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HBO anuncia que a 7ª temporada de True Blood será a última

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Agora é oficial. A HBO acaba de anunciar que a próxima temporada de True Blood (sétima temporada) será a última.

Em um comunicado, o presidente de programação do canal, Michael Lombardo, informa a decisão:

True Blood se tornou uma série difícil de ser resumida (em palavras) pela HBO. Alan Ball pegou a obra de Charlane Harris, recrutou um elenco brilhante, liderado pela magnífica Anna Paquin no papel de Sookie Stackhouse, e criou uma série com muitos fãs devotados, apresentando uma jornada inesquecível.

O comunicado também lembra a transição de Alan Ball para Brian Brukner, atual showrunner da série.

Alan passou o bastão para Brian Buckner, que liderou nossos fantásticos roteiristas e equipe de produção, na criação de uma espetacular sexta temporada, que culminou nessa próxima sétima e última temporada. Junto com uma legião de fãs, será difícil dizer adeus para os moradores de Bon Temps, mas vamos olhar para frente, com a promessa de um capítulo final fantástico para essa série incrível.

Já Buckner agradeceu aos “fãs mais apaixonados da televisão”, e promete dar o seu melhor para dar à história de Sookie um final feito “com o coração, com imaginação e, é claro, com diversão”.

A sétima (e agora, última) temporada de True Blood estreia nos Estados Unidos durante a Summer Season de 2014 (no meio do ano que vem).

Via TVLine

[Review] True Blood S05E01-S05E03: como vai a nova comédia da HBO?

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Antes de começar, eu quero deixar registrado que como um grande fã de tecnologia (já visitaram o TargetHD.net hoje?), eu quero uma iEstaca para mim! Afinal de contas, nunca se sabe quando vou precisar aprisionar um vampiro no freezer de casa, não é mesmo?

Dito isso, no lugar de fazer três reviews analisando cada um dos episódios de True Blood, resolvi escrever uma resenha sobre os três episódios de uma vez só, poupando o meu tempo e o seu. Fique tranquilo, fora a iEstaca, pegarei leve nos spoilers (mesmo porque não tem spoilers, uma vez que os episódios já foram exibidos no Brasil). E o que digo logo de cara é: apesar da série não ser nem de longe aquela do seu começo, eu estou me divertindo e muito com a trama de humanos e vampiros que se metem em altas confusões.

Quem acompanha True Blood desde o começo sabe que a história começou a degringolar no final da Season 2, quando um simples meta morfo travestido de boi bandido derrota a vilã superpoderosa e ninfomaníaca (que colocou Bon Temps inteira pra transar, que fique registrado) com uma simples chifrada. Aí, tivemos o lance do “a Sookie é uma fada”, bruxos, rei de vampiros, compotas de geleia, a Tara virando lutadora de vale-tudo… muita coisa aconteceu, até que chegamos no ponto onde estamos. Que, por enquanto, é um lugar nenhum.

A política continua sendo tema recorrente da série #ironic, logo, não reclamem que True Blood não é uma série “séria” #ironicDeNovo. Há um jogo de interesses e manipulação para saber quem é o mais fodão da turma dos vampiros. Se bem que, agora, temos uma organização megaevil… que defende a coexistência de humanos e vampiros… comandada pelos vampiros! Sim, amigos… uma turma do mal, que gosta da gente, para bater de frente com a outra turma do mal, comandada pelo Rei Russell, que está voltando (para noooosa alegriaaaa…..). Mas enquanto o pau não quebra, como sempre, muito pouco acontece.

Aliás, nesse “muito pouco acontece”, Bill e Eric, ou “o novo casal gay de True Blood” (precisa ter um em todas as temporadas), se tornaram dois inúteis que só obedecem ordens de superiores. Aliás, inúteis que só se ferram. E que, nesse momento, estão com o meu novo dispositivo de tecnologia preferido, a iEstaca.

Tá, eu não queria falar da Tara. Você também não queria ler sobre ela. Na verdade, todos nós (ok, a grande maioria de nós, pois toda unanimidade é burra) gostaria de ver ela morta e enterrada. E isso só durou metade do primeiro episódio. Mas, convenhamos… Tara se tornou um capítulo a parte em True Blood! E com a amiga que tem, quem precisa de inimigos, não é mesmo?

Para quem acompanha a série, sabe o quanto Tara odeia vampiros (apesar de ter se entregado fisicamente de todas as formas possíveis para um vampiro por uma temporada inteira). E o que a melhor amiga dela faz? Isso mesmo, promove a amiga para o mundo da morte eterna com dois incisivos enormes! Aliás, aconteceu de tudo com a Tara nessa série. Só faltava virar vampira mesmo. Ou seja, o nosso sonho de ver ela morta de uma vez por todas só se realiza com uma estaca de madeira no coração. Ou com uma iEstaca.

