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Tii é mais um site que calcula quanto tempo você gasta assistindo séries

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Quanto tempo você gasta diante da televisão assistindo séries? Seja um autêntico viciado em séries ou um telespectador ocasional, podemos dizer que muito provavelmente você gasta mais tempo vendo essas séries do que você imagina.

Calcular o tempo que você gastou vendo séries televisivas é algo relativamente fácil, porém, custoso: faça uma lista com todas as séries que você se lembra, e depois busque uma por uma na internet, com base nas temporadas, capítulos e duração, e pronto: você tem um número aproximado. Ou você pode ir para o caminho mais fácil, e utilizar o site Tii.me.

O site tem um buscador com função de autocompletar, onde você poder ir adicionando as séries com a possibilidade de indicar as temporadas que você viu (como padrão, o serviço já marca todas as temporadas). O arquivo disponível é o do The Movie Database, e pode ser que todas as produções do mundo não estejam disponíveis, mas a grande maioria certamente podem ser encontradas.

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De qualquer forma, é possível ter um número aproximado bem mais preciso do que se você tivesse que fazer toda a conta na base da unha, o que já dá uma ótima dimensão de quanto tempo você gastou nessa nobre arte de ver séries. Por exemplo, as seis temporadas de Game of Thrones (HBO) levariam dois dias e três horas ininterruptas para serem vistas, enquanto que as 27 temporadas de The Simpsons (Fox) quase alcançam os nove dias consecutivos (sem contar episódios repetidos).

O legal do Tii é que você pode ir adicionando os sites, e no final da contagem, pode compartilhar o resultado via Twitter.

Acesse: Tii.me.

HBO GO, com assinatura via internet e streaming ao vivo, é confirmado no Brasil

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A HBO confirmou que vai lançar o serviço HBO GO para quem não é assinante da TV paga, bastando uma conexão de internet para assistir os conteúdos dos seus canais.

Na verdade, o HBO GO já existe no Brasil, mas no formato on demand, e para os assinantes da HBO nas principais operadoras de TV por assinatura. Agora, o novo HBO GO vai permitir que qualquer pessoa assine apenas os canais HBO, como um serviço independente, podendo assistir o streamiing de todos os canais. O serviço vai ser o equivalente do HBO Now, disponível apenas nos EUA.

As séries exibidas no canal ficam disponíveis no HBO GO logo após a sua primeira exibição. Ou seja, se você perdeu o episódio de sua série favorita, não se preocupe. Pode assistir o episódio na íntegra logo depois dele ter terminado.

Com tal movimento, a HBO fatalmente vai atrair vários consumidores que não assinavam os seus canais por serem considerado premium pelas operadoras de TV paga, o que encarecia de forma considerável o valor final da assinatura.

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Ainda não há uma data para o lançamento do novo HBO GO no Brasil. O serviço será lançado inicialmente na Colômbia no final de 2015, e deve se expandir para os demais países da América Latina durante o ano de 2016.

Enquanto isso, executivos das principais operadoras de TV paga estão em posição fetal, em um canto escuro, chorando, gemendo e com medo.

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Yahoo vai lançar séries originais em 2015

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Netflix, Amazon, Microsoft, Sony, Crackle… bom, agora temos a Yahoo como mais uma alternativa para assistir séries de TV pela internet. A CEO da empresa, Marissa Mayer, anunciou que duas séries originais serão lançadas em 2015, com acesso exclusivo pela sua plataforma Yahoo Screen.

A plataforma já alcançou mais de 500 milhões de transmissões desde a sua estreia nos EUA, há seis meses. Os usuários do Apple TV e do Roku também terão acesso a esse conteúdo. Ainda não está confirmado se o Brasil vai receber as duas séries.

Essas duas primeiras produções serão duas comédias de 30 minutos, com 8 capítulos para cada produção. As séries escolhidas são Other Space e Sin City Saints, e entre os responsáveis pela produção, estão envolvidos roteiristas e produtores de séries como Smallville e The Office.

Mais detalhes sobre as novas séries serão anunciados em breve.

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Explore o mundo de Game of Thrones como se você estivesse usando o Google Mapas

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Não é a primeira vez que vemos um mapa interativo sobre o universo de Game of Thrones, mas esse é um dos mais completos. Com ele, é possível passear pelas terras de Westeros e Essos com uma interface similar ao do Google Mapas, e o que é melhor: livre de spoilers.

