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30 anos da Fox: 30 melhores séries do canal (parte 03 de 03)

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O canal Fox está completando 30 anos. No dia 9 de outubro de 1986, um dos grupos de mídia mais fortes do planeta se unia à CBS, NBC e ABC para oferecer uma programação atraente para o público jovem e jovem adulto, com programas que rompiam barreiras e ultrapassavam os limites da época.

Três décadas depois, a audiência da Fox envelheceu e, de certa forma, o canal também. Mas isso não impede de afirmarmos que algumas das séries mais amadas de todos os tempos foram exibidas pelo canal da raposa.

Por isso, essa série de três posts especiais lista as 30 maiores séries da história da Fox, em uma lista feita pelo TVLine que estabelece como critérios de escolha 50% qualidade/prêmios, 25% popularidade/longevidade, e 25% influência/impacto cultural.

Ou seja, temos uma combinação de campeões de audiência, séries com vários prêmios, e produções de vida curta, mas muito elogiadas pela crítica.

Esta é a parte 03 de 03 da lista das 30 maiores séries da história da Fox.

 

 

10. HOUSE (2004 – 2012)

 

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Vimos uma série de médicos na TV antes do Dr. Gregory House, mas poucos foram tão fascinantes e interessantes como este, interpretado brilhantemente por Hugh Laurie. O cara suportava a dor com medicamentos e uma bengala, e agiu como um Sherlock virtual, combinando mistérios médicos com o seu formidável intelecto. O grande pecado é que Laurie jamais ganhou um Emmy por House, mas a série sempre foi um grande campeão de audiência por oito temporadas, e injetando uma bela dose de adrenalina aos dramas médicos.

 

 

9. KING OF THE HILL (1997-2010)

 

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Yep… a série de animação de Mike Judge (o mesmo criador de Beavis and Butt Head) que mostrava a infeliz vida do vendedor de propano e texano convicto Hank Hill quase não parecia um desenho animado de tão próxima da realidade. A série foi um sucesso instantâneo, alcançando números próximos de The Simpsons, antes de chegar ao fim depois de 13 temporadas. E o amoroso contraste entre Hank, Peggy, Bill e Boomhawer era algo que não vemos hoje na TV. Infelizmente.

 

 

8. ALLY MCBEAL (1997-2002)

 

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A década de 1990 ficou marcada pelos CDs de instalação do AOL, pela MTV tocando o melhor da música e pela dramedia de David E. Kelley, que resultou em um grande fenômeno cultural. Ally McBeal era autenticamente divertida e emocional, e foi fundamental para criar a ponte entre as sitcoms e os dramas. Sem falar em Barry White para uma nova geração.

 

 

7. 24 (2001-10, 2014)

 

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Estreando dois meses depois dos atentados de 11 de setembro, 24 Horas foi ajudado pelo grande sentimento de patriotismo da época, com Jack Bauer vivendo a fantasia do americano médio, estripando o terrorismo sem dó nem piedade. O conceito de série em tempo real, com cada episódio representando cada hora “do dia mais longo da vida de Jack Bauer”, com uma tensão efetiva, e Kiefer Sutherland fazendo o papel da sua vida. Sem falar no bordão mais legal da década: “damnit”. Uma das melhores séries de todos os tempos. Fato.

 

 

6. BEVERLY HILLS, 90210 (1990-2000)

 

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A série que deu origem aos novelões adolescentes na televisão. 90210 capturou a audiência jovem de assalto, mostrando os “principais problemas” dos jovens de Beverly Hills. Os membros do elenco da série se tornaram astros do dia para a noite, ajudando a dar para a Fox um ar de MTV que lhe caiu bem. Obviamente, nunca foi uma grande série, mas a base de fãs cresceu vendo a série, que é um grande símbolo da nostalgia da década de 1990.

 

 

5. MARRIED… WITH CHILDREN(1987-97)

 

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Simplesmente maravilhosa! Um choque de vulgaridade e ódio gratuito na TV norte-americana. Os Bundys tinham um antídoto bem ácido para a doçura que o The Cosby Show apresentava na década de 1980. De forma surpreendente, este foi o primeiro megahit de horário nobre da Fox por 11 temporadas. Em partes, foi eclipsada por sitcoms de maior destaque como Roseanne e The Simpsons. Mesmo assim, é uma das melhores famílias da TV.

