TV paga

 

Nos Estados Unidos, existe um termo chamado “cord cutting”, que descreve o movimento dos telespectadores em cancelarem os seus pacotes de TV por assinatura para adotar métodos alternativos para assistir TV.

Muita gente está fazendo isso, não apenas por uma questão de economia, mas também pela liberdade que esses outros métodos oferece. Escolher o que assistir, na hora que assistir, e quantas vezes quiser.

O que é novidade é que, nesse momento, muita gente que está “cortando os cabos” em casa está voltando para a TV aberta de forma prioritária ou secundária. Nos Estados Unidos, 15% de todas as residências cobertas com sinal de TV fizeram o movimento de volta para a programação aberta de forma exclusiva.

Não é só no Brasil que o número de assinantes da TV paga caiu. Lá fora, desde 2014, a queda é constante, onde apenas 81% dos lares norte-americanos contam hoje com algum plano de TV por assinatura.

Os motivos são diversos, mas não muito distintos do que levam o brasileiro a cancelar o seu plano de TV paga: o aumento de ofertas de serviços de streaming com preços competitivos, outras opções online, e o aumento de preço dos pacotes de TV.

 

Sem falar na insatisfação de muitos assinantes com o serviço oferecido pelas operadoras.

Eu mesmo quase me tornei um “cord cutter” recentemente.

Ao mudar para o novo apartamento, eu não queria mais o serviço de TV paga. O máximo que eu assistia eram os esportes, que posso ver pela internet.

Só fiquei com o plano de TV porque minha operadora ofereceu um pacote cujo preço final se encaixava no meu orçamento (com o mesmo valor que pagaria apenas para ter internet).

Caso contrario… seria mais um que viveria apenas de Netflix, YouTube e TV aberta para completar (porque não vivo mais sem MasterChef).

 

Via BGR