
Baseada na série de mesmo nome do ano de 1967, “The Prisoner” mostra a vida de um homem (James Caviezel, “Long Weekend”) que acorda em uma comunidade isolada no deserto chamada “A Vila”. Sem idéia de como chegou lá, já se vê envolvido em algo grande quando um suposto rebelde vem ao seu encontro.

Chegando à vila, já entra no taxi de “147″ (Lennie James, “Lie to Me”) e começa a entender um pouco do sistema local. Ele é chamado simplesmente de “6″ e o administrador do lugar, “2″ (Ian McKellen, “The Academy”), tenta inserí-lo na comunidade, mas não deixa claro suas reais intenções. Mais tarde, “6″ descobre que seu irmão está na aldeia, mas tem dúvidas de quem ele realmente é. Enquanto isso, “2″ tenta lidar com as crescentes dúvidas de seu filho.
A série lembrou de cara o “Show de Truman”, mas é algo mais surreal do que viver numa bolha, é aparentemente viver num mundo paralelo. Lembrou também “A Vila”, mas ao contrário de florestas, deserto. Não sei bem como foi em 1967 com a série original, mas me pareceu, nestes primeiros episódos, um pouco cansativa a narrativa e apresentação de todos os personagens. Previsível mas com cenários e fotografia bem elaborados e um ‘que’ de ficção científica. Vale a pena conferir!

25/11/2009
Leandro Souza Ramos 



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Esse seriado é demais! Terminei de assistir e achei muito foda!
A série original, era formidável, pois questionava tudo o que nós estamos fazendo aqui na Terra (A Vila), e se há outras vilas. Com perguntas óbvias, a gente ficava questionando o dia todo. Por exemplo, na Vila, se há uma ancora no deserto, não tem de haver um barco? Se há gaivotas não tem que ter um mar? Aqui na Terra nós temos pirâmides e ruinas milenares, não teria que ter havido uma raça superior a nossa? O remake está indo muuuuito bem. É bom, também, assistir com bloco de notas e caneta para anotar coisas interessantes, tais como a lampada não ter sido invenção de Alva Edson… Ou quem controla tem controlador acima dele… Estou adorando rever…
Nunca assisti a nada tão imprestável em toda a minha vida. Os roteiristas e produtores desta porcaria deveriam ser banidos do meio artístico. Uma verdadeira afronta ao intelecto humano.