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Primeiras Impressões | Better Things (FX, 2016)

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Meus problemas com Louis C.K. continuam. E, ao que tudo indica, não devem terminar tão cedo.

Lá fui eu assistir o piloto de Better Things, comédia criada pelo já citado no parágrafo anterior com a protagonista Pamela Adlon. E terminei o piloto com a clara sensação que eu sou burro e não entendo a piada.

Digo isso porque é mais uma das séries que os ditos “especialistas” adoraram (e eu acho que eles devem ter sua dose de razão, já que Better Things já está renovada para a segunda temporada) e eu achei um grande porre.

 

É tipo um Louie, sabe…

Better Things faz o já conhecido estilo de humor negro, onde temos que compreender e rir das ironias da vida, mesmo que estas ironias sejam coisas que não te façam gargalhar de rir.

De fato, a ideia não e essa. Esse tipo de comédia ilustra as situações que normalmente nos constrangem, mas que aos olhos dos outros pode ser algo engraçado. É a ironia da vida ilustrada, para que a gente possa rir de nós mesmos.

Louie é uma comédia que claramente aposta nessa estrutura narrativa, e Better Things segue o mesmo caminho. Vemos a vida de uma mãe (Adlon) que tenta viver com dignidade a sua vida de atriz/dubladora, além de sustentar suas duas filhas com idades e perspectivas de vida diferentes.

Uma delas é uma adolescente mala que está na fase de bebedeira e drogas. A outra, criança quase entrando na pré-adolescência, se comporta como uma birrenta, como qualquer outra.

Logo, a série mostra a vida dessas pessoas. Uma vida comum, de pessoas comuns. Que poderia ser a sua vida, só que nem você se deu conta disso.

 

Eu juro que tentei, mas…

Better Things não desceu.

Achei tudo muito chato, sem graça e desinteressante. A história de Sam Fox não me prendeu em nada, achei a maioria das piadas bem sem graça… sim, eu sei… eu sou burro.

E me chamo de burro porque provavelmente vão vir aqui dizer que a série é incrível.

Disseram o mesmo de Louie, que está no ar há anos, e eu continuo achando bem sem graça.

Na verdade, esse é o tipo de série que tem que ser do gosto da pessoa. E por isso em nenhum momento estou dizendo que Better Things é ruim (um exemplo de comédia ruim: We Are Men), mas sim que achei ela bem sem graça.

E aqui é muito mais uma questão de percepção e não de qualidade. Simples assim.

Mas recomendo que você veja o piloto pelo menos. Confesso que gostei mais de Altanta, mas vai que essa comédia do menino Louie melhora ao longo da temporada.

Vamos dar tempo ao tempo.

P.S.: só uma correção… We Are Men não é uma comédia ruim… é uma comédia horrorosa, um verdadeiro lixo televisivo. 

Primeiras Impressões | Atlanta (FX, 2016)

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O Troy de Community não existe mais.

Donald Glover tomou a sábia decisão de abandonar a comédia zumbi da NBC/Yahoo Screen para investir seu talento na sua própria série. Em Atlanta (a série), ele assume o completo controle de protagonismo, roteiro e produção, usando Atlanta (a cidade) e a música como pano de fundo.

É uma comédia de humor negro (pelo amor de Deus, isso não é um trocadilho), que lida com temas pesados, que se assemelham à realidade dos astros emergentes do rap e do hip-hom. Aliás, já repararam como a black music está em evidência no mundo das séries.

 

Sexo, drogas e rimas

Atlanta mostra a vida de um fracassado empresário do mundo do hip-hop (Glover), que está totalmente ferrado e prestes a ser expulso da própria casa pela mulher. Ele luta para se manter na família e cuidar da filha pequena. Até com a maconha ele deu um tempo, o que mostra que ele está tentando muito fazer a sua vida funcionar.