Se você leu todos os livros da saga publicados até aqui, pode navegar livremente, e apreciar a riqueza de detalhes oferecida pelo mapa. Porém, se você não conhece toda a história, é possível selecionar no mapa apenas os dados de um livro ou de um capítulo em específico. Dessa forma, é possível aplicar os filtros necessários para que não apareçam dados que ainda não tenham sido exibidos pela série, narrados em um capítulo ou que não tenham sido lidos/vistos pelo internauta.

Para acessar o mapa, acesse: quartermaester.info.

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Agora é o Disqus que manda na nossa área de comentários. Veja o que mudou

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Nos últimos dias, realizamos algumas mudanças conceituais no blog, com o objetivo de torná-lo mais dinâmico e funcional para vocês. Além de adicionar um novo widget para engajamento social (que se faz presente na barra lateral de cada post), passamos a adotar a partir de hoje o Disqus como o nosso novo sistema de comentários.

A mudança segue uma tendência de vários outros blogs, que aos poucos estão abandonando o sistema de comentários do Facebook por diversos motivos. O primeiro e o mais sério deles (no nosso caso) era o consumo de recursos que o banco de dados criado pelo plugin de comentários do Facebook demandava. A cada acesso de cada post, o plugin fazia uma consulta direta ao banco de dados, elevando o consumo de recursos do servidor, tornando o site mais lento. Com o Disqus, isso não acontece, uma vez que tudo é acessado na nuvem.

De fato, ter o plugin do Facebook era uma boa no sentido de obter mais likes para a nossa fanpage. Porém, como o Facebook mudou as “regras do jogo” para que uma determinada postagem alcance uma maior visibilidade em sua rede social (adotando o famigerado modo “só pagando para te verem mais”), o número de acessos vindos pela plataforma de Mark Zuckerberg vem sendo cada vez menor. Logo, não é mais tão interessante assim manter a sua caixa de comentários ativa.

Além disso, o Disqus é um sistema mais democrático. Para comentar no blog, você pode fazer o login através de sua conta no Twitter, Facebook, Google+ ou criar uma conta no Disqus. Se quiser, você nem precisa criar uma conta no blog para expressar o que pensa. Muito mais livre e prático para o leitor.

Sem falar que o Disqus possui um interessante sistema de classificação de comentários, onde os leitores podem votar nos melhores, que terão destaque aqui no blog. Sem falar na vantagem que o blog em si recebe, uma vez que posts muito comentados acabam sendo exibidos em outras postagens, aumentando assim a possibilidade de permanência do leitor no blog, que pode acessar outros textos de seu interesse.

Por fim, o Disqus vai me oferecer um maior controle para a moderação de comentários. Agora, eu posso simplesmente aprovar ou rejeitar um comentário com uma simples resposta de e-mail, sem maiores dificuldades, em tempo real. Os comentários serão liberados mais rapidamente, e aqueles imbecis internautas que não sabem se comportar, com comentários ofensivos ou que violam a política de uso do blog, serão simplesmente barrados ou banidos do blog, sem estresses.

Ainda estamos fazendo alguns ajustes no sistema, onde o nosso maior desafio é importar os comentários que vocês fizeram na plataforma do Facebook para o Disqus. Pretendo conseguir uma solução para isso em breve.

Enfim, estamos melhorando para oferecer um trabalho melhor para vocês. Logo, deixo o convite que vocês testem a nova plataforma de comentários, a começar pela última edição do SpinOff Podcast, e que aumentem a interação conosco nos novos formatos apresentados.

Para saber mais sobre o disqus, acesse: disqus.com.

Netflix superou em número de assinantes a HBO nos Estados Unidos

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O nível de crescimento do Netflix nos últimos meses em comparação com os demais serviços de streaming de vídeo disponíveis é algo simplesmente incomparável. Eles estão muito à frente dos demais. Tanto, que conseguiram recentemente superar ninguém menos que a HBO em volume de assinantes nos Estados Unidos.

Segundo a Bloomberg, o serviço de streaming de vídeos alcançou a marca de 30 milhões de usuários pagos nos EUA em 30 de setembro de 2013. Nesse dia, a HBO contava com aproximadamente 28.7 milhões de assinantes. A notícia é importante por um simples motivo: nos Estados Unidos, a HBO detém o título de canal de pacote “premium” da TV paga mais visto da TV tradicional.

