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Mais de 30 empresas de entretenimento, incluindo gigantes como Netflix, HBO ou NBCUniversal se uniram para criar um novo grupo chamado Alliance for Creativity and Entertainment (ACE), que busca soluções para os downloads que violam o copyright de seus conteúdos.

É a primeira aliança desse tipo, composta por mídias digitais, redes e grupos de Hollywood. Por enquanto não há detalhes sobre como eles vão conseguir alcançar seus objetivos, mas a ideia é que solicitar aos criadores de recursos que integram a aliança possam reunir recursos para colaborar com as forças policiais nas investigações que visam encontrar e deter quem compartilha o conteúdo com copyright sem permissão.

Todos os integrantes reconhecem que a internet ajudou no aumento da qualidade do conteúdo online, e que foram investidas grandes quantidades de dinheiro em modelos de distribuição digital, com mais de 480 serviços online para consumo de conteúdo em todo o planeta.

Porém, mesmo sendo um investimento que criou milhões de postos de trabalho, a ACE também garante que a distribuição de conteúdos ilegais pela internet também aumentou, alcançando a marca de 5.4 bilhões de downloads.

Os membros da ACE são: Amazon, AMC Networks, BBC Worldwide, Bell Canada y Bell Media, Canal+, CBS Corporation, Constantin Film, Foxtel, Grupo Globo, HBO, Hulu, Lionsgate, Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), Millennium Media, NBCUniversal, Netflix, Paramount Pictures, SF Studios, Sky, Sony Pictures Entertainment, Star India, Studio Babelsberg, STX Entertainment, Telemundo, Televisa, Twentieth Century Fox, Univision Communications Inc., Village Roadshow, The Walt Disney Company e Warner Bros.

A ACE vai trabalhar com organizações como a MPAA e outras agências europeias. Vai apresentar litígios e buscar acordos com outras empresas para reduzir a difusão de conteúdos ilegais. Os esforços se combinarão com o trabalho que cada uma das empresas já faz para combater os downloads ilegais.

Por enquanto, tudo se limita a ser uma declaração de intenções, sem revelar medidas específicas que pretendem tomar, nem quando entrarão na batalha legal contra os grupos. De fato, nem sequer sabemos contra quem a aliança vai lutar: se é contra quem sequestra o conteúdo e pede resgate, quem compartilha as séries ou quem faz os downloads via P2P.

 

Via PR Newswire