Feliz Dia das Mães para as mamães que vão ler esse post.

Trabalhadoras incansáveis, seres humanos aos quais devemos a vida, mulheres que amam de forma incondicional. As mães no cinema conseguem superar qualquer adversidade, tal e como as nossas no mundo real. Ainda que esteja na moda apresentar mães de passado problemático com presente paranormal, o que realmente queremos homenagear nesse post são as mães que pegam o touro à unha, ou que mandam ver com uma arma na mão.

 

 

Não sem a minha mãe

 

Linda Hamilton passou de vítima perfeita do cinema de ficção científica em O Exterminador do Futuro para se tornar a mulher mais perigosa e mais preparada dos Estados Unidos em O Exterminador do Futuro 2. A sua evolução foi brutal no pavilhão psiquiátrico, com direito à dieta sem sal do hospital mental, até que ela se transformou em um ícone do cinema de ação dos anos 90.

 

 

Uma das últimas a passar pelo filtro de mães com armas como credencial foi Salma Hayek. Mesmo cinco anos depois de Everly, poucas são as pessoas que passaram pela missão de executar um dos trabalhos mais finos de Joe Lynch. Mesmo com tiroteios não muito trabalhados ou uma planificação mal elaborada, o diretor aproveitou muito bem a presença física da atriz.

 

 

Por outro lado, a mãe favorita do cinema nos últimos 15 anos (considerando o filtro “vou pegar em armas”) é sem dúvida Uma Thurman em dois filmes da sanguinolenta franquia de kung fu, vingança e estética colorida Kill Bill.

 

 

 

Vovós também são perigosas

 

Avós são mães duas vezes, e não poderíamos deixar de lembrar de Estelle Getty com Sylvester Stallone no péssimo Pare! Senão Mamãe Atira. Getty interpreta a simpática, porém, impulsiva mãe de um policial de coração mole. Mesmo sendo um filme esquecível para quem é fã de Sly, não deixa de ser emblemática a cena do grandalhão carregar essa senhora para todos os lados.

 

 

Por fim, temos Jamie Lee Curtis, que nos convenceu quando jovem em Halloween, e roubou de assalto nossas atenções, com toda a ação de Hallowen: 40 anos depois. Aqui, Curtis é uma avó, uma mãe e uma vítima sedenta de vingança, que não vai descansar até ver Michael Myers arder no fogo do inferno. Se o filme não é tudo isso que promete, isso é questão de opinião. Curtis vale o ingresso.

 

 

Que nesse Dia das Mães, todos os tipos de mãe merecem ser lembradas e homenageadas. Pode até ser contra-senso nosso falar das mães que pegam em armas em um tempo tão complicado. Na verdade, só queríamos ser diferentes hoje. O que desejamos de verdade é que as mães recebam rosas, abraços, carinho, atenção e respeito.

Falamos das mães lutadoras porque elas são guerreiras. Porque são mais fortes do que qualquer pessoa. Porque lutariam pelos seus filhos até a morte. E por tantas outras coisas que não cabem nesse post.

Feliz Dia das Mães.