O segredo do Neflix (que não é segredo para ninguém) é expandir a sua oferta de streaming com o conteúdo dos canais tradicionais de TV, além de investir em suas próprias séries originais. O CEO da Netflix, Reed Hastings, acredita que a empresa pode crescer ainda mais no mercado doméstico, estimando uma margem de assinantes que varie entre 60 e 90 milhões de norte-americanos. Nesse momento, ele acredita que já conta com, pelo menos, 50 milhões de assinantes ao redor do planeta (porém, os dados oficiais da própria Netflix apontam para uma marca de 40 milhões de usuários globais).

No terceiro trimestre de 2013, o Netflix adicionou aproximadamente dois milhões de assinantes na sua conta. No quarto trimestre, os analistas esperam que esse número dobre (4.2 milhões), mostrando um futuro promissor para esse serviço. Se valendo da vantagem de não se limitar à TV, e podendo ser utilizado em smartphones, tablets, computadores e dispositivos como o Roku ou Apple TV, o número de usuários pode aumentar mais rapidamente, justamente por causa dessa flexibilidade de uso.

O próximo passo da Netflix? Fechar as parcerias com operadoras de internet de alta velocidade, com o objetivo de oferecer o aplicativo do Netflix nos set-top boxes dos clientes, e se tornando ainda mais presente nos lares norte-americanos.

Via Electronista, Bloomberg

Como a Netflix conseguiu estrear no Brasil a 5ª Temporada de Breaking Bad antes do AXN?

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Ontem, domingo, 01 de setembro, a Netflix Brasil estreou em sua plataforma online a primeira metade da quinta e última temporada da série Breaking Bad. E eles conseguiram fazer isso antes que o AXN estreasse a mesma primeira parte da quinta temporada na TV paga, algo que vai acontecer a partir do dia 4 de outubro. E novamente, temos iniciada a discussão sobre a validade de seguir pagando por TV por assinatura diante de casos como esse.

Deixando de lado o fato que isso só acontece um ano após a sua exibição original nos Estados Unidos (algo que, em tempos de internet, é considerado um absurdo), uma pergunta fica no ar: como a Netflix conseguiu isso? Aliás, seria mérito da Netflix? Ou uma bobeira absurda do AXN em simplesmente ignorar o desejo dos fãs de séries em ver no seu canal aquela que é hoje “apenas” a série de maior impacto na audiência?

Um pouco das duas coisas.

Antes de qualquer coisa, eu quero deixar bem claro que… não. Eu não sou burro. Eu sei que existem entraves que impedem que algumas produções cheguem ao Brasil de forma mais rápida, que acordos entre os estúdios e distribuidoras de conteúdo precisam ser feitos, e que políticas comercias acabam provocando certos atrasos nas estreias das séries no Brasil. Sei de tudo isso.

Porém, certas coisas beiram ao absurdo.

Alguns canais pagos exibem séries em temporadas recentes com um atraso gigante, em horários ridículos, sem uma regularidade que permita ao assinante acompanhar aquela série de forma minimamente aceitável, e em alguns casos, novas temporadas levam UM ANO para chegar ao Brasil. Por aquilo que o assinante brasileiro paga por TV por assinatura, o mínimo que se espera dos canais de séries é uma esforço para que tais produções cheguem o  mais rápido possível em nosso país. Mas nem isso alguns canais conseguem fazer.

De novo: eu sei que a Netflix possui um acordo de distribuição de séries diferente daquele utilizado no Brasil para os canais de TV paga. Em via de regra (e isso pode variar de estúdio para estúdio), a Netflix pode disponibilizar a última temporada de uma série exibida nos Estados Unidos após 12 meses de sua exibição original. Utilizando esse expediente, a primeira metade da quinta temporada de Breaking Bad, que estreou em 12 de julho de 2012 nos Estados Unidos, já foi disponibilizada no serviço de streaming de vídeos, ou seja, um mês antes do AXN exibir esse conteúdo na TV paga brasileira.

Resumindo: quem não ficou de #mimimi na internet por causa de R$ 2 a mais na mensalidade e não tem saco (ou não sabe) baixar os episódios por torrent, já pode conferir, no conforto do sofá da sala, esses primeiros oito episódios, podendo assistir na hora que quiser, e tudo na sequência.

