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Courtney Cox fará participação especial em Go On

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Aí, Chandler Bing… teu passado vai te buscar! Ou algo parecido. Está confirmada a participação de Courtney Cox em Go On, série protagonizada por Matthew Perry que, como todo mundo sabe, faz o papel de Ryan King (mas que é 90% Chandler Bing em sua essência).

A participação não só marca um breve retorno do casal em cena, que durante anos divertiu o público norte-americano com o casal Monica e Chandler em Friends, algo que não acontece desde o final da série, em 2004, mas também é um breve retorno de Courtney em uma produção da NBC. A atriz vai interpretar um interesse amoroso de King, e será apresentada ao radialista por Anne (Julie White).

O episódio, que será exibido em abril nos Estados Unidos, também marca o reencontro de Courtney com Scott Silveri, produtor de Friends por oito temporadas.

Via The Hollywood Reporter

Audiência nos EUA: 09 de outubro de 2012

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As noites de terças nunca mudam: as franquias NCIS seguem dominantes, o que ajuda a novata Vegas, entregando uma noite perfeita para a CBS toda a semana.

Terça-feira, 09 de outubro de 2012

Ranking
Programa > Canal > Audiência > demo 18-49

  1. NCIS (CBS), 18.09 mi (3.3)
  2. NCIS: Los Angeles (CBS), 15.10 mi (2.9)
  3. The Voice (NBC), 11.93 mi (4.4)
  4. Vegas (CBS), 11.78 mi (2)
  5. Dancing with the Stars (ABC), 8.24 mi (2.1)
  6. Go On (NBC), 6.95 mi (2.8)
  7. Private Practice (ABC), 6.05 mi (1.6)
  8. New Girl (Fox), 4.99 mi (2.7)
  9. Parenthood (NBC), 4.99 mi (2)
  10. The New Normal (NBC), 4.96 mi (2)
  11. Raising Hope (Fox), 4.11 mi (1.8)
  12. The Mindy Project (Fox), 3.57 mi (1.9)
  13. Ben and Kate (Fox), 3.33 mi (1.5)
  14. Hart of Dixie (CW), 1.20 mi (0.4)
  15. Dr. Horrible (CW), 0.57 mi (0.2)

*em negrito: venceram no horário.

Em alta: The New Normal mais uma vez derrotou o seu adversário direto no horário, The Mindy Project. The Voice, com a demo 18-49 mais alta da noite.
Em baixa: todas as comédias da Fox, que registraram a lanterna no horário. Em especial, Ben and Kate, com uma demo de apenas 1.5, e audiência mais baixa das séries do canal nas terças. Já corre certo risco de cancelamento.

Via SpoilerTV

Audiência nos EUA: 02 de outubro de 2012

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Terça-feira, 02 de outubro de 2012

Top 10

  1. NCIS (CBS), 18.50 mi (3.6)
  2. NCIS: Los Angeles (CBS), 14.87 mi (3.1)
  3. Vegas (CBS), 12.07 mi (2.1)
  4. The Voice (NBC), 8.22 mi (2.9)
  5. Dancing with the Stars (ABC), 8.21 mi (1.3)
  6. Private Practice (ABC), 6.12 mi (1.6)
  7. Go On (NBC), 6.00 mi (2.2)
  8. New Girl (Fox), 5.07 mi (2.8)
  9. The New Normal (NBC), 4.61 mi (1.7)
  10. Parenthood (NBC), 4.48 mi (1.7)

*em negrito = venceu no seu horário

Destaque positivo: a franquia NCIS, que segue sendo a mais vista dos Estados Unidos.
Destaque negativo: Ben and Kate (Fox), que está com uma demo de apenas 1.6, e baixos 3.26 milhões. Para uma série estreante, precisa melhorar na audiência.

Via SpoilerTV

[Reviews] 22-09-2012: The New Normal e Go On seguem muito bem, obrigado!

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Tem alguém na NBC que está muito feliz. Duas de suas novas comédias, The New Normal e Go On, conseguem se estabelecer como comédias promissoras, e em alguns casos, surpreendendo positivamente, melhorando de forma considerável em relação aos pilotos de suas produções. Particularmente, as duas séries tiveram os seus melhores episódios na última semana, oferecendo boas perspectivas de futuro.