Meta morfos, lobos, alcateias… tudo isso está bem desinteressante. Essas histórias paralelas só servem para dar sequência à história iniciada no final da última temporada, e não vão a lugar nenhum. Bem mais divertido está a crise de identidade sexual de Jason Stackhouse, que não consegue comer mais ninguém, e quando come, se sente culpado. Destaque também vai para a Jessica, que virou a grande bitch de Bon Temps, algo que nosso amigo @Zuil previu há muito tempo (visionário).

E quanto à Sookie? Ela é uma fada… que não faz nada!

Apelar para a Pam salvar a vida de sua melhor amiga é um sinal de fraqueza clara. Pense comigo: se ela é uma fada, que consegue salvar a vida de DOIS VAMPIROS, como ela não é capaz de salvar a vida de uma humana? É muita incompetência na minha modesta opinião! Isso, sem falar que ela vai ter que se virar para se livrar do assassinato que ela cometeu no final da última temporada. Mas acho que essa parte ela tira de letra. Afinal, ela é uma fada. Inútil, mas é uma fada.

Amigos, acreditem em mim. Apesar do relato acima, True Blood está uma típica série de humor negro. Sabe quando temos aquele negócio que é tão ruim, tão constrangedor, que “deu a volta”? Pois é. Foi o que aconteceu com a série de Alan Ball. A série se tornou o produto de entretenimento fácil, sem qualquer tipo de cuidado com a construção de roteiro, e totalmente voltada para causar o hype que sempre causou. Mas devo confessar que, uma vez que liguei o “foda-se” para a série lá atrás, tais absurdos não me incomodam mais. O lance é relaxar e rir das ironias do mundo dos vampiros, humanos, lobisomens, lobos, meta morfos, fadas, Tara…

[Notícias do dia] 28/02: James Spader deixa The Office, Lucy Liu em Elementary, Alan Ball fora de True Blood (?)

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Algumas notas rápidas sobre as notícias que agitaram o mundo das séries nas últimas 24 horas.

James Spader deixa The Office ao final da 8ª Temporada

A notícia foi confirmada ontem (27/02) pelos produtores da série e pela própria NBC. Spader, que teve uma participação de duas cenas no final da 7ª temporada, acabou ficando uma temporada inteira, em um argumento não muito convencional (se tornar um dos diretores da Dunder Mifflin/Sabre na primeira semana da empresa). Os roteiristas decidiram que o novo chefe seria Andy Bernard (Ed Helms) e o personagem de Spader ficou meio “inútil” na série. No fim das contas, não colou.

Lucy Liu como Watson em Elementary (CBS)

Tudo indica que Lucy Liu fará parte da adaptação norte-americana da produção britânica Sherlock. A grande dificuldade dessa adaptação é que os britânicos querem se certificar que a produção norte-americana não será uma cópia daquilo que já existe. Tudo bem, concordo com eles. Mas a CBS tinha que tomar uma decisão tão radical? Seja como for, os comentários no Twitter são frequentes, e a série já é mal falada antes mesmo do piloto ser aprovado. É esperar para ver.

Alan Ball não será mais o showrunner de True Blood (HBO) em uma possível sexta temporada (?)

Aqui vale o “ponto de interrogação”, pois não sabemos se a série da HBO vai mesmo alcançar a sexta temporada. Mas Alan Ball já se manifestou, dizendo que, se a série passar por mais uma renovação, ele abandona a posição de produtor executivo da série, para assumir o papel de consultor. Allan já tinha se manifestado antes, afirmando que a série de vampiros só deveria durar cinco temporadas. Mas, como vocês bem sabem, a grana pode mandar nessas horas, e Alan quer se ver livre para novos projetos.

[Comic-Con 2010] Painel de True Blood: mais “bad things” em Bon Temps

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Fotos deste post: The Vault/TrueBlood-Online.com

Desta vez, trazemos as palavras de nossos amigos de Bon Temps, humanos, vampiros e criaturas sobrenaturais das mais diversas, que tiraram uma folga do tumulto que é True Blood (HBO) para falar na Comic-Con’10. No painel estavam presentes: Anna Paquin, Stephen Moyer, Nelsan Ellis, Sam Trammell, Rutina Wesley, Deborah Ann Woll, Kristin Bauer Van Straten, Denis O’Hare, Joe Manganiello, o produtor executivo da série Alan Ball, a autora Charlaine Harris… e um recorte de papelão de Alexander Skarsgard (para decepção do mulherio, de um modo geral).