Já os assinantes do canal AXN terão que esperar até o dia 4 de outubro para começar a ver essa mesma temporada final, e sendo obrigado a assistir um episódio por semana da série.

Perceberam a diferença?

Tá, eu sei que quem baixa por torrent vai dizer “eu já estou quase no final da série, e você vem me falar de Netflix e TV paga, seu atrasado?”. Beleza. O texto não é para você. E você não entendeu o ponto onde quero chegar. Então, vou desenhar a questão para você.

Alguns canais de TV paga no Brasil (e, por tabela, algumas operadoras de TV por assinatura) ainda acreditam que eles estão como hegemônicos na preferência do consumidor na hora de consumo de conteúdo televisivo. Acreditam que, pelo fato do assinante pagar pelo serviço, dará preferência à plataforma tradicional. E, com esse pensamento em mente, acham que podem fazer o que quiserem. Inclusive agir com certo descaso com os assinantes, nos produtos ofertados e nos serviços prestados.

Ledo engano. Antes, a TV paga estava perdendo audiência para serviços de aluguel de DVDs (como o Netmovies) e para a própria compra de DVDs e Blu-ray. Agora, com os sites de streaming (YouTube, Netflix, Netmovies, Crackle, etc), a fatia de mercado da TV por assinatura está sendo drenada lentamente. E, pelo andar da carruagem, não há nada que eles possam fazer. Estão indo para um caminho sem volta de declínio gradativo de audiência.

E um dos motivos pelos quais as pessoas pararam de assistir suas séries na TV paga brasileira é esse: essa falta de esforço por parte dos canais em agilizar a chegada dessas produções.

Eu tiro por mim. Eu tenho TV paga basicamente para ver qualquer outra coisa, menos as séries regulares. Não dá mais. Salvo as suas exceções (a HBO, com suas produções originais – que são exibidas no Brasil no mesmo dia de sua exibição nos Estados Unidos, a Fox, com The Walking Dead – que tem dois dias de atraso com os EUA, e a Sony – com alguns casos isolados, como as finais de temporada de American Idol e The X Factor ao vivo e agora com Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D., que será exibida com dois dias de diferença de sua exibição original), a grande maioria dos casos são um amontoado de reprises e temporadas com grande atraso em relação aos seus países de origem.

Mas não vejo apenas pela minha perspectiva. Eu escrevo sobre séries, e preciso ver as produções assim que elas estreiam nos Estados Unidos. Fora que eu tenho recursos para ver antes. E acredito que você, que está lendo esse post, também tem (e utiliza) tais recursos.

Mas… e os demais assinantes? Que se danem?

Não é por aí.

Eu pago TV por assinatura. Eu quero ver as séries na TV paga TAMBÉM porque eu pago. E caro. E para aqueles que pagam e não sabem nem o que é EZTV na vida, merecem ter um serviço de melhor qualidade. É um absurdo pagar o que se paga para ver TV para que canais e operadoras continuem vendo a situação com uma mentalidade obsoleta, atrasada, e pior: sem prestar atenção para aquilo que os próprios fãs de séries dão de feedback na internet.

Caramba, todo mundo sabe que Breaking Bad é hoje uma das séries mais amadas pelos fãs de séries brasileiros. Observar isso e não fazer nada para tentar capitalizar em cima disso é, no mínimo, muito estranho (e estou sendo educado na minha forma de expressar meu pensamento).

Logo, fica a dica para os canais pagos. Vocês dormiram tanto no ponto, que até a Netflix, que não tem um acordo tão vantajoso assim, está dando olé em vocês. “Parabéns” para a Netflix, e para quem assina o serviço. Pode ver (se quiser) a série em um final de semana. Repito: está longe de ser o ideal nos dois casos. Mas se levarmos em conta que tanto os canais pagos quanto as operadoras de TV paga olham para os serviços por streaming com maus olhos, entendo que passou da hora deles falarem menos e trabalharem mais pelos assinantes.

Que pagam muito caro para ter um serviço abaixo do ideal.

Para mais informações, acesse a página de Breaking Bad na Netflix Brasil.

A Netflix pode fazer história no Emmy Awards 2013?

