A Marvel conseguiu de novo fazer história. E isso acontece, mais uma vez, enfrentando os haters e os nerds tóxicos. Para as mentes fracas que torceram contra e até fizeram boicote para reduzir o alcance do filme Capitã Marvel, lamento em dizer (não lamento não, pois na verdade vocês merecem sofrer), mas… chora mais que tá pouco!

Já publicamos vários dos números que Capitã Marvel alcançou no seu primeiro final de semana, mas faltavam dados das bilheterias internacionais, além da confirmação de alguns recordes quebrados. Logo, vale a pena a produção do segundo post, apenas para colocar tudo em ordem.

Além disso, é importante reforçar a relevância desses números para o cinema e para a cultura de massa como um todo. Pois Capitã Marvel apenas reforça o que já havíamos constatado em Mulher-Maravilha: o público gosta dessas histórias, e o mundo precisa ter acesso a essas histórias, pois o boicote contra tais temas ainda é grande.

Dito tudo isso…

 

 

US$ 455 milhões em todo o mundo em apenas quatro dias

Números simplesmente impressionantes.

Capitã Marvel estreou arrecadando US$ 153 milhões nos cinemas dos Estados Unidos, se colocando na primeira posição do Top 10 das bilheterias daquele país, e ampliando a invejável sequência da Marvel de 21 filmes e 21 estreias na primeira posição. E todo mundo sabe que Vingadores: Ulitmato será um 22/22 nessa sequência.

Os US$ 153 milhões arrecadados nos Estados Unidos posicionam o filme na 7a posição dentro das estreias da Marvel. Mas o mais interessante está na arrecadação global, algo que faltou no post sobre a bilheteria de estreia publicado ontem aqui no blog.

Capitã Marvel arrecadou US$ 455 milhões ao redor do mundo (US$ 89 milhões apenas na China), e esta é a segunda melhor estreia global para um filme de super-heróis da história (ficando atrás apenas de Vingadores: Guerra Infinita, com US$ 630 milhões).

Por fim, os dados mais relevantes de todos (e que calam a boca de vez dos nerds haters): Capitã Marvel é a 6a melhor estreia global de um filme em todos os tempos, e já é a maior bilheteria da história do cinema para um filme protagonizado por uma mulher.

Eu não preciso dizer mais nada. Os números falam por si.