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Por que Julia Louis-Dreyfus PRECISA ser PROIBIDA de disputar o Emmy Awards 2017?

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“Porque perdeu a graça” não é a resposta que procuramos. Mesmo porque para mim ainda está muito divertido.

Mas fato é que Julia Louis-Dreyfus precisa ser proibida de disputar o Emmy Awards. Não digo da premiação como um todo mas pelo menos precisa ficar de fora da categoria de Melhor Atriz em Comédia, pois é fato consumado que ela destrói em Veep (HBO).

 

Aos fatos…

Julia Louis-Dreyfus quebrou ontem (18) um recorde no Emmy Awards, ao vencer pela quinta vez consecutiva a categoria de Melhor Atriz em Comédia, com o mesmo papel (Selina Meyer). E ganhou porque mereceu.

Sou a favor que as demais nem deveriam tentar no ano que vem se ela continuar na disputa.

Aliás, o prêmio desse ano foi o mais merecido das cinco temporadas até agora. O episódio “Mother” é simplesmente maravilhoso.

E o fato de Julia ainda se surpreender quando ouve seu nome como vencedora mostra como a sua capacidade de atuação ainda está na ascendente. Porque ela mesma se reconhece como alguém que pode melhorar.

Com a vitória de ontem, ela acumula 21 prêmios Emmy na sua carreira, que deve ser longa. Ela pode bater todos os recordes da história da Humanidade em atuação.

 

Por isso… basta, Julinha!

 

Apenas para ilustrar o recorde batido: em 1996, Candice Bergen venceu o seu quinto Emmy como Melhor Atriz em Comédia por Murphy Brown, mas não consecutivo.

Então, Bergen, em um ato de humildade, se retirou da disputa pelo Emmy, para dar a chance de outros talentos vencer.

Na era atual, Julia Louis-Dreyfus precisa fazer o mesmo, não apenas para que outras tenham alguma chance de vencer a estatueta dourada (de novo, se ela se eleger em 2017, é melhor as demais nem tentarem…), mas também para abrir espaço para novos nomes, como Constance Wo, Michaela Watkins e Rachel Bloom.

Além disso, Julia é produtora de Veep. Pode continuar a ampliar a sua coleção de Emmy Awards com certa facilidade. Até porque não há muitas dúvidas que a sua comédia política é a melhor da atualidade.

Caso contrário, além da “regra Maggie Smith”, o Emmys será obrigado a criar um novo segmento: o discurso de agradecimento anual de Julia Louis-Dreyfus.

P.S.: Antes que você pergunte… não… Richard Dreyfus NÃO é o  pai de Julia Louis-Dreyfus.

Julia Louis-Dreyfus virada no jiraya (de novo), no programa do Jimmy Fallon

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Julia Louis-Dreyfus, a protagonista da ótima comédia Veep (HBO), deu mais uma prova que está completamente fora da casinha. No Tonight Show (NBC), ela foi desafiada por Jimmy Fallon para jogar um jogo onde uma pessoa dizia uma frase, e a outra tinha que repetir a frase lendo os lábios da pessoa, uma vez que fones de ouvido cancelavam o ruído externo.

Fallon recitou as palavras ‘salted peanuts’ (ou ‘amendoim salgado’, mas Louis-Dreyfus entendeu outra coisa, relacionada à uma ‘salsicha’ (entendam como quiser).

Fallon então tentou interpretar a música ‘Uptown Funk’ de Mark Ronson com Bruno Mars, e a resposta de Julia é simplesmente espetacular.

Vídeo a seguir.

 

Especial | 25 anos de Seinfeld: os 5 episódios mais memoráveis

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Nesse final de semana, Seinfeld (NBC), “a comédia sobre o nada”, uma das melhores comédias de todos os tempos, comemorou 25 anos de sua estreia (em 05 de julho de 1989). Aclamada pelo público e crítica, ainda pode ser vista no Brasil nas reprises do Canal Sony, e para homenagear esse um quarto de século de lançamento (e para você ficar por dentro do que você está perdendo), o The Hollywood Reporter indicou cinco dos mais memoráveis episódios da produção.

1. “The Contest” (18 de novembro de 1992)

George (Jason Alexander) fala sobre ter sido pego se masturbando pela sua mãe. Então, Jerry (Jerry Seinfeld), Elaine (Julia Louis-Dreyfus), Krammer (Michael Richards) e George fazem uma aposta para saber qual deles conseguem ficar mais tempo “sem se dar prazer”.

2. “The Soup Nazi” (02 de novembro de 1995)

Jerry e George visitam um restaurante especializado em sopas, que é gerenciado por um chefe que é tão temperamental, que recebe o apelido de “the Soup Nazi”. Enquanto George é expulso do estabelecimento ao pedir um pão para acompanhar a sopa, Elaine consegue ser banida do local por um ano. Mais tarde, quando Jerry precisa decidir entre a sua atual namorada e a sopa, ele escolhe… a sopa. 

