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[Spin-Off News] O que pode ser sucesso no Upfront 2010/2011 (estimado)

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Um estudo feito para prever o maiores sucessos das estreias apontam o remake da CBS “Hawaii Five-0” e a série estrelada por William Shatner, “$#*! My Dad Says”, como os maiores sucessos entre as novas séries, completando o Top 5 estão “Running Wilde”,”Raising Hope” da Fox e “Mike & Molly” da CBS.

Este estudo feito pela empresa NewMediaMetrics é baseado pelo interesse da série no Twitter, por um pesquisa em sites especializados e por um estudo feito com mais de 3000 pessoas  que buscam encontrar a atração emocional do público com o nome da série, tentam mostrar qual é a tendência da audiência na próxima temporada.

No mesmo período do ano passado o mesmo estudo indicou como as cinco séries de sucesso seriam “NCIS: Los Angeles”, “The Cleveland Show”, “Accidentally on Purpose”, “The Good Wife”, “FlashForward”. Com base no historíco, podemos ver que o resultado é até significativo, pois das cinco selecionadas, três foram renovadas. Porém não citou Modern Family e Glee como um dos maiores sucessos.

Já sobre as séries que já são consolidadas a pesquisa diz que Two and Half Men terá maior audiência, seguido por The Big Bang Theory e no terceiro lugar Glee que irá aumentar consideravelmente o número de telespectadores.

Fonte

[Emmy 2010] Raio-X Emmy 2010: Flash Forward

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Flash Forward
Canal: ABC
Gênero: Drama
Temporada: 01
Indicações: 03 (melhor fotografia para série de 1 hora, melhor composição musical de série – tema original para série dramática e melhor coordenação de dublês).

Sério. Não estou escrevendo este post para tirar sarro. Flash Forward foi sim indicada ao Emmy 2010, e, pasmem, foi mais indicada do que séries de maior prestígio e qualidade (Desperate Housewives e, acreditem se quiser, Entourage só tiveram uma indicação cada). Fato é que um dos maiores tiros do pé da história da TV norte-americana foi indicada pelo seu melhor: seu episódio piloto, que é um dos melhores de todos os tempos. No More Good Days recebeu as indicações de forma merecida, mesmo sendo o símbolo de que seríamos enganados de forma soberba, com uma série que se arrastou até a pausa, fez uma pausa imensa, e quando voltou, por mais que tenha melhorado, não teve mais salvação.

Deve vencer o Emmy porque… como disse antes, crítica e público consideram o piloto de Flash Forward impressionante. Os itens técnicos pelos quais a série foi indicada são justificáveis, pois foram pontos destacados da série. Se vencer, não dá pra considerar uma surpresa, muito menos uma injustiça.

Pode perder o Emmy porque… ainda fica o estigma de que a série foi um grande fracasso. E foi mesmo. Gastar aquilo tudo que gastou para ser cancelada na 1a Temporada, para a indústria da TV, é um estrago sem precedentes. E esta é uma mancha difícil de se apagar. Além disso, em algumas categorias (principalmente trilha original), eles baterão de frente com Michael Giacchino (Lost) e Sean Callery (24 Horas). Ou seja: pedreira total.

 

[Editorial] Heroes e Flash Forward: o adeus à duas grandes picaretagens da TV

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Estamos nas duas últimas semanas da Fall Season 2009-2010. Em uma temporada de TV tão intensa, mas com tantas coisas ruins que foram ao ar, chega a ser uma vitória moral quando duas produções que recebiam destaque em diversos blogs/sites de TV justamente pela baixa oferta ao público em termos de qualidade (a.k.a. histórias que qualquer um de nós, com boa vontade e bom senso, faríamos melhor) são canceladas. E mais: foram muito mais comemoradas do que renovações de séries que muita gente gosta. Este post é a homenagem do Spin-Off para estas séries que tanto conteúdo inútil nos deram para achincalhar produtores, roteiristas e atores, e que, honestamente, vamos sentir saudades de baixar o porrete nelas. Vamos começar pela mais nova.

Flash Forward (ABC/AXN). Eu, Eduardo Moreira, fui um daqueles que foi estupidamente enganados pelo conceito, e mais ainda, pelo seu episódio piloto, que é um dos melhores que eu vi na vida. Mas, a vida ensina a não julgar nada pelas aparências. Mesmo que seja um julgamento positivo. E todas as vezes que eu penso em Flash Forward, me vem junto o sentimento de revolta contra mim mesmo. Por ter acreditado em um piloto muito bom, por ter ficado para ver o que iria acontecer depois de 6 meses, no que representavam estes 2 minutos e 17 segundos… enfim, descobri no episódio 07 o que tudo isso significava: que eu era um perfeito idiota por continuar a assistir a trama.

Personagens sem o mínimo de carisma, episódios absurdamente arrastados, respostas sem sentido e sem nexo logo de cara, com revelações e argumentos que, para uma série que só estava no começo, beiravam ao patético. Flash Forward era um dos melhores argumentos possíveis para uma série de TV, pois aliava ciência, mistério, ação policial e dramas pessoais, mas tudo isso foi rasgado de forma quase que imoral por roteiristas incompetentes e atores que davam a impressão que foram agrupados para fazer algo que não estavam nem um pouco a fim de fazer.

