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A HBO pode se manter no topo do Emmy Awards em 2017 sem Game of Thrones?

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Você pode não ter percebido isso, mas aconteceu. Pelo 15º ano consecutivo, a HBO foi a rede que mais levou prêmios no Emmy Awards, com 22 estatuetas.

Bem sabemos que muitas delas vieram pelas mãos de Game of Thrones, que se tornou esse ano a série mais premiada da história do Emmys. Porém, sera que o reinado do canal continua em 2017 sem a série épica na disputa?

 

Prós e contras

Fora o fato da HBO ter as duas séries campeãs do Emmy Awards nos últimos dois anos (Veep como melhor comédia, Game of Thrones como melhor drama), a diferença do canal para o FX nesse ano foi de apenas quatro estatuetas. Foi a menor margem de vitórias nos últimos cinco anos, e coloca pressão no canal do “It’s Not TV”.

Tudo bem que em 2016 o FX contou com um grande acerto: The People vs O.J. Simpson: American Crime Story, que tomou o Emmys de assalto.

Mesmo assim, a situação da HBO começa a se complicar quando Game of Thrones fica de fora da disputa em 2017. A série foi a que mais acumulou estatuetas nos últimos dois anos, mas não será exibida no período de elegibilidade por conta do delay na produção da série.

Em compensação, Veep terá uma sexta temporada, Last Week Tonight With John Oliver se tornou uma nova força entre os programas de variedades, a minissérie Big Little Lies é promissora e Westworld é uma grande aposta nas categorias de drama.

Sem falar nas novas comédias Insecure e Divorce, além da veterana Silicon Valley, que já esta consagrada. E os telefilmes dos próximos meses, que devem dar o que falar (The Immortal Life of Henrietta Lacks e The Wizard of Lies).

É… acho que com tudo isso, a HBO não tem muito com o que se preocupar.

E o infográfico abaixo ilustra melhor isso.

 

Por que Julia Louis-Dreyfus PRECISA ser PROIBIDA de disputar o Emmy Awards 2017?

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“Porque perdeu a graça” não é a resposta que procuramos. Mesmo porque para mim ainda está muito divertido.

Mas fato é que Julia Louis-Dreyfus precisa ser proibida de disputar o Emmy Awards. Não digo da premiação como um todo mas pelo menos precisa ficar de fora da categoria de Melhor Atriz em Comédia, pois é fato consumado que ela destrói em Veep (HBO).

 

Aos fatos…

Julia Louis-Dreyfus quebrou ontem (18) um recorde no Emmy Awards, ao vencer pela quinta vez consecutiva a categoria de Melhor Atriz em Comédia, com o mesmo papel (Selina Meyer). E ganhou porque mereceu.

Sou a favor que as demais nem deveriam tentar no ano que vem se ela continuar na disputa.

Aliás, o prêmio desse ano foi o mais merecido das cinco temporadas até agora. O episódio “Mother” é simplesmente maravilhoso.

E o fato de Julia ainda se surpreender quando ouve seu nome como vencedora mostra como a sua capacidade de atuação ainda está na ascendente. Porque ela mesma se reconhece como alguém que pode melhorar.

Com a vitória de ontem, ela acumula 21 prêmios Emmy na sua carreira, que deve ser longa. Ela pode bater todos os recordes da história da Humanidade em atuação.

 

Por isso… basta, Julinha!

 

Apenas para ilustrar o recorde batido: em 1996, Candice Bergen venceu o seu quinto Emmy como Melhor Atriz em Comédia por Murphy Brown, mas não consecutivo.

Então, Bergen, em um ato de humildade, se retirou da disputa pelo Emmy, para dar a chance de outros talentos vencer.

Na era atual, Julia Louis-Dreyfus precisa fazer o mesmo, não apenas para que outras tenham alguma chance de vencer a estatueta dourada (de novo, se ela se eleger em 2017, é melhor as demais nem tentarem…), mas também para abrir espaço para novos nomes, como Constance Wo, Michaela Watkins e Rachel Bloom.

