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Enquanto eu estava voltando para casa após mais uma viagem a trabalho para São Paulo, acompanhei parte da discussão dos fãs de Glee (Fox) sobre o anúncio da chegada de cinco novos personagens na série para a sexta e última temporada da série. E vi muitos deles perguntando sobre a necessidade disso.

Levando em consideração que Glee virou a série “mais perdida do que minhoca em macarronada”, a decisão de Ryan Murphy em acrescentar novos elementos é algo até natural. O núcleo principal da série (se é que ele ainda existe) foi todo para Nova York, ficou lá por um tempo, e quando voltar, tem que encontrar alguns novatos para que Lea “mami poderosa” Michele possa fazer bullying por 13 episódios.

Aliás, até hoje muitos fãs se questionam sobre a real necessidade de uma temporada de 13 episódios. Muitos afirmam que 8 episódios seriam mais que suficientes. Os mais radicais afirmam que nem precisava ter temporada final.

De qualquer forma, prepare-se para um jogador de futebol americano gay (aproveitando que o primeiro entrou na NFL esse ano) e cheerleaders gêmeas. Por que não? Quem não quer isso? (tá, eu sei que você que está lendo esse post NÃO quer isso… mesmo assim…

Resta saber se a Fox vai se contentar com a baixa audiência que a série deve render durante a midseason. É sempre bom lembrar que parte da responsabilidade da derrocada de Glee é pelo fato de Kevin Reilly (ex-CEO da Fox) ter mudado a série de dia e horário de exibição por duas vezes na temporada 2013-2014. É claro que Ryan Murphy e os seus plots patéticos recebem a maior culpa nessa história, mas também devemos considerar as burradas do canal com a série.

Se bem que, no caso de Glee… essa já deixou de ser série boa faz tempo.

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