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[Raio X Emmy Awards 2013] Top of the Lake (Sundance Channel)

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TOP OF THE LAKE

Top of the Lake | Sundance Channel | Minissérie/Drama/Procedural Drama | Indicações: 08 (Melhor Elenco em Minissérie, Telefilme ou Especial, Melhor Fotografia em Minissérie ou Telefilme, Melhor Direção para Minissérie, Telefilme ou Especial, Melhor Edição Single-Camera em Minissérie ou Telefilme, Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme – para Elisiabeth Moss, Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme – para Peter Mullan, Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme, Melhor Minissérie ou Telefilme)

Aqui temos uma das principais indicadas ao Emmy Awards 2013, mesmo sendo de um canal que você só ouviu falar nessa temporada. Top of the Lake é, na verdade, uma minissérie da BBC Two britânica, feita em parceria com o canal australiano/neo-zelandês UKTV. Não era para ser exibida nos Estados Unidos. Até que a atriz Elizabeth Moss (de Mad Men) foi escalada para protagonizar a produção, e isso despertou o interesse do Sundance Channel. Resultado: uma das boas minisséries da temporada.

Toda a série foi filmada na Nova Zelândia, mas isso não é motivo para você se preocupar. Pelo contrário. Aqui, temos bons motivos para você se animar a, pelo menos, dar uma olhada. Top of the Lake conta a história da pequena Tui, que aos 12 anos de idade, é encontrada em um lago, perdida, e grávida de cinco meses. A menina afirma que ninguém a engravidou, porém, a não ser que o filho seja o Divino Espírito Santo, alguém esteve ali presente.

Do outro lado da história, temos a detetive Robin (Moss), que é uma especialista em casos de crianças desaparecidas, e tem a missão de encontrar Tui. Através de suas investigações, ela se depara com Matt, pai de Tui, um traficante barra pesada, que dita as regras da cidade onde vive, e G. J., uma espécie de xamã local.

Por obra do mero acaso, Matt também é pai de Johnoo, ex-namorado de Robin. E a partir daí, essas estórias se entrelaçam, para que no final seja revelado o que realmente aconteceu com Tui.

Top of the Lake é uma minissérie que lembra um pouco a estrutura de grandes sucessos das séries investigativas do passado e do presente, como Twin Peaks e The Killing, mas com um ar mais peculiar. Talvez não seja o tipo de série para todo mundo (e qual série é para todo mundo, uma vez que é quase impossível uma produção agradar a todos?), mas é aquele tipo de história que você quer acompanhar até o final para saber o que aconteceu com a vítima central.

Muitos dos méritos de tantas indicações está na qualidade final da série, que realmente se preocupou em contar uma história em pouco tempo, mas de forma coesa. Pode ganhar algum prêmio no Emmy Awards 2013? Claro que sim. O grande problema é que nas categorias onde está indicada, disputa com produções com maior favoritismo e visibilidade, como Behind the Candelabra e American Horror Story: Asylum.

Mesmo assim, vale a pena conferir. São apenas sete episódios. Não dá tempo de desistir. E tenho quase certeza que você não vai querer desistir dessa boa minissérie.

[Emmy 2010] Raio-X Emmy 2010: Melhor Atriz Coadjuvante de Série Dramática

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Em 2010, as coadjuvantes de drama estão tão equilibradas quanto as principais. Neste caso, aquelas que poderiam muito bem ser a “cereja do bolo”, como já citamos, acabam sendo o próprio bolo em muitos casos. Atuações marcantes, de papéis importantes em suas tramas. Vamos conhecer melhor cada uma delas.

Sharon Gless (Madeline Westen, Burn Notice, FX)

Sharon Gless é uma “famosa/desconhecida” do Spin-Off. Logo, vamos conhecê-la. Ela já é figurinha carimbada de séries, com participações em Switch, Cagney & Lacey, Queer As Folk e Nip/Tuck. Ela já venceu o Emmy Awards duas vezes por Cagney & Lacey, e é um nome também bem visto no teatro. Na série, ela faz a neurótica mãe do personagem principal, Michael Westen.