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Eu mesmo achava que isso não fosse acontecer, mas tudo indica que os velhinhos da Academia de Ciências e Artes Televisivas de Hollywood mudaram os seus conceitos. Se Arrested Development e House of Cards se tornarem as primeiras séries transmitidas em um serviço de streaming de vídeos online (a Netflix) a receberem indicações ao Emmy Awards amanhã (18), teremos um momento histórico, confirmando a mudança de comportamento do telespectador, que começou a, pelo menos, dez anos atrás.

E se não forem indicadas esse ano, é uma questão de tempo para que o inevitável aconteça.

Nos dias de hoje, o universo do vídeo mudou. Não estamos mais presos à TV aberta, TV a cabo ou mini parabólicas. Hoje, a TV está na internet, seja pelo broadcasting de canais online, ou principalmente, através de serviços como Netflix, Hulu, YouTube, NetMovies e Amazon. Uma coisa que muita gente não sabe é que os próprios velhinhos da Academia de Artes e Ciências Televisivas se prepararam para esse momento: em 2008, eles adicionaram as produções feitas para a internet como elegíveis ao Emmy, e esse movimento se justificou pela cada vez mais crescente quantidade de produções, e pelos próprios canais de TV oferecerem conteúdos para a web.

Muitos especialistas acreditam que Arrested Development e House of Cards podem conquistar indicações nas principais categorias do Emmy Awards 2013. Afinal de contas, se valeram da nova regra, e se inscreveram para essas categorias.

No caso da comédia da família Bluth, as chances são enormes. A quarta temporada da série é simplesmente soberba, e a produção já era uma das preferidas da crítica quando foi exibida pelo canal Fox, no começo da década passada. Trazendo todo o elenco principal de volta, não será nenhuma surpresa se a temporada foi indicada até mesmo como uma das melhores séries de comédia do ano. Até porque merece. E muito.

Aliás, as indicações ao Emmy Awards pode ser o estímulo que falta para que a Netflix realize novamente todos os esforços feitos dessa vez para a realização de uma já especulada quinta temporada de Arrested Development. Logo, para quem deseja que isso aconteça, é melhor torcer por algumas indicações dese já.

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House of Cards é um verdadeiro presente. A série protagonizada por Kevin Spacey e Robin Wright tomou de assalto a crítica especializada e os fãs de séries com olho mais apurado, por apresentar uma produção impecável, um roteiro espetacular, e uma trama com uma temporada simplesmente espetacular. Garantiu uma segunda temporada com certa facilidade, e o Emmy Awards pode coroar essa produção acima da média.

Não será a primeira vez que uma produção feita para a internet será indicada ao Emmy. Até porque, no passado, projetos como Web Therapy e 30 Rock: The Webisodes, foram indicados à categorias menores, como melhor mídia interativa. Mas dessa vez, estamos falando de algo maior, como indicações como melhor ator/atriz principal, ou melhor série. Isso sim é algo inédito.

Seria, definitivamente, o início de uma nova era no próprio Emmy Awards. O reflexo disso pode causar não só uma mudança comportamental nos canais tradicionais de TV, mas também incentivar a expansão desse novo segmento de mercado. Com isso, mais e mais produções para a web apareceriam, com o investimento de grandes produtoras de TV, além de oferecer um espaço mais democrático para criadores e roteiristas ainda desconhecidos.

É claro que existem as correntes contrárias. Garth Ancier, um dos votantes do Emmy Awards, chegou a receber os DVDs das séries elegíveis da Netflix, e simplesmente disparou nessa semana que “não acha que o serviço pode ser considerado televisão” (???). COMO ASSIM, SEU VELHO?  Se eu posso ver na TV, o que seria? Microondas?

Por outro lado, até Garth reconhece que a qualidade das produções são dignas de indicações, principalmente House of Cards, o que dá uma ponta de esperança que ainda existe um pouco de humanidade nesse homem.

Outro fator que reforça a esperança de uma manhã histórica para amanhã são as palavras de Tom O’Neil, editor do site Gold Derby, que afirma que o Emmy Awards está “surpreendentemente mais propenso” a receber as novas mídias nos dias de hoje, em um processo de expansão que já foi muito mais rígido no passado.