 

 

4. AMERICAN IDOL (2002 – 2016)

 

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Você pode achar graça hoje, mas…. você com certeza assistiu, certo? American Idol dominou a audiência nos Estados Unidos por oito temporadas seguidas, e foi o programa de TV mais visto dos anos 2000. Sim, o programa tomou decisões que muitos se arrependem, mas todos o país testemunhou o nascimento de astros como Kelly Clarkson e Carrie Underwood. Se tornou um verdadeiro fenômeno cultural.

 

 

3. THE X-FILES (1993-2002, 2016)

 

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A série trouxe o sci-fi geek para o mainstream (alcançando em algumas oportunidades audiências de 20 milhões de telespectadores por episódio), criou o conceito de “shippagem” na televisão, com Mulder e Scully, e mostrava a mitologia alienígena combinada com mistérios e dramas que inspiraram séries como Lost. Sem falar que era uma série BOA PRA CARAMBA! O revival desse ano pode ter decepcionado vários fãs, mas para todos os fãs de The X-Files… a verdade sempre está lá fora.

 

 

2. ARRESTED DEVELOPMENT(2003 – 2006)

 

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A absurda saga da decadente família Bluth foi algo tão estranho, que se tornou um hit. Apesar de ter apenas três temporadas com baixa audiência na Fox, a série foi ressuscitada na Netflix. Mas com uma linguagem única, foi uma das séries mais divertidas de todos os tempos, com um elenco excepcional e piadas nonsense. 15 anos depois, e as pessoas querem mais!

 

 

1. THE SIMPSONS (1989 – ad eternum?)

 

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Você ainda tinha alguma dúvida que a primeira posição seria essa? The Simpsons não só é a série de maior duração da Fox (28 temporadas em 30 anos) como também lidera o ranking de mais longa da história da TV (com 598 episódios até agora), e quebrou todas as barreiras das animações no horário nobre da TV norte-americana. As temporadas 3, 4, 5, 6, 7 e 8 são consideradas clássicas e incomparáveis na história da TV. Não é apenas a maior série da Fox, mas provavelmente a maior série de todos os tempos, por conta de tudo o que conquistou.

 

Clique aqui para ler a parte 01 dessa lista. 

Clique aqui para ler a parte 02 dessa lista.

Em 24: Legacy, não teremos Jack Bauer, mas teremos Tony Almeida

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Vamos falar de coisa boa?

O ator Carlos Bernard está confirmado em 24: Legacy (Fox), reprisando o papel de Tony Almeida.

Tony foi morto na quinta temporada, mas ressuscitou – voltando como um vilão – no começo da sétima temporada. A última vez que ele foi visto no universo de 24 Horas ele estava preso, no final da mesma sétima temporada.

Bernard é o primeiro (e muito provavelmente não será o último) nome diretamente ligado ao universo de 24 Horas a aparecer no reboot.

 

Espere… tem mais…

 

Não faz muito tempo que comentei aqui no blog que Chloe O’Brien (Mary Lynn Rajskub) também pode dar as caras na série. O que, cá para nós, não seria nenhum absurdo.

Penso eu que, com exceção do próprio Jack Bauer (Kiefer Sutherland), que já está confirmado que não deve aparecer nessa primeira temporada da série, Tony e Chloe são os personagens mais amados e identificáveis da série.

Além disso, a série precisava inserir em 24: Legacy esses personagens que fazem a conexão direta com a série principal. Caso contrário, falta um certo apelo com os fãs.

É compreensível a decisão de não termos um Jack Bauer aqui, e até do nosso “novo Jack Bauer” ter um perfil bem diferente.

Mas sem esta conexão direta, a tarefa de fazer a série pegar junto a audiência ia ser mais complicada.

30 anos da Fox: 30 melhores séries do canal (parte 02 de 03)

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O canal Fox está completando 30 anos. No dia 9 de outubro de 1986, um dos grupos de mídia mais fortes do planeta se unia à CBS, NBC e ABC para oferecer uma programação atraente para o público jovem e jovem adulto, com programas que rompiam barreiras e ultrapassavam os limites da época.

Três décadas depois, a audiência da Fox envelheceu e, de certa forma, o canal também. Mas isso não impede de afirmarmos que algumas das séries mais amadas de todos os tempos foram exibidas pelo canal da raposa.