Um baita tiro no pé da ABC, que prometeu a série como “o novo Lost”, e não chegou nem perto de ser “o novo Chisperito”. A lição que fica é que um canal de TV nunca, JAMAIS deve prometer algo sem ver qual a reação do público diante deste algo. Tem gente afirmando que, nestes últimos episódios, a série melhorou muito do marasmo que era quando a pausa aconteceu. O que eu posso dizer é que “essa é a melhora da morte” do paciente que, quando foi internado, já dava a impressão que iria morrer, entrou em estado crítico, e melhorou para receber a extrema-unção.

Além disso, para quem abandonou a série no começo, não iria mais voltar agora, e pelos números da audiência, a série só agradou a alguns poucos: na premiere da série, ela teve mais de 12 milhões de média; quando voltou da pausa, já eram menos de 6 milhões, e seu último episódio exibido nos EUA teve pouco mais de 4 milhões de média. Ou seja, Flash Forward não passa de um dos maiores fracassos, fiascos, tentativas de enganação, eventos de vergonha alheia da história da TV.

Heroes (NBC/Universal) é um caso de amor e ódio. Amor porque eu amava detonar esta série no Spin-Off Podcast. Ódio porque, a cada vez que vejo um promo, um teaser ou qualquer coisa da série, logo me vem à mente “como uma série pode ter um promo tão bom e, ao mesmo tempo, ser uma série tão lixo?”. Mais ainda: é sempre bom lembrar que a série de Tim Kring teve a honra de ser indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática de 2006, em sua primeira temporada, o que é um feito para poucas séries. E isso ocorreu com justiça, pois a Season 1 de Heroes é realmente muito boa. Porém, depois disso, em compensação…

Uma sequência inacreditável de eventos desnecessários e totalmente desencontrados com a linha de tempo que a própria série criou foi jogado na nossa tela, como se fossem baldes de coliformes fecais na nossa cara (como diria André Zuil). A amostra de que seria ridícula a sequência das temporadas veio no final da primeira, quando um vilão huge-motha-fucka é derrotado com uma faquinha de pão Pullman, empunhada por um japonês que ficava gritando “Yatta”. Depois, o mesmo japonês é jogado para outro século, e fica preso lá, sem servir pra nada, durante UMA TEMPORADA INTEIRA.

Nesse meio tempo, o mega-vilão recobra a memória, se vira contra a tal Companhia, o copiador de poderes continua sem saber usá-los, tem o irmão ganancioso, a cheerleader que quer ter vida normal, o policial babaca, o tempo passa… e aí eles descobrem que os culpados disso tudo são os pais deles.

Aí, os filhos vão à luta (sem antes ouvir as desculpas de Tim Kring pelo conteúdo apresentado). Rapidamente, percebemos que os vilões são bem mais interessantes do que os heróis, que se revezam em trapalhadas de roteiros e argumentos, além de viagens no tempo e linhas alternativas que nunca se concretizaram. Chegam os vilões, tocam o terror na série, dá-se a impressão que a série iria melhorar… até que, não mais do que de repente, eles estragam tudo de novo, criando uma brincadeira de gato e rato, entre o governo dos EUA e os nossos heróis (até mesmo colocando um clone de Barack Obama na série). Tim Kring, de novo, pede desculpas.

A brincadeira de gato e rato é o que há de pior na série: heróis que morrem com tiro na barriga, todo mundo podendo pintar o futuro, pessoas que não tem poder acabam desenvolvendo poderes… e no final, o vilão huge-motha-fucka é derrotado. Como? Ele é induzido a ser um outro personagem, apenas pela força do pensamento. Mas… POR QUE NÃO FIZERAM ISSO ANTES??? Beleza, vamos pra próxima: novos vilões. Na verdade, apenas um deles, que usa cajal no olho e vive em um circo mambeme. Aliás, circo mambembe foi o a tônica da temporada derradeira de uma das maiores decepções que os fãs de séries tiveram em todos os tempos.

De Heroes se esperava muito, e se encerrou de forma patética, com o vilão mega-poderoso virando um herói. Por que? Porque ele simplesmente pensou: “eu quero sair desta vida de matar pessoas e catalogar poderes que, ao longo das temporadas, eu nem me lembrei de metade deles, para me livrar das emboscadas de roteiros que me colocaram”. É, tinha mesmo que acabar. Era o sofrimento por todos os lados. Tem algumas pessoas que rumoram que a NBC ainda vai produzir 4 ou 5 episódios para contar o final da história. Honestamente, eu duvido.

Heroes e Flash Forward tiveram seus cancelamentos anunciados, e isso foi mais comemorado do que várias renovações que vi ao longo dos anos. Aliás, poucas vezes vi uma manifestação tão festiva em torno de um cancelamento, e no caso de Heroes, foi tão falado que foi parar no Trending Topics Brasil do Twitter.

