
Kick-Ass
Lost
True Blood

Zumbilândia

MELHOR CENA DE MUTILAÇÃO

A Armadilha das Agulhas (Jogos Mortais VI)
A Armadilha do Pedaço de Carne (Jogos Mortais VI)
O coração cortado do peito e servido dentro de um suflê (True Blood)
O escalpelamento com uma faca de caça (Bastardos Inglórios)
A transformação cirúrgica em uma centopéia humana (A Centopéia Humana)
Zumbi atingido no rosto por uma arma de fogo (Zumbilândia)

MELHOR CENA DE LUTA

Aisha vs. Clay (Os Perdedores)
A luta anti-gravidade no hotel (A Origem)
Hit-Girl contra os traficantes (Kick-Ass)
Luta final: Homem de Ferro e Rhodes contra Vanko e os Drones (Homem de Ferro 2)
Luta final: Na’Vi contra os Militares (Avatar)
Perseus e os Heróis contra a Medusa (Fúria de Titãs)

CENA MAIS D$%#&!@* DO ANO

Damon MacCready atira no peito da pequena filhota (Kick-Ass)
A destruição de Los Angeles (2012)
Drew copula com Clive (Splice)
Trem de carga dirige pela cidade (A Origem)
A cabeça que se vira 180 graus durante o sexo (True Blood)
A cidade de Paris dobra-se em si mesma (A Origem)

OS TRÊS MELHORES 3D

Avatar
Alice no País das Maravilhas
Toy Story 3

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS

2012
Avatar
Distrito 9
A Origem
Homem de Ferro 2
Zumbilândia

MELHOR HISTÓRIA EM QUADRINHOS

Asterios Polyp
A Noite Mais Densa (DC Comics)
The Boys
Chew
Parker: The Hunter
Escalpo
Os Mortos-Vivos

MELHOR ESCRITOR DE QUADRINHOS

Jason Aaron (Escalpo, Wolverine: Weapon X)
Darwyn Cooke (Parker: The Hunter)
Garth Ennis (The Boys, Battlefields, Crossed)
Geoff Johns (A Noite Mais Densa, Flash, Lanterna Verde)
Robert Kirkman (Os Mortos-Vivos, Invencível)
Mike Mignola (Hellboy)

MELHOR DESENHISTA DE QUADRINHOS

Charlie Adlard (Os Mortos-Vivos)
Darwyn Cooke (Parker: The Hunter)
Fabio Moon (BRPD: 1947, Sugarshock)
Frank Quitely (Batman and Robin)
Jill Thompson (Beasts of Burden)
JH Williams III (Detective Comics, Batwoman: Elegy)

MELHOR FILME BASEADO EM QUADRINHOS

Homem de Ferro 2
Kick-Ass
Os Perdedores

O SCREAM AWARDS será exibido pela TNT no domingo, dia 31 de outubro, às 22h – e, para esquentar os motores, o canal exibe na seqüência três superproduções estreladas por personagens das histórias em quadrinhos.

14h15 – SUPERMAN – O RETORNO (Superman Returns)
17h15 – MULHER-GATO (Catwoman)
19h30 – CONSTANTINE (Idem)

Para mais informações, acesse: http://www.spike.com/event/scream

via assessoria de imprensa

[Dicas de Compras] O Box DVD com as 6 temporadas de Lost está em pré-venda

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Para quem não assistiu a série na TV, e preferiu esperar para ver todas as temporadas de uma vez, chegou a hora. Está disponível, em um box de DVD especial, todas as 6 temporadas de Lost, uma das séries mais inovadoras da TV em todos os tempos. Para quem não viu, vai poder conhecer a trajetória de todos os sobreviventes da queda do avião, os desafios que enfrentam na ilha, todos os seus mistérios, até encontrarem o seu momento de redenção na sua jornada derradeira. Para os fãs de carteirinha da série, vale a pena levar para casa a série completa, neste box especial.

Previsão de lançamento: 13/10/2010

[Dicas de Compras] A 6ª Temporada de Lost está em pré-venda

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A jornada chegou ao seu final. Uma das séries mais comentadas e debatidas nos últimos anos, Lost deixa a sua marca por ser uma série que apresentou o mundo da televisão para uma geração, e a primeira série que efetivamente conseguiu interagir com a geração Internet, criando um universo expandido que envolveu a todos durante seis temporadas. Uma das séries mais inovadoras da TV, que na sua temporada final, mostra o destino derradeiro de todos os personagens que ficaram na ilha.

Neste box, você conta com comentários em áudio de Carlton Cuse e Damon Lindelof nos episódios LAX Parte 1 e Across The Sea, além de comentários de Michael Emerson sobre Dr. Linus, fora extras e erros de gravação.