
Patrícia Poeta já passou por diversas fases na TV brasileira, desde sua atuação no jornalismo até sua transição para o entretenimento. Em uma conversa com a revista Quem, a apresentadora, que dividiu a bancada do Jornal Nacional com William Bonner e comandou o Fantástico por anos, refletiu sobre sua trajetória e os desafios que enfrentou ao longo do caminho.
Com uma carreira consolidada, Patrícia destacou que sempre teve um olhar especial para histórias de vida e que gosta de ouvir e compartilhar experiências. “Desde o início no jornalismo, sempre tive essa paixão por contar histórias e dar voz às pessoas. Cada um tem algo único para dividir, e isso sempre me fascinou“, afirmou.
Ela também ressaltou a importância dessa troca, especialmente para as mulheres que enfrentam desafios diários. “A vida me ensinou que compartilhar experiências é uma ferramenta poderosa. Informação é essencial para enfrentar os obstáculos que aparecem no dia a dia, e, para as mulheres, esses desafios são ainda maiores“, refletiu.
Patrícia Poeta reflete sobre autocobrança e maturidade
Com uma trajetória sólida na TV, Patrícia Poeta acredita que a maturidade teve um papel essencial em sua evolução pessoal e profissional. Para ela, é natural que, na juventude, exista uma cobrança excessiva e até uma certa dificuldade em se abrir. No entanto, ao longo do tempo, percebeu que a vulnerabilidade não é fraqueza, mas sim um elo de conexão com o público.
“Quando somos mais jovens, tendemos a nos cobrar demais e, muitas vezes, a nos fechar. O amadurecimento ensina que compartilhar nossas experiências – sejam elas acertos ou erros – nos torna mais próximos das pessoas“, refletiu.
Além disso, a apresentadora destacou que a capacidade de rir de si mesma e demonstrar emoções genuínas são aprendizados importantes da vida. “Saber rir das próprias falhas, se permitir emocionar com o outro… Tudo isso nos faz mais humanos e acessíveis“, acrescentou.
Lidando com críticas e ataques na internet
Patrícia também abordou os desafios de estar constantemente exposta ao julgamento do público, especialmente nas redes sociais. Para ela, os chamados “haters” fazem parte da realidade de qualquer figura pública, mas não devem definir sua trajetória.
“Críticas sempre vão existir, mas é importante saber filtrar. A gente precisa continuar fazendo nosso trabalho e seguindo em frente”, afirmou.
A apresentadora ainda apontou que muitos desses ataques refletem mais sobre quem os faz do que sobre quem os recebe. “Muitas vezes, essas pessoas estão projetando suas frustrações em quem está ali, dando a cara a tapa. Por isso, prefiro não me abalar e seguir com minha missão“, concluiu.
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