Liga da Justiça

Liga da Justiça é o filme mais esperado para o que resta de 2017, e motivos não faltam para isso. O principal motivo? As dúvidas que cercam o filme.

Primeiro, Zack Snyder saiu do projeto por causa da morte de sua filha. Joss Whedon assumiu o seu lugar, e gastou mais US$ 25 milhões para refilmar cenas. Detalhe: foi algo tão improvisado, que Henry Cavill teve que gravar suas cenas com o bigode que ele vai ostentar em Missão: Impossível 6.

Depois, os boatos de que Ben Affleck daria adeus ao seu Batman. Precisou o próprio Affleck vir a público para desmentir isso.

 

 

E, de novo, Ben Affleck lança uma luz no fim do túnel, pedindo calma aos mais ansiosos. Em recente entrevista, lembra a tragédia familiar de Snyder, e que eles tiveram muita sorte em Whedon aceitar o projeto. Esclarece que os dois contam com visões singulares sobre o mesmo projeto, e que está muito feliz em poder trabalhar com Joss Whedon.

Batman… ops, quero dizer… Ben… também fala sobre as gravações de novas cenas. Lembra que a prática é algo comum em Hollywood, e que isso não deveria causar preocupações em Liga da Justiça, e que o momento é excelente para trabalhar com a DC, uma vez que a empresa está encontrando o seu lugar, e fazendo isso de forma funcional.

 

 

Mesmo assim, não explica por que investir tanto dinheiro na gravação de novas cenas. Joe Morton entra em detalhes sobre esse ponto: Ray Fisher (Victor/Cyborg) teve que passar por certos ajustes, por conta de uma mudança de luminosidade geral do filme, que era considerado muito escuro. E, por conta desses ajustes, as cenas foram refilmadas.

Ou seja, a Liga da Justiça quer copiar a fórmula Marvel, mas sem abusar dela. Vendo o sucesso obtido com Mulher-Maravilha, a Warner finalmente deve ter entendido qual é o caminho que eles devem seguir, descartando o tom mais adulto e escuro que caracterizou o seu universo cinematográfico até agora.

 

Via Dark Horizons