Depois de um assassinato que tirou a vida de Paul Winstone (Sean Bean, “Game of Thrones”), sua esposa Becca (Ashley Judd, “Território Restrito”) e seu filho Michael (Nick Eversman, “House”, “NCIS”) se esforçaram para reconstruir suas vidas. Agora, dez anos depois, Michael vai desaparecer em circunstâncias suspeitas e Becca vai fazer de tudo para encontrá-lo.

Desde que Michael viu seu pai ser morto quando ele tinha apenas 8 anos de idade, Becca sempre foi superprotetora. Mas ela não podia dizer não a incrível oportunidade que Michael conseguiu de estudar em Roma. Mas em apenas algumas semanas de sua viagem Michael desaparece. Becca voa para Roma para obter respostas e logo percebe que também está em perigo. Ela tem que reviver velhos hábiltos e sair da aposentadoria, pois tanto ela quanto o pai de Michael costumavam ser agentes da CIA.

Agora, se Becca quer encontrar seu filho com vida, terá que contar com a ajuda do velho amigo Giancarlo Rossi (Adriano Giannini, “L’ombra del destino”) e além de tudo, escapar do agente Dax Miller (Cliff Curtis, “Body of Proof”), que deve acabar com a busca de Becca e mandá-a de volta para casa.

Locais exóticos, muita ação e reviravoltas emocionantes prometem ser as atrações do novo drama do produtor, criador, diretor e escritor Gregory Poirier (“National Treasure: Book of Secrets”) e dos produtores executivos Gina Matthews e Grant Scharbo (“The Gates”) e Steve Shill e James Parriott.

Confesso que já fiquei com o pé atrás com “Missing”. A série tem muita ação, com cenas de lutas dignas de Jackie Chan. Perseguições e tiros pra todo lado também são frequentes. Tive a impressão de estar vendo um filme do James Bond. Apesar da narrativa bastante apressada, corrida, a trama nos entrega muitas informações, porém nada que revele muito sobre o que aconteceu com Michael. O que realmente chama atenção é o fato de uma série da ABC americana se passar basicamente na Itália e França.