3. “The Chinese Restaurant” (23 de maio de 1991)

Exibido na segunda temporada de Seinfeld, esse episódio é um claro exemplo do porquê a série é conhecida como “uma série sobre o nada”. Todo o plot é centrado em Jerry, Elaine e Geroge, e sua espera por uma mesa livre em um restaurante chinês.

4. “The Yada Yada” (24 de abril de 1997)

Este episódio – que conta com a participação especial do até então desconhecido Bryan Cranston, como o dentista Tim Whatley – é centrado na história da namorada de George e sua mania de cortar partes de histórias contadas por ela utilizando a expressão “yada, yada”. Era um bordão que já tinha sido usado na série uma vez, mas depois desse episódio, ficou diretamente associado à Seinfeld. 

5. “The Merv Griffin Show” (06 de novembro de 1997)

Kramer encontra o cenário do programa The Merv Griffin Show, e decide recreá-lo em seu apartamento. Não apenas o cenário, mas o programa em si, decidindo ser o apresentador, conduzindo entrevistas com qualquer pessoa que entrava em seu apartamento, incluindo os intervalos comerciais. O especialista em animais Jim Fowler participa desse episódio como ele mesmo, e chega a perguntar: “onde está as câmeras?”

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Julia Louis-Dreyfus, de novo em foto caliente (e seu fetiche por palhaços)

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Eu já disse: dá logo o Emmy Awards 2014 para essa mulher, pois não tem para ninguém!

Se Julia Louis-Dreyfus já tinha feito barulho com a capa da Rolling Stone (se você não viu essa, clique aqui agora), veja o que ela fez no ensaio para a GQ.

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É amigo… bom, tudo faz parte de um storyline. As demais fotos desse ensaio você confere a seguir. Mas… quem se importa, não é mesmo?

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Podem dar o Emmys 2014 para Julia Louis-Dreyfus, depois dessa capa da Rolling Stone…

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Eu não precisava escrever mais nada nesse post, mas apenas para adicionar conteúdo, informo que Julia Louis-Dreyfus está na capa da versão norte-americana da revista Rolling Stone dessa semana. Completamente nua. Bom, quase isso: usando apenas o preâmbulo da Constituição dos Estados Unidos pintada em suas costas.

Aos 53 anos de idade, a estrela de Veep e Seinfeld se defendeu no Twitter: “Eu estava bêbada”.

Na entrevista, Louis-Dreyfus disse que a atual fase de Veep é “prazerosa”, e que é foi uma honra encontrar o vice-presidente Al Gore, “que deveria ter vencido as eleições de 2000”, e o atual vice, Joe Biden. Também observa que Veep “é mais realista que House of Cards”. (isso é bom???).

Mas o que realmente importa aqui é: o que vocês acham da foto abaixo?

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Via Rolling Stone

Veja o primeiro trailer de Enough Said, um dos últimos trabalhos de James Gandolfini

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Os fãs de James Gandolfini ainda lamentam a morte do ator, mas em breve, poderá matar as saudades dele. O primeiro trailer oficial do filme Enough Said, um dos últimos trabalhos do ator, foi liberado.

O filme é estrelado por Julia Louis-Dreyfus (Veep), que faz o papel de uma massagista terapêutica divorciada que encontra o amor em um novo homem (Gandolfini). No elenco do filme, temos nomes como Toni Collete (United States of Tara) e Catherine Keener.

Enough Said estreia no Festival de Cinema de Toronto antes de chegar aos cinemas do circuito norte-americano, no dia 20 de setembro. Gandolfini faleceu em junho, aos 51 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco, enquanto passava férias com o seu filho na Itália.

Vídeo abaixo.

 

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HBO dá sinal verde para o piloto de Veep, com Julia Louis-Dreyfus

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A HBO confirmou no sábado que liberou Veep, comédia estrelada por Julia Louis-Dreyfus (Seinfeld e The New Adventures Of Old Christine) para um piloto. Julia fará na série o papel da ex-senadora Selina Meyer, que tem sua imagem abalada depois de sua queda do cargo de vice-presidente dos Estados Unidos.

A comédia é escrita por Armando Iannucci, que também será diretor e produtor executivo da série. Veep é gravada em Washington D.C., e tem no seu elenco Anna Chlumsky (Lights Out) e Tony Hale (Arrested Development). A HBO aposta no talento de Julia para impulsionar mais um sucesso, em um período onde eles se esforçam para voltar a ficar em evidência entre os canais premium da TV norte-americana. Game Of Thrones, que estreou ontem (17/04) no Brasil, teve um orçamento total de US$ 60 milhões, e foi exibida na sua estreia em seus seis canais disponíveis nos Estados Unidos.

