Em uma noite onde Donald Trump teve que entrar em rede nacional para explicar a greve do governo que está completando um mês, os programas regulares tiveram as suas respectivas audiências diretamente afetadas. Por isso, menos programas, números mais baixos e menos informações para vocês.

Mas eu continuo aqui, firme e forte, compartilhando os índices de audiência da TV norte-americana, enquanto eu entender que isso ainda é relevante de alguma forma.

 

 

NBC

A estreia da segunda temporada de Ellen’s Game of Games (6.5 milhões/1.5) conseguiu superar The Connors (ABC) para vencer a noite na demo, algo relativamente difícil considerando a popularidade do spin-off de Roseanne. A reprise do game show apresentado por Ellen DeGeneres vou superado pelo discurso do presidente Donald Trump para explicar a crise nos EUA. Quem foi prejudicada por Trump foi New Amsterdam (5.3 milhões/1.0), que voltou com um novo recorde negativo na demo.

 

 

CBS

NCIS (11.7 milhões/1.2) registrou queda em comparação com o seu fall finale, e foi mais uma série afetada pelo Trump effect.

 

 

FOX

Lethal Weapon (3.3 milhões/0.7) ficou estável, enquanto que The Gifted (2.2 milhões/0.6) também registrou uma queda de audiência também presumível por causa da fala do presidente dos Estados Unidos.

 

 

ABC

The Conners (6.9 milhões/1.4) ficou estável, enquanto que The Kids Are Alright (4.7 milhões/1.0) ganhou um décimo. Todas as outras séries do canal foram afetadas com o discurso presidencial: Black-ish (3.9 milhões/0.8) e Splitting Up Together (3.5 milhões/0.7) ficaram estáveis, enquanto que The Rookie (3.6 milhões/0.7) retornou em queda.

 

Aí você me pergunta: quantas pessoas assistiram ao discurso de Donald Trump?

Aproximadamente 22 milhões de espectadores, ficando mais ou menos com a mesma média de audiência do discurso feito pelo mesmo Trump em janeiro de 2018 (State of the Union).

Agora, se é no Brasil que o presidente decide falar, isso só vai acontecer em dois canais, que nem são os mais assistidos do país. E não em rede nacional. Porque o novo presidente não quer assim.