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True Blood | HBO | Drama | Temporadas: 06 | Indicações: 01 (Melhor Direção de Arte em Série Single-Camera)

True Blood encerrou sua sexta temporada ontem (18), e você já pode ler tudo aquilo que pensamos sobre a sua season finale (clique aqui para ler). Porém, a série não está sendo indicada ao Emmy Awards 2013 pela temporada que terminou ontem, mas sim, pela quinta temporada que, convenhamos, ficou abaixo da média.

Dito isso, não é de se estranhar que aquela que era a grande galinha dos ovos de ouro da HBO (até a chegada de Game of Thrones pelo menos) seja hoje uma mera esquecida na premiação mais importante da TV norte-americana. Devo aqui lembrar aos leitores do SpinOff.com.br que, em 2009, a série levou o prêmio de melhor elenco de série dramática, e em 2010, foi indicada na categoria de melhor série dramática. Ou seja, o que aconteceu?

O que aconteceu? A Sookie é uma fada, o Alcide só aparece pelado, os metamorfos, um vampiro megapoderoso que perdeu todos os poderes porque saiu distribuindo seu sangue para outros vampiros… bom, noves fora, True Blood resolveu colocar os dois pés no mundo da fantasia, virando para muitos o “samba do vampiro doido”. A boa notícia é que encontrei muita gente dizendo que a sexta temporada apresenta uma melhora (já que a série se definiu de vez nessa proposta), e pude comprovar isso ao ver o final da temporada.

A má notícia é que, para outros tantos, a série se tornou “de gosto duvidoso”, o que não deixa de ser verdade. Também temos que considerar que séries melhores entraram no ar nos últimos três anos (Homeland, Game of Thrones, etc), e naturalmente, True Blood perdeu o seu espaço.

Logo, estar indicada a melhor direção de arte single-camera pode parecer pouco (e, de fato é), mas ao menos quer dizer que a série ainda é lembrada por alguma coisa que faz bem feito. A ambientação de Bon Temps é sim bem feita, com um trabalho de produção de qualidade. E isso porque eu nem falei do mundo das fadas (ou Bambuluá) que eles apresentaram.

Quem sabe em 2014 a série receba mais indicações. Se foi melhor que a temporada 5 (o que não é algo muito difícil, convenhamos), não é nenhum absurdo apostar em uma maior visibilidade nas premiações do ano que vem.