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Na certeza de que ver o primeiro e o último episódio da temporada de True Blood (HBO) é o suficiente para escrever sobre ela, eu, @oEduardoMoreira, diferente do senhor @edu_sacer (que vê Pretty Little Liars escondido de todo mundo), cumpri com minha promessa, e só assisti o primeiro e o último episódio da temporada da série dos vampiros (com lobos, fadas, metamorfos e outras pessoas estranhas). E, por mais bizarro que possa acontecer, eu gostei do final. Tá, não foi uma maravilha, mas foi melhor do que tudo o que aconteceu no final da quinta temporada.

ATENÇÃO! De agora em diante, esse post tem spoilers sobre o season finale da sexta temporada de True Blood (S06E10). Se você vai ler esse post, é por sua conta e risco.

De novo: não vi tudo, mas os principais detalhes que eu precisava saber estavam nesse último episódio. Então, vamos lá.

Não havia pensado na possibilidade de Bill “gastar” todo o sangue de Lillith, salvando os seus outros amigos vampiros. Aconteceu. Bill lutou a temporada inteira contra a vampira pelada cheia de geleia de morango que vivia dentro do corpo dele, e no final das contas, voltou à estaca zero. É broxante? Um pouco, mas não quiseram se desfazer desse personagem, e a solução encontrada foi essa. E vida que segue.

Agora, Bill quer proteger Sookie (já que todo vampiro agora tem que proteger um humano e vice-versa, por causa do HPV-V, um vírus de laboratório criado para acabar de uma vez por todas com os vampiros – um patrocínio do finado Governador da Louisiana). Porém, Sookie (que segue sendo uma fada que não usa os seus poderes para nada) agora está fornecendo oficialmente para Alcide, que vai cumprir com suas missões mais importantes: proteger Sookie e aparecer sem camisa e/ou pelado por dez episódios.

Aliás, Sookie quase virando vampira no Mundo de Bambuluá das fadas é algo que realmente é difícil de engolir. Pior ainda foi ver o até então Billith fazer acordo com o híbrido entre vampiro e fada que matou os pais da Sookie para salvar os seus amigos vampiros. Sei lá, tudo bem que eu não acompanhei essa história na íntegra, mas chegou uma hora que eu senti que virou “samba do crioulo doido”. Sabe, humanos, vampiros e adjacentes que podem ir para o mundo das fadas via portal dimensional, híbrido entre vampiro e fada…

A boa notícia é que, dessa vez, os humanos tiveram que se virar para derrotar o inimigo em comum. Bom, quase isso… contaram com uma ajudinha do “sobrenatural”.

Outra boa notícia é que as filhas fadas de Andy Bellefleur serviram para alguma coisa. Na verdade, uma delas (já que as outras morreram), pois foi ela que abriu o portal para que eles pudessem acessar a dimensão das fadas. Além disso, apesar de achar que a história da Tara com a mãe dela já ter cansado um pouco, foi bom ver a proposta efetiva de reaproximação da mãe, aceitando a filha na íntegra, do jeito que ela é: ou seja, uma vampira lésbica.

Agora, com os vampiros inimigos a solta, e dependendo dos humanos para não pegar o tal vírus que só os vampiros podem pegar, temos mais uma vez a perspectiva de que a porrada pode comer solta de novo. Se bem que na última temporada a gente tinha um vampiro megapoderoso, com um “f*deu” na última cena, e nada aconteceu.

Ah, e a cena do Eric Northman pelado foi nada mais, nada menos, que o próprio Eric Northman pegando fogo à luz do sol, depois que os poderes de Lillith efetivamente acabaram. Algumas mulheres dizem que viram a minhoquinha do Alexander Skasgard no meio do fogo computadorizado, mas vamos deixar isso pra lá, não é mesmo?

Olha, posso dizer que até deu vontade de ver a série de novo. Li muita gente nas redes sociais afirmando que a série melhorou muito, e devo dizer que gostei até do season finale. Mas acho que não vou voltar. Depois de tudo o que aconteceu antes, não tenho mais coragem de encarar para certos fatos, como “Sookie é uma fada”, “Bill não destruiu todo mundo” e “a Tara AINDA está viva”. Mas é bom saber que a série deu uma melhorada. Melhor ainda é comprovar isso.

Afinal de contas, eles finalmente se assumiram como uma série de fantasia, com várias pegações e palavrões, vestindo a camisa do “somos bagaceira mesmo”. E acredito que isso tudo divertiu os fãs da série nessa sexta temporada.

E vocês? O que acharam da sexta temporada de True Blood? Melhorou? Piorou? Deu na mesma? Ou “nem perco o meu tempo com isso mais”?