
A atriz Fernanda Torres, está em viagem nos Estados Unidos, para compromissos profissionais, principalmente na divulgação do filme Ainda Estou Aqui, na qual foi indicado em categorias do Oscar 2025, e acabou vivendo um momento inusitado durante sua estadia em Nova York. Em um passeio pela cidade, ela foi abordada por um de seus fãs norte-americano, que ao vê-la, surpreendeu ao pedir uma selfie, só que, fazendo o pedido arriscando no português.
O momento no entanto, acabou divertindo a atriz, que compartilhou a história com seus seguidores, e segundo ela, o fã arriscou um tímido “Por favor!”, ao pedir essa foto, demonstrando esforço para se comunicar no idioma original da famosa.
Fernanda Torres, bem conhecida por seu carisma e autenticidade, levou essa situação, totalmente na brincadeira, e atendeu o pedido do fã. No entanto, o episódio logo repercutiu entre seus fãs, que se divertiram com a história, e elogiaram a espontaneidade da atriz.
Contudo, com essa viagem, a artista segue sua agenda no pré Oscar, participando de compromissos importantes para a premiação, e sem perder o bom humor e a leveza, conquista o público por onde passa.
Veja vídeo:
a fernanda fazendo os gringos falarem até português “pôfavor” KKKKKKKKK pic.twitter.com/KH6Ev2mO0Y
— gih (@sayitscami) February 12, 2025
Fernanda Torres diz à revista Variety, que os EUA patrocinaram a ditadura no Brasil
Durante uma entrevista concedida à revista Variety nos Estados Unidos, sobre o peso político do filme Ainda Estou Aqui, na qual a atriz Fernanda Torres veio divulgando por conta das premiações em que foi indicado, e reforçou que a ditadura no país, não foi um movimento isolado, mas sim, um desdobramento da Guerra Fria, influenciada pelos país norte americano.
Em campanha pelo Oscar, a atriz destacou o financiamento feito pelo governo norte-americano à ditadura militar do Brasil, e alegou:
“Diferentes gerações foram ver este filme e ficaram tocadas. Este filme é muito especial para o Brasil. A ditadura no país não foi algo que aconteceu isoladamente, foi parte da Guerra Fria. Os Estados Unidos patrocinaram a ditadura no Brasil”
Entretanto, a artista também reforçou que, embora seja um retrato do passado, a história é um reflexo do momento atual vivido no Brasil, e finalizou:
“Foi uma época distópica, mas esta não é apenas uma história sobre o passado. Novamente estamos cheios de medo, divididos e com raiva. O populismo e a ideia de que um estado violento pode colocar ordem na bagunça moderna… É tentador, mas precisamos resistir”
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