Começando por The New Normal (S01E03, Baby Clothes). Disparado, o melhor episódio até então da nova comédia de Ryan Murphy. Ótimas piadas, mesmo com um argumento central que pode parecer desinteressante para algumas pessoas, mas com o mesmo objetivo de abordar temas que boa parte dos norte-americanos nem querem chegar perto de discutir (casamento gay, paternidade de homossexuais, sexualidade precoce, etc).

Pela primeira vez a série falou isso de forma mais clara e direta, levantando questões que valem a discussão. Exemplo: a “cultura do ódio”, que parece disseminar em nossa sociedade, e que lentamente começa a contaminar aqueles que não são adeptos à tal prática. As pessoas não respeitam as diferenças. São apenas “tolerantes” com tais diferenças, apenas para não se fazerem de “vilãs” para seus filhos e os outros membros da sociedade. Porém, de forma velada, seguem transmitindo os valores do “não respeito” ao que é diferente.

Mais: existem regras para violência física, para o desrespeito e discriminação aos deficientes, mas em relação a outros grupos, isso não acontece. De fato, os seres humanos não são iguais e, na prática, não possuem direitos iguais. E o desafio de David e Bryan é criar seu filho (ou filha, ainda não se sabe) de forma onde ele terá que “driblar” essas dificuldades e intolerâncias (que ficam disfarçadas em um “estou tentando ser legal com você”), e ao mesmo tempo, dar a segurança para que essa criança tenha orgulho da família que tem.

Estou me segurando para não mandar spoilers, mas o que posso adiantar é que, pelo menos por enquanto, The New Normal faz um grande trabalho. Melhrou muito em relação ao piloto. É claro que fico ainda com um pé atrás por ser o Ryan Murphy, e por saber o que ele fez com séries como Nip/Tuck e Glee. Quero saber se ele vai manter essa coragem toda de abordar tais temas, mantendo a linha do humor e sarcasmo, mas falando sério quando preciso. Se conseguir, certamente vai colher os frutos do bom trabalho.

The New Normal mantém uma média de 6 milhões de telespectadores por episódio desde a estreia, o que é um bom sinal para o seu começo.

Go On segue também em uma melhora. Aos poucos, vamos conhecendo melhor os personagens, e o foco mesmo vai ser a vida de Ryan King e a dinâmica com o seus novos amigos do grupo de ajuda. Fato é que Ryan ainda está na fase de “negação” em relação à morte de sua esposa (imagino eu que, quando ele alcançar a “aceitação”, a série acaba), e precisa lidar com isso constantemente, até mesmo pela sua sanidade mental. Não que ele esteja ficando louco, mas acordar todas as noites, no mesmo horário, não é algo saudável.

Mas o mais legal em Go On é que, além de percebermos que precisa mesmo ter alguém que saiba escrever para Matthew Perry (um dos criadores da série também foi um dos responsáveis de Friends) para que ele mostre o seu melhor, a mensagem clara da série é: “ninguém consegue seguir em frente sozinho”. Por mais que Ryan se veja como o cara descolado, o locutor popular e aquela pessoa que (teoricamente) está bem resolvida, ele mesmo começa a perceber que precisa mesmo do grupo de apoio para seguir em frente.

Vale lembrar que Go On não é classificada como uma comédia, e sim, como uma dramédia. E quando necessário, se apresenta assim. Em alguns momentos, a série acaba pegando para esse lado mais sentimental, mostrando o quão especial pode ser os pequenos gestos que você pode ter na vida para superar algum problema ou uma fase difícil considerada duradoura. Nesse aspecto, a série vai bem, mantendo uma certa regularidade.

E isso se reflete na audiência. Depois da já esperada queda de audiência entre o primeiro e o segundo episódio, Go On se estabilizou em uma média de 9.5 milhões de telespectadores nas duas últimas semanas. É uma média elevada para uma série na NBC. Ajuda o fato dela ir ao ar depois da exibição de The Voice, mas se conseguir reter essa audiência nas próximas semanas, é sinal que os norte-americanos aprovaram a proposta da série.

