Bohemian Rhapsody é um dos grandes favoritos para ganhar o Oscar de 2019 como melhor filme (apesar de muita gente entender que o longa de Bryan Singer sequer merecia estar entre os indicados nessa categoria) e também pode render boas chances para Rami Malek vencer como melhor ator (apesar de muita gente entender que o ator poderia muito bem não estar na lista, ou acreditam que Chistian Slater merece mais a vitória por sua atuação em Vice).

Tal foi a loucura que desencadeou o filme sobre a banda Queen e parte da vida do seu vocalista Freddie Mercury, que o momento ápice do longa, que é a performance do quarteto britânica no Live Aid deixou de fora um detalhe que a maioria da audiência não percebeu (eu, inclusive), mas os fãs mais viscerais da banda não deixaram escapar.

E não perdoam.

Para quem diz que Bohemian Rhapsody merece vencer o Oscar porque a cena final do show do Live Aid foi reproduzida take a take e beirando à perfeição, reveja os seus conceitos. A versão de Blu-ray e DVD do filme, que inclui as cenas deletadas, revela qual foi a música dessa performance que ficou de fora do corte final do filme: Crazy Little Thing Called Love.

Lembrando as músicas que estavam na versão do Live Aid do filme: Bohemian Rhapsody, Radio Ga Ga, I Want to Break Free, Hammer to Fall e We Are the Champions.

Sim. Crazy Little Thing Called Love, um clássico, ficou de fora de Bohemian Rhapsody. A música é de 1980 e estava no álbum de estúdio The Game. A lenda diz que Freddie Mercury criou a música em uma banheira e inspirado no seu grande ídolo: Elvis Presley.

Enquanto isso, no filme, Rami Malek diz o seguinte sobre a música:

“Essa música é dedicada apenas às pessoas bonitas que estão aqui esta noite, quero dizer, todos vocês. Obrigado por estarem aqui e fazer desta uma grande ocasião.”

Apesar de não estar no filme, a gravação de vídeo é ótima e ele poderia perfeitamente ter seu espaço no longa. Mas não sabemos quais foram os motivos para Bryan Singer retirar a cena do corte final.