O ator Harry Dean Stanton faleceu esta noite (15) em Los Angeles, aos 91 anos, por causas naturais.

O ator deixa órfão tanto a indústria quanto os fãs de cinema de todo o mundo, já que estabeleceu alguns dos padrões norte-americanos da interpretação nos tempos modernos.

Stanton soube brilhar como secundário, sem ostentar maior protagonsimo do que o necessário. Seu legado construído ao longo de 60 anos de carreira começou em 1954, em Inner Sanctum. Desde então, sua lista de participações não parou de crescer, e acumulou mais de 200 créditos em filmes e séries.

 

 

Stanton trabalhou com os maiores nomes da sétima arte: Ridley Scott, Martin Scorsese, Monte Hellman, Sam Peckinpah ou John Carpenter, para dar alguns exemplos. Sempre se caracterizou por abraçar um amplo leque de gêneros, estilos e produções.

Recentemente, Stanton repetiu a interpretação do personagem Carl Rodd na terceira temporada de Twin Peaks (Showtime),

Mas a imensa maioria de nós lembramos dele como o seu primeiro papel de protagonista: Travis Henderson, em Paris, Texas (1984).

Mas além do seus papéis, sempre podemos lembrar que nenhum filme que tenha Harry Dean Stanton como coadjuvante pode ser ruim. Fato.

Descanse em paz.