Além disso, Julia é produtora de Veep. Pode continuar a ampliar a sua coleção de Emmy Awards com certa facilidade. Até porque não há muitas dúvidas que a sua comédia política é a melhor da atualidade.

Caso contrário, além da “regra Maggie Smith”, o Emmys será obrigado a criar um novo segmento: o discurso de agradecimento anual de Julia Louis-Dreyfus.

P.S.: Antes que você pergunte… não… Richard Dreyfus NÃO é o  pai de Julia Louis-Dreyfus.

Westworld | O que esperar da aposta da HBO como sucessora de Game of Thrones?

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No dia 2 de outubro, a HBO estreia Westworld, a sua mais ambiciosa aposta nos últimos tempos, e candidata a substituir o posto de Game of Thrones antes que esta chegue ao fim em 2018. Porém, esta não é uma produção original, mas sim uma adaptação de um filme do mesmo nome escrito e dirigido por Michael Crichton em 1973.

O filme teve sua sequência três anos depois, e em 1980 uma adaptação para a TV chamada Beyond Westworld durou apenas três dos cinco episódios encomendados. Mas agora é a HBO mandando na coisa toda. Logo, o que Westworld pode oferecer de realmente novo?

 

Uma história com visão original

Pense em um mix de Jurassic Park com um episódio dos Simpsons, e… calma. Estou zoando.

Pense em parque temático de última geração, onde os seus visitantes fingem estar em outras épocas. Nesse caso, o velho oeste. A ideia é reproduzir uma experiência única na vida, mas que dá errado porque os robôs assumem tudo o que queremos fazer, desde satisfazer nossos desejos sexuais até matar uma pessoa por pura adrenalina. Tudo deixa de funcionar como deveria,  e os robôs se rebelam contra os visitantes, provocando uma matança desenfreada e indiscriminada.

Na verdade, Westworld vai além da ideia original, ignorando completamente a identidade dos robôs durante aquele que não é um ataque orquestrado, mas sim um problema na construção das máquinas que deriva de uma corrida contra o tempo. O filme original será essencialmente o ponto de partida para os acontecimentos da série.

À favor da série, conta o fato que os avanços científicos justificam vários dos seus argumentos, com algumas pequenas variações para uma ideia de que alguém está orquestrando tudo isso.

 

O que Westworld pode fazer para encontrar o seu caminho

Para começar, Westworld deve aproveitar a base do filme original e usar algumas ideias de suas expansões, que na época foram mal desenvolvidas. E não podemos culpar a HBO por arriscar.

Por outro lado, os próprios robôs devem ter um protagonismo maior, indo além do que cumprir ordens ou se rebelarem sem motivo. A série pode indagar sobre a possibilidade das máquinas desenvolverem uma consciência própria, e se Westworld seguir essa vertente, temos aqui possibilidades bem razoáveis.

Além disso, limitar a história de Westworld ao que acontece dentro do parque é pouco, colocando em risco a longevidade da série, algo que a HBO não quer de jeito nenhum. Com os robôs adquirindo uma mentalidade própria, seja em grupo ou individual, assumir o controle do parque e atuar fora dele é um cenário aparentemente inevitável.

Por fim, a HBO não revelou muitos detalhes sobre o argumento principal da série, mas esclarece que, nela, qualquer desejo humano sem importar o quão depravado esse desejo seja, poderá ser realizado. E a partir daí há muito espaço para explorar as motivações do diretor criativo do parque (Anthony Hopkins) e da própria natureza humana. Será que as máquinas simplesmente são melhores que nós, iniciando uma rebelião total sem procedentes?

São muitas dúvidas sobre uma série que teve um processo de produção problemático. Em 2 de outubro vamos descobrir exatamente o que eles fizeram com o universo criado por Michael Crichton em 1973, e se a HBO tem o seu efetivo sucessor de Game of Thrones.