O painel começou um pouco atrasado, mas pouca coisa. Foi moderado por Tim Stack, do Entertainment Weekly. Inicialmente, Alan Ball sobe ao palco para agradecer a todos que estavam no local, sendo que algumas delas estavam na Comic-Con desde a noite passada, sem sair do Convention Center. Algumas cenas compiladas da próxima metade da temporada são exibidas em forma de trailer, que você vê no vídeo abaixo (ATENÇÃO: O VÍDEO TEM SPOILERS! ASSISTA POR SUA CONTA E RISCO!).

Depois da exibição do trailer, o elenco sobe ao palco. O que se pode observar é que Denis O’Hare (Russel Edgington, ou o vampiro-rei do Mississippi) se veste exatamente como ele se veste na série (falta figurino ou grana para o cara?). E é neste momento que eles trazem o cartaz de Alexander Skarsgard ao palco (da primeira foto deste post). A explicação desta brincadeira é que Alexander está filmando uma participação em um filme, e não pode estar presente ao evento.

As perguntas sobre a série começam. Anna diz que Sookie vai “chutar algumas bundas com força” na segunda metade da temporada e, do ponto em que estamos, vamos descobrir que o negócio agora é com as mãos (hum… sei…). Acontece uma brincadeira que os fãs de True Blood no mundo todo destacaram, que foi a imitação de Sookie, ao dizer o nome dela no “estilo Bill Compton de ser”. Vocês sabem, o tal “Sookeh”, com sotaque britânico.

Já Stephen Moyer fala sobre como Alan Ball nunca faz a mesma coisa duas vezes. Ou seja, cabeças torcidas, não mais. Aliás, por falar em cabeças torcidas, eles explicam como fizeram aquela cena: além de efeitos de computação gráfica, eles usaram um corpo cheio de molde para que a cabeça fosse torcida. O que Stephen achou de fazer a cena? “Absolutamente insano e fantástico de se fazer!”.

Rutina Wesley passa a falar sobre seu personagem, Tara Thornton. Ela fala que os seus problemas como os homens acontecem com muita frequência pelo simples fato de não ter um pai por perto, e que esta busca pela referência masculina acaba sendo uma constante. Já no caso de Sam Merlotte, Sam Trammell diz que a sua dedicação à família que ele encontrou, mais precisamente ao novo irmão, é algo que não vai acabar muito bem. Já Dennis O’Hare diz que, mesmo a história de seu personagem (Russel) tenha aparecido para fazer parte de toda uma história de fundo, ele resolveu aproveitar a oportunidade do personagem, mostrando ao público que ele conta com “uma forma antiga de se pensar”.

Uma das coisas faladas no painel foi a música que Snoop Dogg fez alusiva à serie, mais precisamente ao personagem de Sookie. Disseram que o rapper gostaria de estar na série desde a primeira temporada. Paquin diz que amou a “homenagem”, principalmente as Sooketts. Nisso, Alan Ball faz uma brincadeira, dizendo que ele acha que as Sookettes estavam usando a mesma peruca que a versão do Eric do “True Blood” pornô usou. Bom humor do Alan Ball bem destacado.

Kristin Bauer (Pam) continua respondendo as perguntas. Durante uma das respostas, ela revela que uma das grandes fãs da série é a atriz Elizabeth Taylor. Já Nelsan Ellis (Lafayette) está ansioso para ver o “lado mais suave” de seu personagem, que pode aparecer nesta segunda metade de temporada. Deborah Ann Woll (Jessica) diz que sentiu que fez bem o seu trabalho, uma vez que todo mundo gostava da relação dela com Hoyt, mas ela explica que o público vai ter que esperar o tempo passar, para que Jessica aprenda a se amar, antes de amar alguém.

Em outra das brincadeiras do moderador, ele pergunta ao público: quem Eric escolheria, se pudesse: Sookie ou Pam? A galera grita “Pam!”, e rapidamente, Kristin responde que escolheria a opção C (todas as opções acima). Ok, Alan Ball, você anotou isso. Coloque esta ideia em prática, ok?


 
Charlene Harris, autora da série, diz que está ansiosa pelo encontro de Sookie com seu bisavô na série, e que seu episódio preferido é I Will Rise Up. Mas diz que a série é algo para se apaixonar a cada episódio. Mas, o momento mais engraçado foi quando falou-se sobre as cenas de nudez. E que vamos gostar do episódio que vai ao ar neste fim de semana nos Estados Unidos. É esperar pra ver. Ah, um truque que eles usam para as filmagens dessas cenas de “como veio ao mundo”: eles usam uma meia com um cordão, fio dental (que se quebra quando você corre muito rápido), ou peças íntimas muito pequenas. Resumindo: eles viram um boneco Ken.

