Eu realmente deveria gostar disso. Mas não sei se eu gosto, sinceramente… De qualquer forma, a Sony Pictures teria dado sinal verde para um novo filme da franquia Os Caça-Fantasmas, ou nesse caso, Os Caça-Fantasmas 3, que seria uma sequência direta dos dois filmes originais.

Não me agrada em nada o fato da Sony mais uma vez reciclar uma franquia que deveria ficar lá no passado, quietinha e descansando, para tentar capitalizar a todo custo.

De qualquer forma, Os Caça-Fantasmas 3 está planejado para estrear nos cinemas em 2020, e será dirigido e co-roteirizado por Jason Reitman, o filho do diretor dos dois filmes anteriores, Ivan Reitman.

É ideia do próprio Jason (e da Sony, obviamente) fazer desse filme uma sequência direta da franquia original, com todo o universo devidamente adaptado para os tempos atuais, deixando todos os eventos ocorridos na década de 1980 naquele tempo.

Um detalhe que vale a pena destacar é que Reitman deixou bem claro que esse novo filme não terá qualquer tipo de conexão com o longa lançado em 2016, protagonizado por um elenco feminino (e muito criticado pelo resultado final), mas observa que demostra um grande respeito pelo trabalho de Paul Feig e as atrizes que participaram daquele projeto. Mas o seu objetivo principal é seguir com a trajetória dos filmes originais.

 

 

Eu posso soar bem pessimista nesse post, mas me desanima ainda mais o fato da Sony Pictures forçar a barra em estrear Ghostbusters 3 durante o verão de 2020. Ou seja, um filme onde historicamente tem um trabalho de pós produção gigantesco e vários efeitos visuais terá pouco mais de um ano e meio para desenvolver todo o seu trabalho.

E não ajuda em nada o fato de, até o momento em que eu escrevo esse post, não há detalhes sobre o roteiro ou outros detalhes, como por exemplo se os membros remanescentes do time original estão no projeto e quais serão os quatro novos caçadores de fantasmas.

Um último detalhe que vale a pena mencionar é que Ivan Reitman será o produtor do filme, de modo que fica a esperança que ele vai manter a vibe dos filmes clássicos.

Se bem que, no meu mundo perfeito, esse filme simplesmente não precisava existir. Especialmente se Bill Murray, Dan Aykroyd e Ernie Hudson não participarem desse filme. Aliás, já não devia acontecer sem Harold Ramis.

 

Via EW