Muita gente gostava de Arquivo X. Muita gente se apegou ao mundo de teorias conspiratórias, acontecimentos inacreditáveis e invasões alienígenas. Até o ponto em que Dana Scully foi abduzida pelos alienígenas. Aí, a coisa meio que desandou. Aí, vieram outras produções que resolveram contar histórias baseadas no “paranormal”, ou em manifestações do “além da imaginação” (um momento, que esta é outra série…).

Uma das séries que mais se deu bem para contar os casos e acasos do sobrenatural (outra série) de Almeida (apenas uma expressão engraçadalha) foi Millennium, que contava a história do especialista em perfis criminais Frank Black que, depois de deixar o FBI, se mudou com sua família para Seattle, para fugir da violência que encontrava em Washington. Só que tem um pequeno detalhe: o problema não era bem a cidade onde Frank vivia, e sim a sua habilidade em visualizar o que se passa na mente dos serial killers.

E, convenhamos, serial killers nós temos em qualquer lugar (se bem que a concentração em Wisteria Lane é maior). Mesmo assim, Black acha que seu dom pode ser usado para proteger pessoas e salvar vidas, e com este objetivo em mente, ele ingressa o Grupo do Milênio, uma equipe de peritos e ex-agentes dedicados a lutar contra o crime.

Millenium se tornou rapidamente uma das séries de maior prestígio e cuidado estético de sua época, e conta até hoje com uma legião de fãs. Neste post, indicamos a primeira temporada da série, que mostra como tudo começou, e como ela se tornou o sucesso que é até hoje.