Por exemplo: por quase quatro décadas, os canais de TV paga dos Estados Unidos simplesmente ficaram de fora do Emmy Awards. Só em 1988, depois de uma grande pressão dos membros da própria Academia de Ciências e Artes Televisivas (e até mesmo do grande público), as séries de canais como HBO, Showtime, TBS e derivados puderam ser elegíveis ao prêmio. Antes disso, até existia um prêmio específico para os canais pagos, o CableAce Awards, que durou de 1979 a 1988.

Então… por que não uma nova revolução? Por que não as séries da internet ocuparem o seu lugar de direito? Afinal de contas, a internet faz parte da vida de todos, de forma direta ou indireta, e é um dos meios de comunicação e entretenimento mais utilizados do mundo contemporâneo. Não é mais possível frear a roda do tempo e a evolução tecnológica, e até mesmo para dar um novo fôlego ao “produto televisão”, as indicações para séries como Arrested Development e House of Cards são muito bem vindas.

Fiquem ligados! Os indicados ao Emmy Awards 2013 serão anunciados amanhã (18/07), e serão divulgados aqui, no SpinOff.com.br. Como é de tradição, faremos um podcast comentando esses indicados, que vai ao ar na próxima segunda-feira, (22/07).

O anúncio dos vencedores do Emmy Awards 2013 acontece no dia 22 de setembro.

Conheça House of Cards, a série original do Netflix que estreia em fevereiro

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Em 1 de fevereiro de 2013, o Netflix estreia oficialmente sua produção original House of Cards, série em 13 episódios estrelada por Kevin Spacey, Robin Wright e Kate Mara. Todos os episódios da primeira temporada estarão disponíveis de uma só vez nos 50 países onde o Netflix atua. Logo, vamos conhecer um pouco mais de sua trama nesse post.

House of Cards tem como principal objetivo combinar o que há de melhor do cinema e da televisão em um único produto de entretenimento. Para isso, conta com nomes de calibre como Beau Willimon e David Fincher para criar uma história intrigante, mas ao mesmo tempo, oferecendo uma experiência diferenciada para o telespectador. Afinal de contas, o assinante do Netflix vai ter todos os seus episódios disponíveis logo de cara, como se fosse um box de temporada de série comprado na loja. Assim, o usuário vai poder decidir quando e como vai querer assistir a série, sem precisar esperar uma semana para ver o próximo episódio.

A série conta a história de Francis Underwood (Spacey), líder do partido majoritário da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. Francis tem todos os elementos que um grande político precisa ter: habilidade para sair de situações complicadas, astúcia para perceber as oportunidades, carisma para conquistar o eleitor, e um timing perfeito para aniquilar seus adversários. Francis e sua esposa Claire (Wright) são pessoas que não medem esforços para alcançar os seus objetivos, e a série mostra como será essa luta pelo poder, movido pela ambição e estilo de vida de elite.

House of Cards tem nomes de peso também na direção de alguns episódios. Além de Davdi Fincher, James Foley, Joel Schumacher, Charles McDougall, Carl Franklin e Alan Coulter também assinam a direção de episódios da produção. E antes que você pergunte, a segunda temporada da série já está garantida, e sua produção deve acontecer ao longo de 2013.

Audiência vai poder escolher o final de um dos episódios de Hawaii Five-0

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Você se lembra do programa da Rede Globo “Você Decide”? Se sim, você é meio velho, hein… enfim, a CBS anunciou que no episódio do dia 14 de janeiro (nos Estados Unidos) de Hawaii Five-0, a audiência vai poder escolher qual será o final do episódio exibido, entre três opções.

A audiência vai poder escolher qual o final que deseja ver para a trama exibida através do Twitter ou pelo site oficial da CBS (CBS.com). O final mais votado será exibido (afinal, é só apertar o botão do “play” na geradora). Um detalhe importante: como nos Estados Unidos a programação é dividida nas costas Leste e Oeste, cada lado do país vai poder escolher o seu final preferido.

O episódio em questão vai se focar na investigação da morte de um professor da O’ahu State University. Seu chefe, um professor assistente e um estudante são os possíveis suspeitos da autoria do crime. Depois de cada um dos motivos dos suspeitos serem revelados (durante o episódio), a audiência poderá acessar o site da CBS ou utilizar as hashtags no Twitter #theBoss, #theTA ou #thestudent para determinar quem cometeu o crime.

Os votos serão computados na hora, e o “assassino” mais votado será exibido. Todos os finais alternativos estarão disponíveis no site da CBS depois dos finais (da costa Leste e Oeste dos EUA) irem ao ar.

