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Mais um Dia das Mães, e o SpinOff faz mais um post para falar desse ser único em nossas vidas. Tanto na vida real, como no mundo televisivo. Como estava difícil encontrar uma mãe que simbolizasse esse turbilhão de sentimentos que temos em relação à pessoa que nos proveu a vida, escolhemos as mães de Hot in Cleveland. Mas não vou começar por elas. Aliás, mais uma vez, não sei por onde começar.

Indo de uma sitcom de senhoras desajustadas que moram em Cleveland até a série da mãe que vira traficante de drogas para sustentar os filhos, as mães são indispensáveis. As mulheres podem até ser irracionais, imprevisíveis, malucas e desajustadas. As mães (a maioria) conseguem ter a cabeça no lugar. É claro que isso não é uma regra. Vide a Peggy Bundy e a Evelyn Harper. Mas mesmo elas ainda amaram seus filhos. Do seu jeito excêntrico, mas amaram.

As mães são, em muitos casos, o ponto de equilíbrio de uma família no mundo das séries e no mundo real. Taí Parenthood que não me deixa mentir. Melhor: The Simpsons é a prova cabal do que eu estou falando. Sem Marge naquela família, Homer e Bart já teriam se matado, Lisa seria uma perdida, e Maggie estaria presa (por atirar no Mr. Burns). As mães são mais conciliadoras do que conferências da ONU, e podem dar jeito na vida de seu marido de filhos com paciência, compaixão e alguma dose de sarcasmo de vez em quando.

Tem mães que não nos deixam sozinhos, mesmo depois da morte. Essas mães contam com uma missão especial: proteger a sua prole perdida na Terra. Não vemos muito dessas mães no mundo das séries. Até porque preferimos ver elas por perto dos nossos personagens preferidos, mesmo que em alguns casos essas mães mais atrapalham do que ajuda. Não é mesmo, Debra e Marie Barone (sim, as duas)?

Sim. Queremos as mães por perto. Na TV  e fora dela. Porque mãe é aquele aconchego que você procura quando você está naquela situação difícil, quando você não sabe mais como solucionar o problema, ou quando você entende que a sua namorada “deu um tempo” com você, mas ela não entendeu assim (mesmo ela dizendo isso claramente). Mãe é aquele ser que não nos trai (exceto a Julie Cooper), que é mais fiel à você do que ao próprio marido (tudo bem, de vez em quando conta com a sua ajuda para esconder as traições dela), mas que com todas as imperfeições, é a melhor mãe que você pode ter.

Não penso muito nas mães que se perderam no caminho e quase f*deram com a vida dos filhos. Nem tudo nesse mundo é perfeito. Nem a gente, na posição de filho, nem as mães, na missão de cuidarem da vida que trouxe ao mundo. Mas em pleno ano de 2013, estou cada vez mais próximo do conceito que “errar é humano”. Dependendo do erro, você segue em frente, e nunca mais volta a ver aquela pessoa. Mas sempre que possível… “esqueça, e perdoa”. Afinal, é sua mãe.

Sem ela, você não estava aqui, lendo esse post.

Nesse Dia das Mães de 2013, o SpinOff apenas agradece as mães da TV e de fora da TV. É por causa das mães da TV que temos alguns dos mais espetaculares personagens das nossas vidas. Essas mães criadas por roteiristas e vitalizadas por atrizes fantásticas entraram no nosso imaginário, ensinando e mostrando que alguns espelhos maternais merecem ser seguidos e vividos. A TV também ensina, e muitas vezes, pelas mães que nela aparecem.

Para as mães ao redor do mundo, humildemente dizemos: muito obrigado. Obrigado por tentar nos avisar dos erros que vamos cometer. Obrigado por se importarem o suficiente para brigar conosco por causa das nossas imperfeições. Obrigado por nos estimular a ser melhores do que vocês são. Obrigado por orar pela nossa segurança e felicidade. Por esperar o melhor de nós. Por querer o melhor de nós. Por nos dar a oportunidade de viver esse tempo da forma mais intensa possível. Pelo carinho. Pelo amor.

Ah, e obrigado por liberar a internet desse povo todo para acessar o nosso blog! :D