De qualquer modo, vão para nunca mais voltar, mas lá no fundo, todos nós vamos sentir falta do sentimento incontido de detonar, sem dó nem piedade, produções que, em seu enredo, revelavam o quão infeliz pode ser um canal de TV que investe nestes produtos. Fica aqui o registro do Spin-Off que, apesar do alívio de não precisar mais colocar estas séries no upfront 2010-2011, teremos sempre um lugar especial no nosso pensamento, pois serão casos a serem lembrados sempre de “como jamais um canal de TV deve fazer”.

R.I.P.

Heroes (2006-2010)
Flash Forward (2009-2010)

Primeiras Impressões | Pacotão de Estreias da temporada 2009-2010 (Parte 02)

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Dae galera!

Mais um post com mais séries que estrearam nesta fall season. Ainda temos algumas que devem aparecer no post regular na próxima semana. Muitas séries bacanas e entretenimento garantido. Escolham as suas preferidas e vamos parar de dormir! :D

Grande abraço e aproveitem!

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“Mercy”

Canal: NBC – S01E01: Can We Get That Drink Now? – Estréia: 23/09/2009
Gênero: Drama – Toda: Quarta-feira 20h

A enfermeira Veronica Flanagan (Taylor Schilling, “Dark Matter”) e sua equipe estão sempre preparadas para desafiar o Dr. Dan Harris (James LeGros, “Sleeper Cell”) para que vidas sejam salvas. Dr. Alfred Parks (Delroy Lindo, “Up”), chefe do hospital Mercy, está sempre tentando fazer com que seus funcionários se entedam.

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“Modern Family”

Canal:ABC – S01E01: Pilot – Estréia: 23/09/2009
Gênero: Comédia – Toda: Quarta-feira 21h

O patriarca da família Jay Pritchett (Ed O’Neill, “John from Cincinnati”), se vê numa situação diferente quando seu filho Mitchell Pritchett (Jesse Tyler Ferguson, “Do Not Disturb”) decide adotar um bebê, juntamente com seu parceiro Cameron (Eric Stonestreet, “Monk”).

cougartown

“Cougar Town”

Canal:ABC – S01E01: Pilot – Estréia: 23/09/2009
Gênero: Comédia – Toda: Quarta-feira 21h30

Quando Jules Cobb (Courteney Cox, “Web Therapy”), uma quase quarentona recém-separada, decide dar ouvidos às suas amigas Laurie Keller (Busy Philipps, “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) e Ellie Torres (Christa Miller-Lawrence, “Scrubs”), muita confusão vai acontecer em sua vida. Mas quem irá sofrer será seu filho, Travis Cobb (Dan Byrd, “Heroes”), aparentemente, o “certinho” da família.

eastwick

“Eastwick”

Canal:ABC – S01E01: Pilot – Estréia: 23/09/2009
Gênero: Comédia – Toda: Quarta-feira 22h

Cercada de muito mistério e magia, a pequena cidade de Eastwick não será a mesma quando as então desconhecidas Roxanne Torcoletti (Rebecca Romijn, “Ugly Betty”), Joanna Frankel (Lindsay Price, “Lipstick Jungle”) e Kat Gardener (Jaime Ray Newman, “Eureka”) magicamente se tornarem amigas em torno de um segredo ainda maior trazido pelo milionário e misterioso Raymond Gardener (Jon Bernthal, “The Class”).

flashforward

“Flash Forward”

Canal:ABC – S01E01: No More Good Days – Estréia: 24/09/2009
Gênero: Drama, Ação/Suspense – Toda: Quinta-feira 20h

Um misterioso evento global afeta todas as pessoas do mundo, causando um apagão por exatos 2min e 17s. Quando acorda, o agente Mark Benford (Joseph Fiennes, “The View”) se vê num completo caos de morte e destruição. À procura de seu parceiro, Demetri Noh (John Cho, “Ugly Betty”), tenta entender o que aconteceu após estarem em perseguição à alguns bandidos. Sua esposa, Olivia Benford (Sonya Walger, “Lost”), acaba de perde um paciente na mesa de cirurgia, decorrente do apagão que afetou à todos. Logo se percebe que algumas pessoas não apagaram completamente, acreditando ter visões de um futuro não tão distante.

 

[Primeiras Impressões] Alguns novos promos da temporada 2009-2010

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Como esta semana não temos séries estreando, vamos falar um pouco sobre duas promessas da ABC para 2009: “FlashForward” e “V“.

Já considerada como possível substituta de “Lost”, “FlashForward” estréia em 24 de setembro e contará a história de um mistorioso evento global, no qual o mundo, literalmente, tem um apagão por exatos dois minutos e dezessete segundos. Quando acordam, todos percebem que tiveram visões dos próximos 6 meses e se perguntam se tudo aquilo irá realmente acontecer.

 

 

 

Baseado na minisérie original dos anos 80, onde alienígenas “V”isitam o planeta Terra[bb], a série, com previsão para 3 de Novembro, contará que os visitantes afirmam ter chegado em paz, trazendo milagres na medicina e grandes avanços tecnológicos. Eles prometem fazer mal algum, mas eles estão mentindo.