Via Huffington Post

Crackle estreia no Brasil a série O Desconhecido, com Dominic Monagham

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Casos sobrenaturais, teorias da conspiração… Histórias inacabadas e mal contadas, absurdas demais para terem realmente acontecido do modo como foram relatadas. Será?

Não é isso que acredita o blogueiro Mark Nickel – de fato, ele tem provas para mostrar que tais acontecimentos como possessões, fantasmas e criaturas de outros planos realmente ocorreram. Todas essas histórias que ele recebe e investiga, Mark as relata em seu blog “O Desconhecido”. São essas histórias que você testemunha a cada episódio da nova série de terror e suspense, exibida apenas no Crackle (www.crackle.com.br).

O ator Dominic Monaghan, mais conhecido como o rockstar Charlie Pace, da série Lost, e o hobbit Meriadoc ‘Merry’ Brandybuck, da trilogia de filmes O Senhor dos Anéis, encarna o blogueiro ávido pela verdade que recebe em sua casa pessoas com histórias incríveis que lembram muito o formato de antigas séries de terror e mistério como Além da Imaginação, em uma roupagem mais atual.

O Desconhecido conta com roteiristas que já trabalharam em séries de grande sucesso como 24 Horas, Família Soprano e Star Wars: Guerra dos Clones e com a produção de Chris Collins (Sons of Anarchy) para trazer ao telespectador episódios perturbadores que homenageiam os vários sub-gêneros do terror criados pelo cinema e pela TV ao longo das décadas.

A primeira temporada completa de O Desconhecido está disponível no Crackle, com som original e legendas em português. Clique aqui para acessar.

Via Assessoria de Imprensa

Final da primeira temporada de websérie de Jerry Seinfeld disponível no Crackle

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Jerry Seinfeld já conquistou a TV com sua lendária série Seinfeld na década de 1990. Logo, não precisa se arriscar nessa mídia de novo. Por isso, se aventurou em novos mundos. Na verdade, em um novo mundo: a internet. Sua websérie, Comedians in Cars Getting Coffee (no Brasil, “Comediantes em Carros Tomando Café”) chega ao final de sua primeira temporada, e a boa notícia é que você pode ver a série na íntegra, com áudio original e legendas em português. Cortesia do site Crackle.

A estreia da Season Finale da primeira temporada acontece amanhã (27/09), às 22h. Nesse episódio, o passageiro caronista de Jerry será o ator Michael Richards, o etermo Kramer na comédia da NBC. Em episódios de, no máximo, 15 minutos, vemos Seinfeld com um de seus amigos comediantes em um carro clássico ou especial na vida de Jerry, para um bate-papo divertido sobre qualquer coisa, adornado com um bom café.

A primeira temporada de Comedians in Cars Getting Coffee contou com a participação de nomes de peso, como Larry David (criador de Seinfeld ao lado de Jerry), Ricky Gervais (The Office), Alec Baldwin (30 Rock) e Mel Brooks. Se você quiser ver a temporada completa, é só visitar a página da série no Crackle. A melhor parte? É tudo de graça,
dispensando até mesmo o cadastro do usuário. Aproveite!

Via Assessoria de Imprensa – Crackle.com.br

HBO GO, serviço online de filmes e séries, está chegando ao Brasil

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O grupo HBO segue investindo e inovando no Brasil. Depois de reduzir o intervalo de exibição de algumas de suas séries em relação aos Estados Unidos, o canal oferece à audiência nacional o HBO GO a partir do mês de agosto. O HBO GO é uma extensão da programação original do canal de TV na internet, oferecendo o seu conteúdo em filmes, séries, documentários e especiais para fácil acesso no computador, smartphone ou tablet para os seus assinantes.

Com o HBO GO, o assinante pode acessar a biblioteca de produções do canal a qualquer momento, em qualquer lugar. Basta ter um dispositivo conectado à internet. O usuário também pode encontrar programas especiais, bastidores das produções e entrevistas. Inicialmente, a maior parte do material ofertado estará disponível no seu idioma original, com legendas em português. Porém, é esperado que o material também seja distribuído com a opção de áudio dublado, assim como acontece nos canais do grupo HBO na TV paga brasileira.

