Dizer que a Queen é uma das bandas mais icônicas e talentosas do mundo é ser redundante, repetitivo e, basicamente, reforçar o óbvio para o mundo. É mais fácil dizer direto que este é um dos maiores grupos musicais da história.

Isso não mudou com o passar dos anos e as diversas transformações musicais que testemunhamos com o passar dos anos. Tantos outros fenômenos musicais apareceram, mas nunca nos esquecemos da Queen como uma grande referência musical.

E falar de Queen nesse momento significa falar de Bohemian Rhapsody, filme biografia sobre Freddie Mercury e a banda. Um filme que, apesar de considerar meio raso na abordagem da complexa personalidade do seu protagonista (na minha opinião), conseguiu cair no gosto dos fãs da banda, que lotam as salas de cinema, cantam as músicas executadas no filme e transformam o longa em um dos grandes sucessos de 2018.

E foi justamente o filme que fez com que a Queen se posicionasse como a banda mais escutada do mundo. O guitarrista Brian May confirmou que a Queen voltou a subir nas paradas musicais de todo o mundo, alcançando a primeira posição no volume de reproduções globais do Spotify.

Fica claro que este é um fenômeno global quando olhamos (por exemplo) para o desempenho da banda nos países latinos. O México é o país que mais está ouvindo a Queen nesse momento, seguido por Brasil e Chile.

Olha… é por causa de fenômenos como esse que eu começo a pensar que ainda existe algum tipo de esperança para a humanidade (apesar das pessoas ainda pautarem as suas opiniões sobre diversos temas com os compartilhamentos das tias do Zap Zap).

Sempre acreditei que a boa música perdura por décadas, e no caso da Queen, eu acredito que vai perdurar até o fim dos tempos. Pois estamos falando aqui de música em níveis espetaculares. Uma das mais revolucionárias experiências musicais da história.

E que Deus salve a rainha!

 

Via Brian May (Instagram)