A Torre Negra

Um desastre. Assim os críticos definem o filme A Torre Negra.

Era suspeito por parte da Sony não haver um trailer do filme três meses antes de sua estreia. Mais suspeito ainda o fato do filme ter apenas 95 minutos quando o mesmo se baseava em uma saga de oito livros.

Depois, ficamos sabendo dos problemas de produção. E agora, o filme tem uma média 21% de resenhas positivas no RottenTomatoes, e 35/100 no Metacritic.

Indo de “conteúdo não arquétipo e genérico”, “nem sequer é divertidamente ruim”, “um filme desastroso, com pouca energia e nenhuma sensação mágica”, “um videogame paranoico e metafísicos (…) com impacto emocional próximo a zero”, “um trabalho excepcionalmente insosso e decididamente chato”, “não funciona”, “cai com o peso de sua mediocridade”, “pouco memorável”, “sem poesia ou personalidade” e “um desastre com montagem pobre”, A Torre Negra foi sumariamente destruído por toda a crítica especializada.

Nem Idris Elba e Matthew McConaughey forma poupados. Ambos foram criticados por suas atuações ruins. A direção de Nikolaj Arcel da adaptação da obra de Stephen King resultou em um filme que oficialmente custou apenas US$ 60 milhões (mais US$ 6 milhões de ajustes), e especialistas estimam que ele pode arrecadar entre US$ 20 e US$ 25 milhões no seu primeiro final de semana.

Ou seja, por conta da curiosidade mórbida, a Sony não deve perder dinheiro. Pelo contrário: deve ganhar dinheiro e uma sequência não será nenhuma surpresa.

A Torre Negra estreia no Brasil no dia 24 de agosto. Boa sorte para quem vai assistir.

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