Por isso, essa série de três posts especiais lista as 30 maiores séries da história da Fox, em uma lista feita pelo TVLine que estabelece como critérios de escolha 50% qualidade/prêmios, 25% popularidade/longevidade, e 25% influência/impacto cultural.

Ou seja, temos uma combinação de campeões de audiência, séries com vários prêmios, e produções de vida curta, mas muito elogiadas pela crítica.

Esta é a parte 02 de 03 da lista das 30 maiores séries da história da Fox.

 

20. THAT ’70S SHOW (1998-2006)

 

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Uma das melhores comédias de todos os tempos. Aliás, você sabia que ela quase foi exibida na CBS? Pois é…. foi um megahit inesperado da Fox, mostrando a década de 1970 de forma bem humorada, e colocando uma geração de astros nos holofotes. O canal tentou duplicar o sucesso com That ’80 Show, mas não deu certo.

 

 

19. IN LIVING COLOR (1990-94)

 

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Por quatro temporadas, In Living Color foi uma versão alternativa do Saturday Night Live, que é muito importante para o mundo do entretenimento, por colocar a família Wayans no mainstream, e por receber astros do calibre de Jim Carrey e Jamie Foxx.

 

 

18. MELROSE PLACE (1992-99)

 

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Concebido como uma espécie de spinoff de Beverly Hills, 90210, Melrose Place foi um novelão com idas e vindas consideradas surpreendentes para a época, sem falar nas maluquices de roteiro envolvendo os jovens adultos que viviam em um condomínio em Los Angeles. Sem falar que apresentou Heater Locklear ao mundo!

 

 

 

17. FRINGE (2008-13)

 

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Meia década depois do fim de The X-Files, a Fox apresento um sci-fi bizarro e assustador, mas que muita gente gostou. Estrelado por Anna Torv, Joshua Jackson e John Noble, Fringe explorava universos paralelos e fenômenos sobrenaturais, se tornando um cult com muitos fãs fiéis das noites de sexta-feira. Alcançou os 100 episódios. Uma série que já é icônica.

 

 

16. COPS (1989-2013)

 

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Antes dos realitys se tornarem uma febre na televisão, a Fox colocou no ar o dia-a-dia nonsense dos policiais buscando e prendendo meliantes. Um programa imprevisível, que mostrava como era o sistema de justiça criminal, com perseguições alucinantes. Cops mandou nas noites de sábado da TV norte-americana por duas décadas e meia, com quase 900 episódios exibidos. Ainda é exibido no Spike TV, o que mostra que sua fórmula não está desgastada.

 

 

15. GLEE (2009-15)

 

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O musical colegial criado por Ryan Murphy foi uma das grandes sensações da TV, com elevadas vendas no iTunes, e mostrando que o plot principal poderia render e muito. Abordou importantes problemas sociais, mas sempre mantendo um discurso otimista. Sem falar que serviu como encubadora de jovens talentos como Lea Michele, Grant Gustin e Melissa Benoist. Pode nunca ter sido tão hypada assim, mas é sem sombra de dúvidas uma das séries mais significativas dos últimos 10 anos.

 

 

14. FAMILY GUY (1999-2002, 2005-present)

 

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É anárquica, ácida e completamente desprovida de bom senso. Mas é maravilhosa. Depois de ser cancelada em 2002, os fãs de Family Guy protestaram de forma massiva. A série foi ressuscitada, e agora está na sua 15ª temporada (e acho que o executivo da Fox que cancelar a série será demitido). Talvez jamais se aproxime do nível de genialidade de The Simpsons, mas com certeza inspirou fãs a fazerem idiotices por décadas.

 

 

13. THE O.C. (2003-07)

 

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Com rebeldia e muita grife, a novela teen que aspirava ser um remake de 90210 se tornou uma das séries que precisava ser vista todas as semanas. The O.C. tinha química própria, combinado o rebelde Ryan Atwood com o mundo dos ricos e poderosos, combinando drama e humor.

 

 

12. FUTURAMA (1999-2003)

 

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A animação sci-fi criada por Matt Groening mostrou histórias regadas de imaginação sobre planetas distantes e piadas satíricas. O time do The Planet Express apresentou momentos memoráveis, e com histórias contadas por um robô alcoólatra, um homem-lagosta e um entregador de pizza que veio do passado. A série foi ressuscitada pelo Comedy Central, mas as quatro temporadas exibidas pela Fox pavimentaram o seu lugar como uma das mais invetivas e hilárias animações da história da televisão.

