mortes

 

Levando em consideração que a maioria das editorias estava em recesso nessa semana, ter três mortes de celebridades expressivas e queridas do grande público na mesma semana é algo difícil de se lidar.

É difícil para os fãs, que perdem o ídolo de forma repentina ou trágica. E é difícil para os profissionais, que precisam largar tudo para passar a informação precisa.

Esta semana foi a pior de todas para quem cobre o mundo das celebridades. As mortes de George Michael, Carrie Fisher e Debbie Reynolds tem em comum serem repentinas, inesperadas e, obviamente, tristes.

Todas aconteceram na semana entre o Natal e o Ano Novo. Isso resultou na mobilização de redatores e editores de blogs e sites de celebridades, e isso resulta em várias histórias para contar, do tipo “onde eu estava quando eu recebi a notícia”.

Eu mesmo estava em casa. Em família. Com meus pais, irmãs e parentes.

Na morte de George Michael, ainda foi relativamente fácil, pois recebi a notícia no celular e já corri para o computador para fazer a postagem.

Já na morte de Carrie Fisher, eu estava em uma cidade vizinha. Tive que sair correndo, pois estava sem o computador e meu smartphone não permite a edição ou produção de textos de forma ágil.

E a notícia da morte de Debbie Reynolds chegou durante a madrugada, enquanto eu estava me deslocando de Araçatuba (SP) para Santos (SP). Logo, só pude escrever sobre o assunto durante o dia.

Foi uma semana bem triste. A pior semana do ano.

Esperamos que isso não se repita em 2017.