Esperamos que Veep siga uma trilha de sucesso.

Fonte

[Emmy 2010] Raio-X Emmy 2010: Melhor Atriz de Série de Comédia

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Apesar de muita gente acreditar que esta categoria é uma das maiores barbadas do Emmy 2010, se analisarmos com calma e paciência, podemos ver que até pode ter uma competição. Bom, ao menos podemos dizer que todas as indicadas tem grandes motivos para merecer vencer. Mesmo tendo uma indicada que faz uns 7 personagens em um só. Vamos às indicadas.



Lea Michele (Rachel Berry, Glee, Fox)

A mais jovem (e a estreante) da lista é uma das jovens revelações do ano. Ela começou bem cedo no teatro da Broadway, atuando na montagem Les Misérables. Atuou em diversos musicais, como Spring Awakening. Antes de Glee, fez uma participação em Third Watch, e já está anunciada como participação especial na premiere da temporada 22 de The Simpsons (Elementary School Musical, paródia óbvia aos filmes/séries musicais).

Deve vencer o Emmy porque…
é a grande revelação do ano das atrizes de TV. Acumulou todas as indicações de premiações anteriores, e pelo episódio que foi indicado (Sectionals), mostra todo o seu potencial como atriz e, principalmente, como cantora. Se analisarem o seu Don’t Rain On My Parade com os mesmos olhos que olharão para Kristin Chenoweeth na mesma série, se torna forte candidata.

Pode perder o Emmy porque… os votantes podem entender que é ainda o seu primeiro ano, ou seja, ela pode vencer outras vezes. E, seguindo esta teoria, premiarem atrizes que fizeram trabalhos mais complexos e completos do que o dela. Alguns acham que a indicação foi precipitada, e isso pode pesar na hora da votação.

Julia Louis-Dreyfus (Christine Campbell, The New Adventures Of Old Christine, CBS)

Julia Louis-Dreyfus é figurinha carimbada de Hollywood, e bem específica do mundo da TV. Ela é bem mais conhecida por ser a Elaine de Seinfeld, mas pouca gente se lembra que ela fez coisas bem legais na TV, começando como integrante do elenco de Saturday Night Live, entre 1982 e 1985. No meio do caminho, fez o filme Hannah e Suas Irmãs, participou das séries Familty Ties, The Single Guy, Hey Arnold!, Curb Your Enthusiasm, The Simpsons, Arrested Devolpment, Web Therapy, e do filme Vida de Inseto. Já venceu o Emmy nesta categoria em 2006 pelo papel de Christine Campbell, sem contar os diversos prêmios que venceu na “era Seinfeld”.

Deve vencer o Emmy porque… entra na lista histórica de indicados que receberam a indicação pelo último ano da sua série. Dreyfus foi a coisa boa de The New Adventures e, se a série se manteve no ar pelo tempo em que esteve, foi por causa do nome e do talento de Julia. Se vencer, será a homenagem pelos serviços prestados.

Pode perder o Emmy porque… para muitos da crítica e do público, The New Adventures of Old Christine é uma série que “já deu o que tinha que dar”,  e que comédias muito melhores apareceram ao longo dos últimos anos. Já era a comédia que dava menos audiência da CBS e, por fim, temos as demais indicadas, incluindo Toni Collette. E só a última basta para tirar as chances de Júlia.

Edie Falco (Jackie Peyton, Nurse Jackie, Showtime)

Edie Falco tem uma carreira impressionante, e uma vida que, em alguns aspectos, até se confunde hoje com as características da enfermeira Jackie. Ela, que teve problemas com o álcool no período de The Sopranos, chegou a dizer que “as festas do elenco eram muito perigosas para mim”, e já frequentou os Alcóolicos Anônimos. Em 2003, ela foi diagnosticada com câncer no seio, e manteve isso em segredo por durante um ano. Ela é amplamente premiada e, ao lado de Gillian Anderson (Arquivo X), America Ferrera (Ugly Betty) e Tina Fey (30 Rock), é a única a vencer, no mesmo ano, o SAG Awards, o Golden Globe Awards e o Emmy Awards no mesmo ano (2003), pelo papel de Carmela Soprano.

Deve vencer o Emmy porque… Nurse Jackie teve uma segunda temporada ótima, e Jackie Peyton mostrou mais um pouco de sua truncada personalidade, em uma atuação divertida, consistente e convincente. É uma das coisas boas que temos na TV hoje, e já conta com a simpatia dos votantes pelos tempos de The Sopranos. Favorita natural ao prêmio.

Pode perder o Emmy porque… temos Toni Collette indicada na mesma categoria. Por mais que gostemos de Nurse Jackie (e de Jackie Peyton), é muito difícil concorrer com Tara e suas múltiplas personalidades. Ah, sem contar que Tina Fey é a queridinha dos votantes e Lea Michele tem o hype de Glee ajudando.