Nessas tentativas, ele decide deixar o seu emprego chato para empresariar a carreira do seu primo, que não é um grande rapper mas, convenhamos, precisa ser bom para fazer sucesso no mundo da música?

Acontece que eles precisam ter o mínimo de parcimônia na vida para não fazerem bobagens. Maneirar no consumo de drogas é um bom começo.

Fazer com que o astro se controle emocionalmente é outra medida interessante.

Tentar não agredir as pessoas então… nem se fala.

Logo, Atlanta vai mostrar as aventuras e desaventuras em série dos três personagens centrais, e a música será o elo de conexão (ou a força motriz) de todas a iniciativas que veremos ao longo dos episódios.

 

Um plot no limite

 

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Como disse, Atlanta é uma comédia adulta, onde você obrigatoriamente precisa ter um olho mais apurado para perceber as ironias da vida.

Em alguns aspectos, a série tem tons de drama, tratando de temas sérios, como a própria questão do “cuidar da família”.

Pode não ser a comédia que vai fazer você se escangalhar de rir, e nem é esse o objetivo. Mas das duas que o FX estreou nesse mês de setembro, é a que mais me agradou.

Como já está renovada para a segunda temporada, vou pelo menos monitorar os comentários de leitores e de outros veículos para decidir se assisto a temporada completa ou não.

Mas creio que vale a pena você assistir pelo menos os dois primeiros episódios.

Archer é renovada para as temporadas 8, 9 e 10

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O canal FX anunciou que a série de animação Archer foi renovada para mais três temporadas.

Com a nova encomenda, a série ganha renovação para as temporadas 8, 9 e 10. A oitava temporada da animação estreia nos Estados Unidos no começo de 2017, e terá oito episódios. De quebra, o FX fechou um novo acordo com a Floyd County Productions, que vai desenvolver um novo projeto para canal.

The Americans é renovada para a 5ª e 6ª temporada, chegando ao fim em 2018

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O canal FX anunciou que a série The Americans está renovada para a 5ª temporada (que será exibida em 2017) e 6ª temporada (a ser exibida em 2018), além de confirmar o fim da série ao final do sexto ciclo.

A quinta temporada terá 13 episódios, enquanto que a sexta e última temporada contará com 10 episódios. A decisão vai permitir que os showrunners da série contem a história que desejam com uma conclusão adequada.

O final da atual quarta temporad ade The Americans será exibido nos Estados Unidos no dia 8 de junho.

Feud, nova antologia de Ryan Murphy, é aprovado pelo FX

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E Ryan Murphy prolonga o seu relacionamento de longa data com o FX (e porque não dizer com o grupo Fox). O canal encomendou a série Feud, que é mais uma antologia do criador de Glee, que vai explorar algumas das rivalidades mais famosas da história.

Os oito episódios da primeira temporada vão mostrar como foi tensa uma das brigas mais famosas da história do cinema: Joan Crawford (Jessica Lange) e Bette Davis (Susan Sarandon). Essas duas atrizes lendárias quase se mataram nos sets de gravação do filme ‘O Que Terá Acontecido a Baby Jane?’, que recebeu cinco indicações ao Oscar. O elenco da série ainda inclui nomes como Alfred Molina, Stanley Tucci, Judy Davis e Dominic Burgess.

Molina vai interpretar o diretor do filme, Robert Aldrich; Tucci vai interpretar Jack Warner, executivo do estúdio, e Davis será a lendária fofoqueira Hedda Hopper. Dominic Burgess será o co-protagonista do filme, Victor Buono.

Lange, como vocês bem sabem, esteve nas quatro primeiras temporadas de American Horror Story, quando decidiu não fazer parte do elenco da quinta temporada (AHS: Hotel). No seu lugar, temos Lady Gaga.

Com isso, Ryan Murphy tem sob a sua responsabilidade no FX pelo menos três antologias: além de Feud e a já destacada American Horror Story, um spinoff da série de terror, em American Crime Story.

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