Empire

Todos os anos, o GLAAD revela o seu estudo anual ‘Network Responsibility Index’, que mostra qual é a representatividade da comunidade LGBT na televisão. E pela primeira vez em nove anos, um canal aberto – nesse caso, a Fox – recebeu uma avaliação ‘excelente’ nesse aspecto.

Com o lançamento de Empire e a temporada final de Glee, a Fox alcançou a marca de 45.4% de inclusão, com a presença da comunidade LGBT em 196 das 424 horas de programação original do canal. É 9% a mais do que em 2014, e a maior porcentagem registrada pelo GLAAD entre os quatro grandes canais abertos dos EUA + a CW desde 2006.

A CW (graças em partes por The Flash, Arrow e The 100) ficou próxima da Fox, ganhando uma avaliação ‘boa’, com 44.8% de inclusão, com forte diversidade racial em suas produções. A ABC, com as ‘quintas de matar de Shonda Rhimes’, ficou com 32%, a NBC caiu 9%, ficando com 28%, e a CBS mais uma vez segurou a lanterna do estudo, com uma avaliação considerada apenas como ‘adequada’, ficando com 27%.

A ABC Family liderou na somatória de todos os canais, com 74% de inclusão (92 das 125 horas de programação original), aumentando a sua avaliação que já era considerada ‘excelente’, e entregando a maior porcentagem geral da história do estudo. Completam o Top 5 da TV paga dos EUA o FX (54%), o Showtime (41%), a HBO (31%) e a MTV (30%).

Na lanterna dos canais pagos, temos alguns populares, como USA, TNT, TLC e A&E. Mas o pior de todos é o History Channel, que não contou com qualquer tipo de inclusão LGBT nas suas 363 horas de programação original.

Este é o último ano que a GLAAD trabalhou no Network Responsibility Index, já que a organização vai mudar o seu foco para contribuir com o relatório anual ‘Where We Are on TV’.

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