 

 

11. MALCOLM IN THE MIDDLE(2000-06)

 

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Malcolm in the Middle estreou no momento certo: na virada do milênio, e no momento de migração do formato da sitcom clássica para as séries de mockumentary. Foi uma série positivamente revolucionária e experimental, e apresentando um elenco memorável, com nomes como Frankie Muniz, Jane Kaczmarek e Bryan Cranston.

 

A parte 03 dessa lista vai ao ar no blog amanhã (09).

Clique aqui para ler a parte 01 dessa lista.

30 anos da Fox: 30 melhores séries do canal (parte 01 de 03)

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O canal Fox está completando 30 anos. No dia 9 de outubro de 1986, um dos grupos de mídia mais fortes do planeta se unia à CBS, NBC e ABC para oferecer uma programação atraente para o público jovem e jovem adulto, com programas que rompiam barreiras e ultrapassavam os limites da época.

Três décadas depois, a audiência da Fox envelheceu e, de certa forma, o canal também. Mas isso não impede de afirmarmos que algumas das séries mais amadas de todos os tempos foram exibidas pelo canal da raposa.

Por isso, essa série de três posts especiais lista as 30 maiores séries da história da Fox, em uma lista feita pelo TVLine que estabelece como critérios de escolha 50% qualidade/prêmios, 25% popularidade/longevidade, e 25% influência/impacto cultural.

Ou seja, temos uma combinação de campeões de audiência, séries com vários prêmios, e produções de vida curta, mas muito elogiadas pela crítica.

Esta é a parte 01 de 03 da lista das 30 maiores séries da história da Fox.

 

30. BONES (2005-present)

 

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O drama forense protagonizado por Emily Deschanel e David Boreanaz combinava personalidades completamente opostas, mas entregou também um dos melhores relacionamentos em tela da história. E essa química perfeita entregou para Bones 11 temporadas, com uma 12ª e derradeira temporada em 2017.

 

29. SO YOU THINK YOU CAN DANCE(2005-present)

 

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Nunca foi um megahit na audiência como American Idol, mas a competição de dança de summer season teve seu impacto, do seu jeito, com os melhores dançarinos jovens do país se apresentando com coreografias incríeis. Apesar de hoje ter uma audiência paupérrima, conduziu Cat Deeley ao estrelato.

 

28. THE BERNIE MAC SHOW (2001-06)

 

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A inteligente comédia familiar protagonizada pelo grande Bernie Mac mostrava o cara que era pai sem ter muito interesse em ser pai. Era uma visão pouco romântica da paternidade, combinado com problemas como drogas e bebedeira. Mas o carisma natural de Bernie transformou a série em cult, transgredindo as barreiras das tradicionais sitcoms familiares.

 

27. PRISON BREAK (2005-09)

 

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Os irmãos Michael Scoffield e Lincoln Burrows se tornaram mitológicos, e a primeira temporada de Prison Break é uma das melhores da história da TV. Depois disso, muitos alegam que esta série, ao lado de Heroes, está no trono de uma das mais decepcionantes dos anos 2000. De qualquer forma, veremos a série de volta na TV em 2017.

 

26. GET A LIFE (1990-92)

 

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Uma série que virou bordão nos Estados Unidos. Protagonizada por Chris Elliott, mostrava um entregador de jornal de 30 aos de idade que vivia com seus pais e seus surrealismos. Uma sitcom estereotipada e que rompia os limites do bom senso.

 

25. FIREFLY (2002)

 

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Com apenas 14 episódios de vida, Firefly virou um cult. O western espacial criado por Joss Whedon contava no seu elenco com nomes como Nathan Fillion, Morena Baccarin e Christina Hendriks, mas infelizmente não fez o sucesso que muitos esperavam. Ao menos rendeu o filme Serenity em 2005. Sempre é alvo de rumores de uma volta, ou reboot, ou remake…

 

24. UNDECLARED (2001-02)

 

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Mais desconhecida do público brasileiro, e mais uma das séries que muitos consideram que foi cancelada cedo demais. Undeclared colocava humor no mundo colegial (onde normalmente os adolescentes toram tudo mais divertido), e contava no seu elenco com nomes como Seth Rogen e Charle Hunnam.

