Falar dos melhores filmes do ano é algo que qualquer pessoa que tenha assistido aos filmes consegue fazer. Agora, escolher os piores de 2018 com o sério risco de apanhar na rua? É apenas para os fortes.

É importante lembrar que alguns filmes dessa lista não entram exatamente na categoria de “ruins”, mas sim de “decepcionantes e broxantes”, pois prometeram muito e entregaram menos que isso. Ou quase nada. Ou nada.

De qualquer forma, é uma lista que filmes que deixaram um gosto amargo na boca. Tipo um mini vômito. Ou aquele cheiro de b*st* no ar depois de quase duas horas dentro da sala de cinema (ou mais de duas horas, o que é muito pior).

 

 

Os 10 piores filmes de 2018

Uma Dobra No Tempo: uma viagem de drogado da Disney que muito prometeu e nada entregou. Eu preferia encontrar uma chave de carro zero abaixo do meu assento no cinema. Mas como eu sou um cagado na vida, a primeira (e única) vez que fico frente a frente com a Oprah Winfrey ela está vestida de louca e não me dá presente algum. Pelo contrário: rouba duas horas da minha vida.

Megatubarão: eu devia olhar para esse filme com olhos de galhofa e bom humor, e eu entendo que esse foi um mega sucesso (sem trocadalhos). Mas, convenhamos: que conceito pífio para um blockbuster. E eu ainda falando mal de Transformers. #TeAmoMichaelBay #SQN

Aquaman: o típico caso daquele filme que não é o pior (porque ele não é ruim; já disse, eu gostei, achei bom, mas..), mas decepcionou porque eu esperava mais. Na verdade, eu esperava maior regularidade: a primeira parte, onde somos apresentados ao mundo marinho e ao conflito em si é ótima. Mas quando o filme flerta em ser uma comédia romântica de ação no segundo ato, enchendo linguiça com um romance de duas pessoas sem química, deixando o grande confronto do ato final limitado a dez minutos… desculpa, mas nota 7.5 para a DC dessa vez.

A Maldição da Casa Winchester: tinha tudo para dar certo. Tinha Helen Mirren, tinha o legado das armas Winchester e tinha gente querendo ver essa bagaça. Mas uma sequência de tentativas de susto jogadas na sua cara de forma gratuita, efeitos visuais que você poderia fazer no Paint, um roteiro sem pé nem cabeça e uma narrativa que faz você dormir com menos de uma hora de filme. Um filme pateticamente mal planejado.

Robin Hood: ideia bem pensada, mas mal executada. Nem o elenco promissor e um ar mais descolado salvaram esse filme de ser uma das grandes bombas de 2018. Muitos clichês, efeitos visuais que eram defeitos visuais, e uma história que definitivamente ninguém se importa. O mundo podia viver bem sem isso.

O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos: o mundo precisava passar por isso? Precisava sim! Só para mostrar para esse mundo que a Disney é capaz de errar DUAS VEZES no mesmo ano (eu já falei sobre Uma Dobra No Tempo nesse post?). Um roteiro mais que confuso, protagonistas tão divertidos quanto sessão da TV Câmara e toda a aposta em um apelo visual que, na prática, não livrou o filme de ser um dos piores do ano.

A Freira: eu simplesmente me recusei a assistir esse filme baseado nos trailers e na premissa geral, e coloco nessa lista de piores do ano sem medo de errar. Entendo que até os fãs de Invocação do Mal se decepcionaram com um filme que mais parecia um spin-off de Todo Mundo em Pânico. Tentativa patética de assustar uma audiência que naturalmente exige muito mais.

Han Solo: Uma História Star Wars: o filme que fez a Disney pisar o pé no freio de sua megalomania em querer entregar ao mundo um filme com a marca Star Wars por ano. E só isso esse filme fez de bom para a humanidade. Por mais que você queira defender o longa com as dificuldades de produção, a verdade é que: Harrison Ford é Han Solo, e ninguém queria saber as suas origens. Estava todo mundo feliz com o que já sabíamos sobre ele. Nunca mais, Disney… NUNCA MAIS!

Jurassic World: Reino Ameaçado: por mais que eu tente me convencer que eu gostei desse filme, o eco do coletivo apontando os seus diversos problemas na estrutura narrativa me impedem de continuar na tentativa inútil de tapar o sol com a peneira. OK, eu me rendo: poderia ser bem melhor, e merece estar na lista dos piores de 2018.

Cinquenta Tons de Liberdade: supera todos os outros filmes que eu citei nesse post com sobras. Encerra com chave de b*st* uma trilogia de filmes que jamais deveria ter existido, e que só existiu para que pessoas como eu fossem torturadas por mais de seis horas horas (somando o tempo de projeção dos três filmes). Graças a qualquer coisa que você acredita que essa coisa deplorável chegou ao fim. Filme insosso para gente insossa. Fato!

 

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