Alan fala um pouco do que pode acontecer na próxima temporada: “todos vão para a terapia… todo mundo fica muito feliz…” (isso, em tom irônico). Ainda falando da futura Temporada 4, Alan Ball diz que “há um personagem que não sabe quem ele é, e que talvez alguém que odiava esta pessoa não o odeie tanto agora”. Voltando para Anna Paquin, é questionado à ela do que ela gosta de fazer mais, cenas de sexo ou de violência. Paquin diz: “eu prefiro ficar nua no início do dia e matar pessoas no final do dia, especialmente se as coisas vão ser particularmente confusas”. Moyer diz que todos que fizeram cenas de nudez na série “estão cheios deles mesmos”. Entendam como quiser.

Mais um momento engraçado: um fã pergunta se eles gostam de trabalhar com animais. A piada pareceu bem óbvia para Kristin, que diz: “Skarsgard não é tão ruim, quando você se acostuma com ele”. Mais risadas. Falando um pouco mais sério, eles dizem que para que se tivessem lobos reais, como eles queriam, o coordenador dos animais teve que fazer barulhos atrás de Deborah, para prender a atenção dos animais. Um fã aproveita para agradecer à Charlaine por escrever o romance, e Nelsan diz que ama toda vez que ele tem que dizer “puta” em cena.

Alan Ball aproveita para dizer que os temas de morte está sempre presente nos seus trabalhos por que é muito divertido, mas também disse que teve que lidar com a morte muito cedo em sua vida, na juventude. Quando perguntado sobre qual capacidade sobrenatural ele iria escolher para si mesmo, se pudesse, Alan diz que gostaria de ser um transmorfo. Deborah gostaria de sr uma bruxa, pois assim, ela não teria que ter 17 anos (ou ficar virgem) para sempre. Alan diz que Bill e Sookie são almas gêmeas, mas os personagens da série são diferentes dos que estão no livro. Ball diz que acredita que as coisas vão sim funcionar entre eles, e que eles vão se acertar. Charlaine adverte que devemos considerar a questão série vs livro como experiências de entretenimento diferentes, pois os dois vão provavelmente acabar em terrenos separados. Alan Ball diz algo interessante sobre a continuidade da série: ele adoraria ver a série durando muito tempo, mas ela não quer chegar ao ponto de ter que explicar por que os vampiros estão envelhecendo. Isso é sinal que… bom, para bom entendedor…

Ball ainda diz que ele é quem mais desfruta deste trabalho, e que ele aproveita de True Blood mais do que em qualquer trabalho que ele já fez. Um fã pergunta o que eles gostam de cultura pop. Alan Ball diz Let The Right On Me e Near Dark. Já Tim comete uma gafe, dizendo que não gosta de Edward, da saga Crepúsculo. E é vaiado pelo público presente. Alan Ball tenta defender, dizendo que também não vê a saga Twilight. Por fim, Alan ball diz que esta experiência da Comic-Con é a mais próxima do que ele pode ter de ser um rockstar, e que é o seu evento favorito.

Abaixo, outras fotos do painel.



Fonte

[Séries Em DVD] True Blood – 2ª Temporada Pré-Venda

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Originada de uma série homônima de livros da autora Charlaine Harris, True Blood é uma adaptação para televisão criada por Alan Ball (Six Feet Under) e produzida pela HBO. A personagem principal da série é Sookie Stackhouse, uma garçonete que tem um dom da telepatia e fica enlouquecida por ouvir os pensamentos de todos a sua volta, ela só não consegui ouvir os pensamentos do vampiro Bill Compton que aparece no bar onde trabalha, ela fica tão ligada ao vampiro que acaba se apaixonando por ele. A série é ambientada em uma cidade fictícia chamada “Bon Temps” no estado da Lousiana/EUA, num presente onde os vampiros já não são uma lenda, eles co-existem com os humanos, tanto que uma indústria japonesa criou um sangue sintético para que os vampiros tivessem sangue para se alimentar, mas sem a necessidade de ferir os humanos para isso. Essa convivência tranquila é quebrada quando um assassino começa matar seres humanos e tudo leva a crer que o assassino seja um vampiro, a partir daí um grupo de vampiros sanguinários irá colocar terror e muito medo na cidade de Bon Temps.

True Blood teve uma primeira temporada muito aclamada por sua ousadia em colocar vampiros e humanos fazendo sexo explicito, viagens alucinógenas e abordar assuntos extremamente complicados dentro de uma sociedade preconceituosa, ainda são apresentados personagens profundos que guardam segredos obscuros. Na segunda temporada mais personagens bizarros irão aparecer em Bon Temps, e dessa vez vampiros e humanos terão problemas e irão correr risco de morte, porque certas entidades deveriam ser mantidas ocultas, mas não foram. Não perca essa excelente oportunidade e garanta já a segunda temporada da série em pré-venda e conheça esse no mundo controverso, porém muito atraente de True Blood.

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