Nem precisava dizer isso, mas… esse post possui SPOILERS sobre o terceiro episódio da oitava temporada de Game of Thrones. Continue a leitura por sua conta e risco.

 

A HBO estreou a docusérie Game Revealed, onde cada capítulo vai ao ar horas depois de cada episódio de Game of Thrones. Aqui, ela mostra como cada episódio da série foi produzido, com bastidores das filmagens, efeitos, acrobacias e outros detalhes relevantes.

Nessa semana, temos o making of de The Long Night, o maior e mais esperado episódio de Game of Thrones até agora. E o vídeo também é bem longo, com 40 minutos que explicam alguns momentos essenciais desse episódio.

Deixando o tema do “estava tudo escuro e eu não vi nada” de lado, The Long Night representou todo um esforço técnico e logístico, já que foram necessárias 55 noites de filmagens durante 11 semanas consecutivas, onde todos enfrentaram duas condições meteorológicas durante as filmagens, como neve, frio, chuva, barro, vento e até excremento de ovelhas.

 

Uma heroína ambidestra, braço robótico e mais esforços

 

 

Dizem que esta é a maior batalha da história da TV, e o making of combina ação, efeitos visuais, maquiagem, próteses e efeitos digitais. Podemos aqui destacar o trabalho de Maisie Williams, que teve que treinar por horas a sua coreografia de luta, já que sua participação no episódio foi importantíssima.

 

 

A intérprete de Arya Stark não tinha informações precisas sobre a sua atuação na batalha, e só sabia que “tinha que atravessar por todos sem ser vista”, enquanto que os demais precisavam lutar em um caminho traçado. Detalhe: Maisie Williams é destra, mas Arya é canhota nos livros. Logo, ela se transformou em uma guerreira ambidestra.

Observe também a reação de Emilia Clarke ao saber que seria Maisie Williams a escolhida para eliminar o Night King.

 

 

Outra cena complexa foi a da morte de Lyanna Mormont. Foram necessárias duas filmagens em separado e vários efeitos gerados por computador. Para a cena do ‘dragão zumbi’, tudo foi criado a partir de modelos 3D adaptados para o computador, com a adição de fogo real através de um braço robótico em movimento.

 

 

O diretor do episódio, Miguel Sapochnik, afirmou no final das filmagens: “Eu não quero voltar a fazer isso nunca mais. Não creio que ninguém que esteve conosco ao longo desses dias querem voltar a fazer”.