Por último, HBO no ha divulgado gran cosa sobre el argumento de la serie, pero sí ha aclarado que en ella cualquier deseo humano, sin importar lo depravado que sea, podrá verse satisfecho. Ahí es donde hay mucho espacio para explorar las motivaciones del director creativo del parque interpretado por Anthony Hopkins y también sobre la propia naturaleza humana. ¿Será que simplemente las máquinas son mejores que nosotros, lo asimilan e inician una rebelión real?

Muchas dudas aún sobre una serie que ha pasado por una fase de producción un tanto problemática y que se estrenará en una fecha aún por decidir del próximo mes de octubre. Será entonces cuando descubramos exactamente qué es lo que han hecho a partir del universo creado por Michael Crichton en 1973 y al que tanto el cine como la televisión ya habían vuelto con anterioridad. Sólo entonces descubriremos también si HBO tiene aquí a su ansiada sucesora de ‘Juego de Tronos’.

OFICIAL: Game of Thrones chega ao fim na oitava temporada

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Casey Bloys, presidente de programação da HBO, acaba de confirmar que os planos de David Benioff e Dan Weiss é que Game of Thrones chegue ao fim na sua oitava temporada, e que o canal apoia a decisão.

Essa possibilidade já era especulada a algum tempo, e só ganhou força com os anúncios das próximas duas temporadas da série com um número menor de episódios, e um adiamento da estreia da sétima temporada (summer season 2017). Os showrunners de Game of Thrones tinham isso em mente, e o canal entende que, apesar de querer mais temporadas (claro, né…), esta é a melhor decisão para a série como um todo.

Ou seja, na summer 2017 veremos a estreia da sétima temporada da série, inicialmente programada para ter apenas sete episódios. Se tudo seguir como o previsto, a oitava temporada chega na primavera ou no verão norte-americano de 2018, com apenas seis ou sete episódios (isso não está definido).

 

Spinoff a seguir?

Game of Thrones chega ao fim em 2018, mas a saga pode não parar por aí. A HBO tem nas mãos uma grande galinha dos ovos de ouro, e é evidente que eles querem expandir a história ao máximo. Não descartam uma continuação no formato de spinoff, com o mesmo universo que faça sentido em termos criativos. Porém, não há nada concreto sobre esse tema.

Via THR

OFICIAL: Sétima temporada de Game of Thrones estreia na summer season de 2017, e terá 7 episódios

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A HBO confirmou oficialmente que a sétima temporada de Game of Thrones não estreia até a summer season de 2017.

O motivo do delay está nas condições climáticas dos locais onde a temporada será gravada, ou o já bem humorado “o inverno que não chegou”. Com isso, Game of Thrones fica de fora da disputa do Emmy Awards 2017, uma vez que a janela para que uma série seja elegível na premiação fecha no dia 31 de maio (o primeiro dia da summer season 2017 é 21 de junho). A sexta temporada da série estreou no dia 24 de abril de 2016.

O adiamento vai permitir aos produtores entregar uma história mais concisa e estruturada, não só por conta do tempo maior para desenvolver a trama, mas também por conta do número reduzido de episódios.

A produção da sétima temporada de Game of Thrones começa ainda nesse trimestre na Irlanda do Norte, e gravações adicionais acontecerão na Espanha e na Islândia. Vale lembrar que a série foi a mais indicada ao Emmy Awards 2016, com 23 indicações, incluindo na categoria de Melhor Série Dramática.

True Blood vai virar musical

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True Blood, drama já encerrado pela HBO, está nos estágios iniciais para se tornar um musical da Broadway.

O projeto contará com a parte musical supervisionada por Nathan Barr, que compôs a música para a série de TV, e composição das letras por Elizabeth Scott. O texto teria passado por uma primeira leitura, e os detalhes do musical não foram revelados.

O que sabemos é que True Blood (o musical) vai se passar na mesma pequena cidade de Bons Temps, onde os eventos da série de TV foram narrados, e o seu roteiro teve uma edição considerável, mas mantendo a diversão da série. Alan Ball, criador da série, negou o seu envolvimento com a produção.

Se True Blood chegar aos palcos, segue os passos das produções. Dance of the Vampires e Lestat, que foram muito bem nos seus períodos de Broadway.

Via New York Post