Deve vencer o Emmy porque…
apesar de não falarmos muito de Burn Notice no Brasil, ela é uma série bem vista nos EUA, com bons índices de audiência. Ela tem o respeito dos votantes e do público, além de ter um personagem de destaque em uma série que é drama, mesmo com muitos tons de comédia.

Pode perder o Emmy porque… mesmo tendo o respeito dos votantes, temos nomes com maior destaque e mais expressivos do que Sharon, não só nas séries exibidas neste ano, mas também nas carreiras como um todo. Se vencer, será uma surpresa para nós, aqui no Brasil. Talvez lá nos EUA, seja mais surpresa por derrotar indicadas mais destacadas.

Rose Byrne (Ellen Parsons, Damages, FX)

Nem parece que Rose Byrne tem apenas 31 anos. E não digo isso pelo fato dela ter que segurar um papel de importância vital para Damages, mas pela sua folha corrida de serviços, que começa em 1994. Com passagens pelo cinema e TV, foi protagonista na série Echo Point, e teve uma sequência de participações especiais, até que em 2005 participou da mini-série da BBC, Casanova, recebendo grande destaque, o que lhe rendeu um papel no elenco fixo de Damages.

Deve vencer o Emmy porque… chegou a hora. É a segunda indicação dela, e já teve duas indicações ao Golden Globe. Fora que, ser coadjuvante de Glenn Close não é uma tarefa das mais fáceis. Se destacar, já seria um grande triunfo. Estar em um nível próximo à Close é algo espetacular. E ela faz isso de forma brilhante.

Pode perder o Emmy porque… ela tem uma grande pedra no sapato, chamada Christine Baranski. As outras indicadas também se destacaram muito bem neste ano. Uma competição dura, em uma categoria muito nivelada.

Archie Panjabi (Kalinda Sharma, The Good Wife, CBS)

A britânica Archie Panjabi era uma ilustre desconhecida de todos nós no ano passado. Porém, quando The Good Wife foi ao ar, junto com um grande drama jurídico, com um grande elenco, veio um interessante personagem. Do que ela fez de maior destaque temos o filme Bend It Like Beckham, de 2002, e a versão britânica de Life On Mars, como participação especial.

Deve vencer o Emmy porque… é uma novidade entre as indicadas. Se beneficiou muito de estar acompanhada por um elenco bom e equilibrado, de ter uma série muito bem feita, e de poder definir, logo de cara, como o seu papel influenciaria nos acontecimentos da série. Faz uma dupla excelente com Juliana Marguilles.

Pode perder o Emmy porque… há indicadas com mais tempo de estrada, com papéis mais destacados. Será um baita desafio para Panjabi derrotar a colega de elenco Christine Baranski, que tem muito mais chances de vencer. Isso sem falar em Rose Byrne, que vem soberba em Damages.



Christine Baranski (Diane Lockhart, The Good Wife, CBS)

Christine Baranski é uma das grandes estrelas da TV e cinema dos EUA. A nova-iorquina tem prestígio comprovado na Broadway, uma extensa passagem pela TV, em filmes como 9 e 1/2 semanas de amor, O Reverso da Fortuna, Mamma Mia! e Chicago, e várias séries importantes na TV, como All My Children, Law & Order, Cybill, 3rd Rock From The Sun, Fraiser, Happy Family, Ghost Whisperer, American Dad, Ugly Betty, Psych e The Big Bang Theory. Ganhou prêmios por onde passou. Uma atriz completa.

Deve vencer o Emmy porque… ela é o nome de maior destaque na categoria, e a grande favorita para vencer. Consegue fazer uma Diane Lockhart que consegue ser vil e sexy ao mesmo tempo. Dá o tom ambíguo entre justiça e maldade, sendo discreta na maior parte do tempo. Compôs um personagem que se sobressai dentro de uma série onde ela não é o foco principal.

