Já temos dois anos desde a estreia de Rogue One: Uma História Star Wars. Hoje, o filme é uma das sequências mais dignas da saga original, mas no passado foi muito criticado pelos nerds haters (porque é um filme que não tem Jedi nem sabre de luz… putz… que argumento…). E poderia ser bem pior.

Depois do fracasso e das controvérsias acumuladas pelos últimos dois filmes da franquia (Star Wars – Episódio VIII: Os Últimos Jedi e Han Solo: Uma História Star Wars), Rogue One virou um filme quase de culto para muita gente (se bem que eu sempre achei esse um ótimo filme sobre Star Wars). Mas temos que lembrar que sua produção foi problemática, incluindo uma troca de diretor, que foi o que salvou o filme de mais um fracasso.

Chris Weitz, um dos roteiristas finais de Rogue One, foi entrevistado pelo podcast Cult Popture, revelou que o filme tinha um final bem diferente e nada dramático do que aquele escrito por ele e apresentado nos cinemas:

“Nem todos morreriam na versão anterior, e o filme terminava com um casamento. Acredito que isso aconteceu porque todos entenderam que a Disney não ia permitir que todos os personagens morressem da forma como aconteceu.”

Olhando para trás, descobrimos como Rogue One passou por uma série de versões e alterações no seu roteiro, onde uma das versões finais salvavam a protagonista da história, Jyn Erso.

Agora, com essa nova informação, podemos imaginar apenas dois cenários: ou em algum ponto o final seria ainda mais diferente do que aquele que conhecemos, ou a nossa heroína sobreviveria e se casaria com alguém na última cena.

Ou seja, Rogue One: Uma História Star Wars teria mais ou menos o mesmo tom que o filme de Han Solo adotou. O que seria um verdadeiro desastre. Que bom que tudo terminou de forma bem diferente dessa lamentável descrição.

 

Via Cult Popture

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