Fico feliz por ver a recuperação da NBC nas comédias. Com o sucesso de The Voice, e com uma nova comédia com Michael J. Fox chegando para a próxima fall season (2013-2014), não é nenhum absurdo dizer que o canal do pavão está no caminho certo para recuperar a sua liderança na audiência da TV norte-americana, assim como acontecia nas décadas de 1970, 1980 e 1990.

Primeiras Impressões | Go On (NBC, 2012)

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Como você lida com a perda de algo muito querido para você? Nosso amigo Matthew Perry diz “less talk, more action”.

Go On (NBC) foi uma das pré-estreias que o canal do pavão antecipou nas suas séries de comédia para a próxima temporada. A outra foi Animal Practice, mas depois eu perco tempo com ela. Mas… não sei se é o “efeito Chandler/Matthew Perry”, mas gostei do piloto de Go On. Bom, pelo menos é muito melhor do que Mr. Sunshine (ABC), o que, cá para nós, não é algo muito difícil. Mas não é só isso.

Perry faz o papel do jornalista esportivo Ryan. Que nada mais é do que o Chandler adulto, como cronista de rádio. Chandler continua bem vivo em Matthew Perry, mas isso pouco importa. Os norte-americanos meio que gostam e esperam por isso. E, diferente de Mr. Sunshine, o “Chandler” de Go On está melhor integrado ao contexto da história. Apenas para te colocar dentro da premissa: Ryan perdeu a sua mulher recentemente. Decidiu voltar ao trabalho apenas um mês depois dessa perda, e seus chefes o orientam a buscar a terapia em grupo, para que ele consiga passar pelo luto de forma mais efetiva. Porém, o que Ryan quer é voltar ao trabalho o mais depressa possível.

Nesse ponto, tenho que concordar com Ryan. Eu mesmo acho terapia em grupo algo constrangedor. E o ponto que a série coloca tem o seu fundamento. Chega um momento em nossas vidas em que falar não vai aliviar nossas mágoas, ou minimizar o sofrimento de nossas perdas. O que é preciso é fazer. Agir por nós mesmos. Seguir em frente (ou “Go On”, literalmente). Ryan propõe isso ao grupo, com “terapias alternativas” divertidas e inusitadas, mas que mostram que as pessoas, no fundo, são competitivas, curiosas e instigadas a fazerem as coisas.

Por outro lado, o piloto mostra o quão é importante falarmos sobre essas perdas. Colocar para fora essas frustrações é fundamental para que a gente não enlouqueça, ou para que as emoções não se aflorem. O legal em Go On é que ela soube mostrar no piloto esses dois lados, equilibrando o drama e a comédia de forma consistente, sem deixar o piloto sarcástico demais ou meloso de forma excessiva.

A história te convida a ver a trajetória de Ryan nesse “seguir em frente”, onde ele mesmo identifica essa necessidade de compartilhar a dor que ele ainda sente. Ao mesmo tempo, apresentar aos que te cercam na terapia que o mais importante nessa vida é buscar dar essa continuidade o quanto antes, para que esse sentimento pesado não tome conta do nosso cotidiano. E em algumas vezes, isso deve ser feito realizando aquilo que mais queremos. Seja socar alguém, sejam transar com alguém… ou correr atrás do carro do Google Street View.

No final das contas, o piloto do Go On me agradou bastante. Admito que minhas expectativas com a “nova série do Chandler” eram baixas, mas o piloto foi bem feito, dei algumas risadas com piadas bem pontuais, e curti rever o “Chris” de Everybody Hates Chris (CW) na tela novamente. Devo continuar para ver qual será a sequência dessa história. E, quem sabe, dessa vez (finalmente), a maldição de Friends pode acabar (se bem que Cougar Town, que nem é lá grande coisa, vai para a quarta temporada…)

[Vídeo] Veja os promos das novas séries da NBC – temporada 2012-2013

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A NBC anunciou no começo da semana o seu calendário para a próxima fall season (2012-2013), e as próximas séries novas que farão parte dessa grade. A seguir, você tem todos os promos liberados pelo canal dessas novas produções. Só faltam os promos de Hannibal e Crossbones. E comece a escolher a sua favorita (ou “série que merece ir para a lata de lixo”) desde já.

Go On

Revolution

The New Normal

Animal Practice

1600 Penn

Do no Harm

Chicago Fire

Infamous

Guys With Kids

Next Caller

Save Me