Amy Poehler (Leslie Knope, Parks And Recreation, NBC)

Se você pensa que Amy Poehler apareceu ao mundo da TV em Saturday Night Live, sinto em dizer, mas você está redondamente enganado! Ela começou fazendo esquetes no Late Night with Conan O’Brien. De lá, ainda seguiu para o Upright Citzens Brigade e, só depois, foi para o SNL, onde ficou de 2001 a 2008. Neste meio tempo, ela participou de alguns filmes e séries, como Meninas Malvadas, The Paz Show, Arrested Development, Bob Esponja, The Simpsons, Vila Sésamo (2005), Deslizando para a Glória, Shrek Terceiro, e Monstros vs Alienígenas. Assumiu a liderança de Parks and Recreation em 2009, e é uma das responsáveis pela considerável melhora da série nesta segunda temporada. É casada com o ator Will Arnett.

Deve vencer o Emmy porque… como disse antes, se a série teve uma segunda temporada tão melhor do que a primeira, boa parte da responsabilidade disso é de Amy Poehler. Leslie Knope é adoravelmente irritante, e Amy faz isso muito bem. Vencer o Emmy se torna o reconhecimento de todo o progresso que a série teve neste ano.

Pode perder o Emmy porque… para ela vencer, a tarefa não será das mais fáceis. Precisa derrotar nomes consagrados, e performances espetaculares, que podem ofuscar a chefe de Parques e Recreação. Além disso, para alguns votantes, a série pode ter melhorado, mas… será que ela se mantém boa na temporada 3? Logo, é melhor esperar.



Tina Fey (Liz Lemon, 30 Rock, NBC)

O que mais nos resta dizer sobre Tina Fey. Fizemos um post só para ela no Spin-Off, mas ainda assim vale relembrar os seus feitos. Com apenas 40 anos de carreira, ela já ganhou (entre ser atriz, produtora e roteirista) 7 Emmy Awards, 3 Golden Globe Awards, 4 Screen Actors Guild Awards e 4 Writers Guild Of America Awards, além de ganhar o AP Entertainer of the Year de 2008, como a performer de maior impacto na cultura e entretenimento do norte-americano naquele ano. Poucos contam com o número de prêmios que ela já tem. E o Emmy pode aumentar esta lista.

Deve vencer o Emmy porque… como já dissemos antes, ela é a “queridinha” dos votantes da academia, e com toda justiça. Ela é sinônimo de comédia em alto nível e qualidade no mundo de Hollywood, e 30 Rock já é considerada uma obra prima da TV norte-americana. Pode tornar esta série uma das mais premiadas (se não, a mais premiada) de todos os tempos, na jornada que está indo. E Liz Lemon é muito divertida.

Pode perder o Emmy porque… no ano passado, Toni Collette lembrou aos votantes que a categoria tem “melhor atriz” antes de “comédia”. E, neste ano, Toni Collette foi ainda melhor do que no ano passado. Além disso, Glee é uma pedra no sapato declarada de Tina Fey (quem viu o Golden Globe Awards desse ano sabe do que estou falando). Uma coisa é certa: Fey vai aceitar perder para Collette, mas jamais aceitará uma derrota para Lea Michele.

Toni Collette (Tara Gregson e todas as suas outras personalidades, United States Of Tara, Showtime)

Toni Collette é mais um caso de artista completa. A austaliana é atriz e musicista, e foi vocalista da banda Toni Collette & the Finish. Foi conhecida pelo público e crítica norte-americano pela sua atuação no filme australiano O Casamento de Muriel, onde foi indicada ao Golden Globe Awards como melhor atriz. Depois, esteve em Emma, Diana e Eu, O Sexto Sentido (que lhe rendeu várias indicações), Shaft, Pequena Miss Sunshine, até chegar o convite para fazer United States of Tara. De lá pra cá, temos a chance de ver a melhor atriz da TV na atualidade.

Deve vencer o Emmy porque… é, hoje, a atuação mais completa da TV norte-americana. Interpretar mais de uma personalidade já é algo bem complicado. Imagine sete delas, e de forma tão convincente. Buck, Alice, T, Shoshana… todos eles foram feitos de forma tão perfeita e conquistaram o público de forma tão direta, que é quase certo dizer que o Emmy de melhor atriz de 2010 é de Toni Collette.

Pode perder o Emmy porque… eu coloquei a palavra “quase” no parágrafo anterior. Tina Fey é sempre uma forte ameaça, e neste ano, temos Edie Falco, que também é um sério risco. Sem contar que Lea Michele vem com Glee, que é um fator que incomoda um pouco a todos os demais indicados. Particularmente, se Collette não vencer o Emmy, mostra que os votantes da academia, mais uma vez, tem merda na cabeça.