Pode perder o Emmy porque… tem uma grande pedra no sapato chamada Rose Byrne. Sua colega de elenco, Archie Panjabi foi muito bem nesta temporada. Sharon Gless colocou Burn Notice na premiação e as indicadas de Mad Men completam a balança equilibrada da categoria. Muita coisa para atrapalhar.

Christina Hendricks (Joan Harris, Mad Men, AMC)

Christina Hendricks é mais conhecida do pessoal que curte séries Sci-Fi. Antes dela ser a mulher fatal de Mad Men, ela fez participação especial em Angel, ER, e Miss Match, mas é bem mais conhecida por sua passagem por Firefly. Também esteve em Cold Case, Tru Calling, Jake In Progress e teve papel regular em Kevin Hill. Por fim, suas passagens por Las Vegas e Without a Trace lhe renderam um papel fixo na série da AMC.

Deve vencer o Emmy porque… conseguiu destaque em uma série onde o foco é Jon Hamm. Ter um caso com Roger Sterling na série era só o começo. A grande sacada dela foi compor um personagem que tivesse diversas semelhanças com Marilyn Monroe, e isso a torna muito interessante na trama, não só pelo “sex appeal”, mas também pelo fato de que, deste modo, o personagem se torna psicologicamente instigante.

Pode perder o Emmy porque… talvez nem todo este destaque seja suficiente para derrotar outras indicadas mais destacadas. A visibilidade de Baranski e Byrne durante o ano foi maior. E, antes de mais nada, ela precisa derrotar sua colega de elenco, Elisabeth Moss, o que não é uma das tarefas mais fáceis.

Elisabeth Moss (Peggy Olson, Mad Men, AMC)

Outra que traz uma positiva admiração é Elisabeth Moss. Apesar da pouca idade (28 anos), tem na sua ficha de serviços prestados participações em séries importantes, como Animaniacs, Picket Fences, Freakazoid, Temptation, The Practice, Invasion, Law & Order: Trial By Jury, Law & Order: Criminal Intent, Medium e Grey’s Anatomy. Além disso, tem como grande mérito ter feito parte da grande série da NBC, The West Wing, por 22 episódios. Algo que você não sabe: Moss é casada com um dos integrantes de Saturday Night Live, Fred Armisen.

Deve vencer o Emmy porque… chegou a hora. Uma carreira de tantos serviços prestados merece ser premiada, e este deve ser o momento. Fora que seu personagem teve um progresso notável na série: primeiro, foi secretária de Don Draper; depois, foi a primeira criadora da Sterling Cooper mulher desde a Segunda Guerra Mundial. Por fim, se tornou membro fundadora da Sterling, Cooper, Draper and Price.

Pode perder o Emmy porque…
tem Baranski na parada. Sua colega de elenco, Hendricks está na disputa. Rose Byrne teve um ano incrível. Se perder não é uma injustiça. Se bem que é injusto que tanta gente boa esteja nesta categoria, e somente uma pode vencer.

 

[Séries Em DVD] Mad Men

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Agora você já pode ter em sua casa a série que tem levado todos os grandes prêmios internacionais como o Emmys e Globo de Ouro dos últimos dois anos, Mad Men foi criada por Matthew Weiner, escritor e produtor executivo consagrado por THE SOPRANOS e tem seu foco voltado para a vida de Don Draper, diretor de criação da agência de publicidade Sterling Cooper que nos meados dos anos 60 fez verdadeiras revoluções no mercado publicitário de Nova York.

MAD MEN é uma série Original do canal fechado americano AMC e é exibida no Brasil pela HBO, ou seja, é uma produção de “alto nível” em todos os sentidos. A qualidade técnica de roteiro, direção, ambientação e fotográfica da série garantiram a Mad Men Emmys e Globo de Ouro de melhor série Drama em 2008 e 2009 e melhor ator para Jon Hamm, além de várias outras indicações em categoriais principais. Não perca tempo garanta já seu Box de MAD MEN, a primeira temporada.

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