A janela de disponibilidade das produções originais no HBO GO para sua exibição nos canais pagos é de apenas um dia de diferença. Pensando nas possibilidades (e dificuldades) de acesso à internet dos internautas brasileiros, e nas diferentes velocidades de conexão disponíveis no nosso país, o HBO GO vai oferecer o seu material em resolução 480p e em 720p (alta resolução).

O conteúdo estará disponível sem custo adicional para os assinantes do pacote HBO em suas respectivas operadoras. Abaixo, o vídeo promocional que começa a ser veiculado nos canais distribuídos pelo grupo.

Via Vcfaz.net

Fãs de House podem prestar a suas últimas homenagens em site no Universal Channel

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House, M.D.
(Fox) terminou ontem (21/05) nos Estados Unidos, mas os fãs brasileiros que acompanham a série pelo Universal Channel ainda podem aproveitar mais um mês do médico esquizofrênico. O episódio final da série vai ao ar no Brasil no dia 21 de junho, às 22h, e para marcar esse momento histórico da TV, o canal criou a página “Love House”, que é um espaço para os fãs da série compartilharem o que sentem sobre o médico mais famoso da TV mundial.

Para participar, basta postar uma frase ou vídeo na página respondendo à pergunta: “E agora, como será sua vida sem House?”. As homenagens mais criativas e emocionantes serão exibidas nas chamadas do Universal Channel. O regulamento completo pode ser acessado aqui.

Link para a página Love House: http://ucprojetoserver.com/participe/video

Via Assessoria de Imprensa

Viciados em Séries pode virar tema no Youpix! Mas depende de você para isso acontecer!

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Todo mundo conhece, já ouviu falar ou já foi ao Youpix, festival bacanérrimo que celebra tudo de bom que a Internet nos proporciona. Pois para a edição desse ano, que rola de 3 a 5 de julho, propusemos um debate: Viciados em Série – Uma Nova Categoria Nerd.

A ideia é simples: Em clima descontraído, queremos debater sobre o aumento voraz no número de um tipo específico de nerds: os viciados em séries. Vamos falar sobre como esse público “consome” produtos televisivos, que tipos de exigências isso impõem para o mercado de TV (aberta e fechada) aqui no Brasil, a rotina de quem se dedica a produzir textos, podcasts e notícias para esse nicho (geralmente num trabalho de fã para fã), além do impacto causado pelas redes sociais, que serviu para que os viciados em séries espalhados pelo país finalmente se encontrassem.

E porque escolhemos esse assunto? Simplesmente porque NUNCA nada parecido com isso fez parte dos debates do Youpix e está mais do que na hora de mostrarmos o tamanho da sociedade seriadora desse Brasil.
Por isso, resolvemos pedir o apoio de todos os fãs de séries, frequentadores de blogs, ouvintes de podcasts, stalkers do Twitter, Facebook, Tumblr e tudo o mais. Sem o voto de vocês o debate não será escolhido e os maníacos por seriados  ficam, mais uma vez, sem representação entre os freaks, geeks e nerds.
Para ajudar a emplacar o tema é fácil, basta acessar esse LINK e procurar pelo título “Viciados em Série: Uma Nova Categoria Nerd!”. Podem votar à vontade, de preferência até o dedo cair. Também vale mandar o link pelo Facebook, dar RT nas nossas campanhas e ajudar como puder.

Vamos mostrar que, além de tudo, somos capazes de ser o debate mais votado. Quem sabe depois dessa, nós, viciados em séries, ganhamos um lugarzinho fixo no festival? A votação vai até as 23h59 do dia 25 de maio, então temos muito trabalho pela frente.

Bora votar? Contamos com todos vocês!

The Roast With Charlie Sheen será exibido no Brasil na internet, no site do Comedy Central

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O público brasileiro terá a oportunidade de assistir ao polêmico Roast With Charlie Sheen do Comedy Central através do site do canal no Brasil (www.comedycentral.com.br), que estará disponível para o internauta brasileiro a partir do mês de novembro. O programa completo vai ao ar na web no mesmo período do lançamento oficial do site, acompanhado de um programa especial, que mostra o tapete vermelho do programa, com entrevistas feitas pelo humorista Danilo Gentilli, que entrevistou Charlie Sheen de forma exclusiva para o Brasil.

O canal Comedy Central tem previsão de estreia no Brasil para o início de 2012.

via TV Magazine