Acabou.

Uma das séries mais influentes, originais e respeitadas dessa década chegou ao fim. A sétima temporada de Orange is the New Black será a última de uma trama muito bem sucedida.

Quem confirmou o fim da série foi a sua criadora, Jenji Kohan, através de um comunicado oficial em um emocionante vídeo:

 

“Sete temporadas depois, é hora de sair do cárcere. Sentirei falta de todas as meninas fortes de Litchfield e da incrível equipe de produção com quem trabalhamos. Meu coração é laranja e se funde ao negro.”

 

Criada por Kohan e baseada nas memórias de Piper Kerman “Orange is the New Black: a crônica do meu ano em uma prisão federal feminina”, a série foi um grande sucesso desde a sua estreia em 2013, se transformando na série original mais assistida da Netflix.

Na sua primeira temporada, obteve 12 indicações ao Emmy Awards, levando para casa três estatuetas. Na segunda temporada, foram quatro Emmys, onde fez história ao ser a primeira série a obter indicações nas categorias de comédia e drama.

Com o anúncio do fim, o elenco da série decidiu agradecer aos seus fiéis seguidores pelo apoio incondicional para uma série que passa para a história da Netflix como uma de suas produções originais mais acompanhadas de todos os tempos.

Com um elenco espetacular, que contava com nomes como Taylor Schilling, Uzo Aduba, Kate Mulgrew e Danielle Brooks, Orange is the New Black ofereceu uma experiência singular, com uma narrativa envolvente, soluções de conflitos polêmicos e emblemáticos, e uma história que conseguia entreter ao mesmo tempo em que despertava questionamentos e reflexões.

Tudo o que é bom chega ao fim um dia, e Orange is the New Black não seria uma série eterna. Porém, é triste ver chegar ao fim uma série que fazia o seu papel tão bem, indo além do originalmente proposto. Como já destaquei nesse texto, entra para a história da Netflix e até da televisão, como uma das séries com alta credibilidade com a crítica e com o público ao longo de sua trajetória.

Vai fazer falta, sem sombra de dúvida.