 

23. PARTY OF FIVE (1994-2000)

 

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Mesmo sem receber a visibilidade de 90210 e Melrose Place, a novelesca Party of Five foi uma das melhores séries do seu tempo, contando a história dos órfãos irmãos Salinger, que precisavam lidar com temas pesados coo câncer, alcoolismo, violência doméstica… mas sempre juntos. Ganhou um Globo de Ouro como melhor série dramática e iniciou as carreiras de Neve Campbell, Matthew Fox e Jennifer Love Hewitt.

 

22. THE BEN STILLER SHOW (1992-93)

 

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Teve apenas 13 episódios, mas foi uma das primeiras a introduzir a influência das esquetes humorísticas nas sitcoms. Um Ben Stiller com apenas 26 anos e um elenco matador de comediantes (Andy Dick, Janeane Garofalo e Bob Odenkirk) introduziram vários clichês de cultura pop para a alegria da geração X. Ganhou um Emmy de melhor roteiro oito meses depois de ser cancelada.

 

21. EMPIRE (2015-present)

 

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O drama focado no universo do hip-hop criado por Lee Daniels está apenas no seu terceiro ano, mas já está na história da Fox. Com vários plot twists novelescos e recordes de audiência para uma série novata, não é apenas politicamente incorreta, mas faz um bem danado para o negócio da música e da TV. Com uma Taraji P. Henson que samba na cara da sociedade, Empire provavelmente vai subir posições nesse ranking quando a saga da Dynasty chegar ao fim.

 

Fiquem ligados! As partes 2 e 3 desse especial vão ao ar no blog nesse final de semana.

Oficial: Lady Gaga fará o show do intervalo do Super Bowl LI

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Agora é oficial.

A cantora Lady Gaga confirmou na noite de ontem (29) que fará o show do intervalo do Super Bowl LI, final do campeonato de futebol americano da NFL.

O jogo acontece no dia 5 de fevereiro de 2017, e será transmitido nos Estados Unidos pela Fox (no Brasil, tradicionalmente pela ESPN e nos últimos anos pelo Esporte Interativo).

A cantora confirmou a sua participação no grande jogo com uma imagem publicada na sua conta do Twitter e a frase: “Não é uma ilusão. É uma ilusão perfeita. Os rumores são verdadeiros. Nesse ano, o Super Bowl será Gaga”.

 

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Uma ótima oportunidade para promover um novo álbum

 

O quarto álbum da carreira de Lady Gaga, Joanne, chega ao mercado em 21 de outubro. Vale lembrar que a cantora já havia impressionado a NFL com sua poderosa performance do hino nacional norte-americano no último Super Bowl.

Durante o verão, Adele revelou que a NFL ofereceu o show do intervalo para ela, que recusou, alegando que o evento não era sobre música, e que não dançava o qualquer coisa no estilo que os artistas que normalmente participam do show do intervalo fazem.

O Super Bowl é importante porque é a maior audiência televisiva do ano, com facilidade e relativas sobras. Em alguns casos, o show do intervalo acaba recebendo maior audiência média do que o próprio jogo.

E tudo indica que isso vai acontecer no ano que vem.

Primeiras Impressões | Son of Zorn (Fox, 2016)

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Bela tentativa de ser criativo, mas…

Son of Zorn combina animação e live action de forma semi-tosca, com o objetivo de fazer uma comédia de situação pura e simples. E não posso reclamar pela tentativa. Afinal de contas, na temporada de reboots, remakes e adaptações, essa é uma das poucas histórias e formatos minimamente originais da temporada.

Porém, é um dos argumentos pelos quais os canais estão investindo em reboots, remakes e adaptações.

 

Volta, Will & Grace! (só usei esse cabeçalho para isso, ele não está relacionado ao texto)

 

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Son of Zorn conta a história da relação entre Alan, o adolescente vegano nerd/almofadinha e seu pai, Zorn (voz de Jason Sudeikis), herói de um desenho animado.

A surrealidade não se limita à combinação de dois mundos. Também está no fato que Zorn decide deixar as batalhas na ilha de Zephyria que ele defende para voltar para Orange County para se reconectar com o filho e com a ex-esposa Edie (Cheryl Hines).

Na volta, descobre que Edie decidiu seguir em frente com a vida. Está noiva de Craig (Tim Meadows), algo que obviamente não agrada Zorn.

