Uma das maiores surpresas do início da temporada final de Game of Thrones foi a nova sequência de abertura, que mantém os elementos da abertura original, mas completamente renovada. E isso foi feito através de uma mudança de design e um olhar mais próximo e íntimo aos cenários principais da série.

Na verdade, cada episódio tem uma abertura diferente. O que aconteceu dessa vez é uma visão reformulada da mecânica da abertura. A primeira grande mudança aqui está na melhor sensação de autenticidade, com menos “trapaças” nas proporções e medidas, deixando de lado a ambiguidade.

Agora, os créditos começam com o grande buraco no muro, passando por vários cenários até alcançar Invernália. E aqui temos a segunda grande mudança na abertura, que é bem mais evidente: aqui, vamos parar dentro da casa dos Starks.

 

 

A mudança de perspectiva é explicada porque a temporada final de Game of Thrones está muito mais próxima na sua narrativa, com muito mais histórias. O mesmo se reflete na Fortaleza Vermelha e no Salão do Trono de Ferro.

 

 

Porém (obviamente), isso não é algo tão simples de ser feito. Colocar o espectador dentro dessas casas e em um mecanismo proposto pela narrativa de abertura foi algo complicado, pois a audiência precisa reconhecer a cada momento onde estava enquanto as casas eram construídas pelo efeito de animação.

 

 

Outro ponto de destaque era a iluminação, que precisava respeitar os diferentes locais visitados, como a cripta de Invernália ou a câmara onde está o crânio de Balerion, iluminada quase completamente por tochas. A iluminação se destaca na sequência de abertura, onde tudo é mais escuro e com um sol mais invernal.

 

 

Por fim, nos encontramos com uma mudança importante: se nas temporadas anteriores a sequência apresentava cenas da história anterior a Game of Thrones, agora mostram coisas que vimos nos últimos nove anos da série.

 

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