Mas na sua tentativa de recuperar sua vida e obter o respeito do filho, o nosso herói decide arrumar um emprego, usar roupa de gente normal e mostrar que pode ser um pai mais presente para seu filho.

Mal sabe ele que sua conexão com o moleque vai se tornar algo muito mais próximo… em vários aspectos.

 

A metáfora do “pai herói” em Son of Zorn

 

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Tá bom. Eu saquei qual é a de Son of Zorn. Sei que a série quer fazer uma brincadeira com a metáfora do “meu pai é meu herói, ele é o máximo, ele tem super poderes”, e em algum momento alguém disse “ok, vamos ver como seria se ele fosse literalmente um herói”.

O problema é que mesmo sendo um herói, Zorn se comporta como um típico cidadão divorciado. Meio largado, inconsequente e beirando à burrice mesmo.

E talvez por isso a série me causou um pouco de irritação. As piadas são meio óbvias em boa parte o tempo, e quando você começa a dar risada do fato de um desenho animado tentar matar um pássaro gigante também feito de desenho animado na base da porrada, é sinal que a coisa fica bem complicada.

A combinação da animação com o live action não é algo orgânico. É meio tosco mesmo, e talvez a ideia fosse essa. Mas o que quero dizer e que, na prática, as atuações ficam engessadas, e a série perde ritmo com isso.

Com tudo isso, não achei Son of Zorn algo detestável. Só achei fraca. Uma tentativa infeliz de fazer algo mais original em uma temporada marcada pelo mais do mesmo.

E digo até que “infelizmente” é uma série fraca. Pois precisamos de comédias de boa qualidade.

Primeiras Impressões | Lethal Weapon (Fox, 2016)

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Podia ser pior. De verdade.

Antes de ver o piloto de Lethal Weapon, li muitas críticas sobre o episódio, dizendo que o mesmo caiu no óbvio. Mas era o óbvio que eu esperava do remake de Máquina Mortífera.

Até porque não tinha muito para onde correr. A série é o que o filme era.

E insisto: poderia ser pior.

 

Nada de novo

 

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O piloto de Lethal Weapon basicamente faz uma repaginação do filme que deu origem à franquia, condensando tudo em 46 minutos.

Está tudo lá. Um Martin Riggs emocionalmente destruído, com potencial suicida lá em cima, mas ao mesmo tempo canastra e bem humorado. Um Robert Murtaugh que é bom pai, bom marido, bom policial, nem tão certinho e todo cuidadoso com a saúde, pois não pode passar por estresse.

A combinação de personalidades tão diferentes vai ser explosiva sob vários aspectos. Um vai completar o outro nos seus estilos de vida, e isso vai contribuir para que os dois solucionem os casos mais inusitados e perigosos.

É claro que a consequência direta para os dois é a vida em risco, ou situações limite como constante. Mas… é exatamente isso que esperamos de uma série chamada Máquina Mortífera, não é mesmo?

 

Não esperava algo além disso

 

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Lethal Weapon não decepciona. Você pode achar o piloto fraco, e eu concordo. Mas é um plot limitado, que não tem muito para onde correr ou se desenvolver.

A boa notícia é que a produção é boa, pelo menos. Diferente de Rush Hour (CBS), que tinha cara de filme dos anos 80, o remake de Máquina Mortífera só parece um filme dos anos 2000, o que choca bem menos.

Nesse aspecto, o piloto é bem feito e tem boas cenas de ação, apesar de algumas coisas tecnicamente bem forçadas (carro capotando por causa de um impacto com uma barreira de latões de plástico cheios de água). Mas não dá para ser algo crível o tempo todo.

O grande problema da série nesse primeiro momento é o seu elenco, ao meu ver.

A dupla de protagonistas, apesar de ter química juntos, tem uma química às avessas, onde os dois ficam meio forçados nos seus respectivos papéis.

Quem me convence que Michael Kyle é um marido sério, um policial responsável e pai de família exemplar?

Talvez por isso eu não siga em frente com Lethal Weapon. Vamos esperar para ver como a audiência norte-americana vê esse remake. Começou com forte audiência (algo que era esperado), mas tem um futuro incerto se não se atentar para os detalhes.

Não precisa muito. Se conseguir divertir a audiência da Fox já será o suficiente.

O duro e detectar o que a audiência da Fox realmente quer. Eles são tão complicados de entender…